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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Novo teaser exclusivo de Insurgente!


Ontem, no Snapchat @divergentseries (adicione se quiser receber algumas novidades sobre a adaptação em primeira mão!), Shailene Woodley (Tris, na série) apareceu para anunciar um novo teaser de Insurgent, que será exibido no Super Bowl. Eis que esse teaser foi divulgado antes, e é muito bom!
Sem mais delongas, confira o incrível teaser: 



Esse teaser segue o estilo do primeiro divulgado (clique aqui para conferir!), que não nos mostra nada do filme em si, mas parte do imaginário de Tris, talvez criado por algum soro ou parte de um dos testes realizados.
Já temos um forte uso de efeitos especiais, e dá para imaginar o porquê de o filme ser lançado em 3D. Mesmo essas cenas não estando no livro em si, podem até mesmo ser incluídas sem prejudicar a história e ainda dar um ótimo uso ao efeito!
O teaser será exibido durante os comerciais do Super Bowl, que ocorre no dia 1 de fevereiro, e o filme em si, Insurgente, estreia no dia 19 de março.

Até a próxima ;D

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Vamos falar sobre: Garota Exemplar (livro e filme)



Oi, como vai?
Hoje estou aqui para falar sobre um dos melhores livros que li no ano, mesmo tendo odiado o final (sobre o qual não darei detalhes, mas falarei mais tarde). 
A obra, de Gillian Flynn, conta a história do casal Amy e Nick, que se apaixonaram quase à primeira-vista, se casaram e viveram um lindo início de casamento. Sim, só o início. Com o passar do tempo, um se tornou estranho para o outro, e o relacionamento foi ruindo aos poucos. Tudo tem seu ápice quando, no aniversário de 5 anos de casamento, Amy simplesmente desaparece. Nick volta para casa e encontra toda a mobília revirada, indicando sinais de luta, porém nenhum sinal da mulher. Como não poderia deixar de ser, a polícia é envolvida e, com o andar das investigações, todas as suspeitas se voltam para Nick, e toda a mídia e população americana (sim, o caso tomou dimensões nacionais) se voltam contra o rapaz. 
O próprio protagonista é um tanto misterioso e conta ao leitor que mentiu diversas vezes para a polícia. Conforme o livro avança, nossa cabeça se enche com cada vez mais perguntas: Nick realmente matou Amy? Amy simplesmente desapareceu? Uma outra pessoa invadiu a casa e a sequestrou?
Essas perguntas fazem com que a leitura do livro seja muito rápida. Praticamente devorei para saber o que acontecera de fato, e é como se não quisesse mais fazer qualquer outra coisa enquanto não descobrisse. Até que tudo é revelado, e mais perguntas são implantadas em nossa cabeça. É um livro que te prende do início ao fim, e não há como simplesmente larga-lo de lado.
A maneira como a Gillian construiu a história e o relacionamento dos dois é sensacional. Primeiro, porque os capítulos são alternados: um narrado por Nick, e uma parte do diário de Amy. Segundo, porque podemos observar a relação de ambos os lados, e não sabemos quem é o verdadeiro culpado pela morte da relação e do amor dos dois. 
Passei o livro literalmente alternando meu "team", em cada momento acreditando e torcendo por um. E o desenrolar da história é incrível! 
A única reclamação que tenho sobre a obra é a maneira como termina. Isso porque é completamente o oposto de tudo aquilo que esperamos, e ocorre de uma maneira tão brusca que ao perceber que acabou resta uma sensação de "o que? Não pode ser só isso". 
Mesmo assim, é um thriller sensacional e altamente recomendado. A cada capítulo temos uma nova informação, uma nova reviravolta, e vale muito a pena.



Sobre a adaptação, que estreou neste ano, também tenho muitos elogios a fazer. Além de ser bastante fiel ao livro, foi muito bem feita em todos os sentidos. A atuação de Rosamund Pike, que interpreta Amy, é fenomenal, e agora entendo a indicação da atriz ao Globo de Ouro pelo papel. Com um só olhar, é como se ela transmitisse toda a profundidade da personagem, e, embora não a conhecesse antes, não consigo imaginar uma atriz melhor para o papel.
Ambos, livro e filme, são ótimos, aquele tipo de história que, ao terminar, há muito sobre o que pensar e discutir sobre, e que não te largará facilmente. Não preciso dizer novamente que recomendo, né?

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

PS. Foi o primeiro livro que li inteiramente por ebook, e acho que estou me tornando mais adepto dessa tecnologia (mas em poucos casos, a maioria dos livros continuarei lendo pelos insubstituíveis livros físicos). 

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Novo trailer de Insurgente!

Oi, como vai?
Hoje foi divulgado o primeiro trailer de Insurgente, segundo filme da trilogia Divergente! Eu poderia ficar falando e falando mas, sem mais delongas, confiram logo esse sensacional trailer!



O trailer nos mostra os testes de Jeanine com os Divergentes, a facção da Amizade, entre muitas outras cenas desse livro incrível e de tirar o fôlego. Já achei Divergente maravilhoso, e Insurgente promete ser ainda melhor! 
A única coisa que achei estranha foi a caracterização de Evelyn (interpretada por Naomi Watts), a líder dos sem-facção e mãe de Tobias. Ela é uma boa atriz, e acredito que fará um ótimo papel, mas parece nova demais para ser, bem, a mãe do Tobias. Mas pode ser que no filme fique uma impressão diferente e ela não pareça tão jovem assim. 
O filme tem estreia prevista para o dia 20 de março. 

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

PS. O trailer também foi divulgado no Snapchat do filme, @divergentseries. Esse snap acaba saindo como uma boa fonte de informações, vale a pena adicionar! 

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Primeiro teaser trailer de Insurgente divulgado!


Isso mesmo, amigos, a divulgação do filme Insurgente, que estreia em março de 2015, está a toda! Hoje foi divulgado o primeiro teaser trailer do filme, que, mesmo que não mostre nenhuma cena do livro de fato, é muito simbólico e cheio de incríveis efeitos especiais.
Confira: 



No treaser, Tris, a personagem de Shailene Woodley, tenta salvar sua mãe em uma Chicago destruída, mas é como se não conseguisse, a mãe sempre se encontrando em um perigo ainda pior e além de ser salva pela filha. Isso representa bem um dos maiores pesadelos de Tris no livro Insurgente, no qual a garota tenta superar a morte de seus pais e seguir em frente, enquanto a tensão entre as facções cresce cada vez mais e Jeanine intensifica sua busca e extermínio dos Divergentes, auxiliada pelos membros da Audácia.
Insurgente estreia no dia 20 de março de 2015 em 3D em todo o mundo!

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

3 partes de The Maze Runner que não podiam ter ficado de fora do filme, mas ficaram



Oi, como vai?
Hoje estou aqui para falar sobre o filme The Maze Runner, adaptação do livro homônimo, de James Dashner, que conta a história de um adolescente que certo dia chega à Clareira, um lugar cercado por um imenso labirinto onde, uma vez por mês, são trazidos garotos, que não se lembram de nada sobre seu passado, apenas o primeiro nome. Nesse lugar, eles acabam por constituir uma verdadeira sociedade e precisam achar uma saída no labirinto, que, todas as noites, é ocupado pelos verdugos, seres enormes e de forma esquisita que, quando não matam, picam e depositam um veneno capaz de levar os rapazes à loucura. Essa é a história do primeiro livro da saga de forma bem resumida, e o filme acabou retratando bem isso. Digamos que chegou ao mesmo fim, mas por outros meios. Meios estes que não precisavam ser mudados, mesmo que tenham constituído uma boa história nas telonas.
Costumo avalias as adaptações que assisto em dois quesitos: primeiro, como um filme em si, a qualidade de suas atuações, da produção, enfim, de tudo; e segundo, como uma adaptação. The Maze Runner é um bom filme. Suas atuações são boas, consegue prender do início ao fim, a caracterização da Clareira e do Labirinto ficou muito boa e os efeitos especiais estão ótimos. Agora, como adaptação, nada é tão ótimo assim. Conseguiu sintetizar bem os elementos do livro e fazer uma história que, ainda que com diferenças, chegou aos mesmos finalmentes e tem continuação pronta para ser gravada.
Mas, como um bom leitor, me enlevei muito com o livro e fiquei aguardando ansiosamente por algumas partes que foram inescrupulosamente esquecidas. Por isso resolvi fazer esse "top 3" (pelo menos as mudanças mais feias se encaixam só em três pontos, isso é bom) com as partes que não podiam, de maneira alguma, ter ficado de fora do filme, mas ficaram. Daqui para frente, esse post conterá spoilers tanto do livro como do filme, e se você ainda não leu ou assistiu e não quer detalhes, melhor parar de ler por aqui.
Vamos lá?

3. O buraco dos Verdugos
Quem leu se lembra bem desse tal buraco dos Verdugos (os seres monstruosos que ficam no Labirinto à noite), e a importância dele para a história. No livro, é uma porta invisível que fica em um penhasco. É muito interessante a descoberta de que os verdugos saltavam no meio do nada e de repente sumiam, e o momento em que os próprios clareanos pulam lá dentro. Fiquei muito curioso para saber como caracterizariam esse momento no filme, e, bem... NÃO FIZERAM! 
No filme, Thomas e Minho correm entre umas lâminas gigantes, como uma prova do labirinto para os adolescentes, e chegam a uma espécie de túnel. No final desse túnel, os clareanos encontram uma porta, por onde entram e saem os Verdugos e por onde eles sairão também. A "guerra" que acontece no local é boa, sim, mas não chega a ser tão emocionante. E a maneira como conseguem passar, embora não seja péssima, não é nem de perto tão boa e impactante quanto no livro e passa rápido demais, como se pudessem ter feito mais, mas talvez o limite de tempo não tenha deixado. De qualquer maneira, gostei de terem deixado de fora aquele tal botão do livro. Achei forçado demais, e um tanto babaca, os garotos passarem por todos aqueles maus bocados durante o livro inteiro para chegar no final e ter um belo botão vermelho esperando para ser apertado... sério mesmo?

2. O sumiço do sol
Um dos maiores anúncios de que tudo estava para mudar na Clareira foi, no livro, o sumiço do sol. Isso mesmo, o sol some!!!! A maneira como esse fenômeno é descrito é muito boa, e o desespero dos clareanos também, principalmente quando as portas do Labirinto não se fecham. No filme esse fato é ignorado, mas os acontecimentos seguem o curso normal e logo depois temos o não fechamento das portas e a invasão dos Verdugos acontece no meio da noite. Foi uma boa cena, mas, por estar escuro, não tínhamos noção do que estava acontecendo de verdade e me senti muito perdido. Se o céu tivesse ficado cinzento como no livro, não teríamos o acréscimo de muito tempo na duração total do filme e ainda teríamos melhor noção do que estava acontecendo depois. Odeio me sentir "perdido" em cenas, mais ou menos o mesmo problema que acontece em Transformers, quando os robôs estão lutando e você não sabe de quem é aquele braço, ou aquela perna, ou aquelas estruturas. 

1. A descoberta do recado do Labirinto
Uma das melhores partes do livro, o raciocínio que Thomas, Newt, Teresa e Minho seguem para descobrir o recado que o Labirinto dava, as palavras que ele mostrava e como elas interferem na saída deles do local, tudo isso foi ignorado. De certa forma, é como se o Labirinto desse um recado diferente no filme, e tudo se restringe aos números das seções que mudam. Entendo dos limites de tempo e orçamento que os filmes têm, mas ainda não entendo como isso sairia mais caro, por exemplo, do que fazer da maneira como foi. De qualquer maneira, essa foi a cereja do bolo, para completar uma série de mudanças que poderiam muito bem não terem sido feitas. 

Enfim, essas foram as maiores mudanças com relação ao livro, as que mais incomodaram e que fariam toda a diferença e tornariam o filme muito melhor. Não me ligo muito pra detalhes como, por exemplo, o fato de não aparecer Caçarola cozinhando (mas assisti com gente mais chata que eu para detalhes, e que reclamou até disso hahah). Isso realmente não fez diferença nenhuma, agora esses três pontos principais eram os que eu mais tinha expectativa de ver e que foram ignorados. O único lado bom que consigo enxergar é que essa adaptação poderia ter sido desastrosa como foram as de Percy Jackson, já que também é da Fox, mas, depois de ver recentes adaptações de distopias tão fiéis, como Jogos Vorazes, Em Chamas e Divergente, não consigo entender por que essa teve de ser diferente. Por isso disse acima e repito: como um filme normal é muito bom, mas como adaptação, vamos combinar, foi um tanto meia-boca. 
Ainda assim, houve, em meio a todas as mudanças, uma que considerei melhor do que estava no próprio livro. Toda a cena final no filme foi sensacional, com o recado da líder do experimento e tudo o mais, e principalmente o momento em que os clareanos sobem de helicóptero e observam o Labirinto e a Clareira de cima, logo depois partindo no meio do deserto. Isso foi incrível! A cena do livro também foi boa, com os clareanos indo embora de ônibus e todo o desastre do Fulgor sendo narrado, mas para a mídia visual não haveria maneira melhor de retratar do que esta. 
Por incrível que pareça, quando terminei o livro, não me senti tão inclinado a ler (pelo menos não tão logo) o segundo volume da série, Prova de Fogo. Mas quando o filme terminou, senti uma vontade enorme de sair da sala de cinema no final da sessão e correr até a livraria para comprar a continuação. 
James Dashner, o autor, confirmou em seu perfil no twitter que a adaptação de Prova de Fogo está confirmada para 18 de setembro de 2015, e já estou curioso e ansioso para ver como será. Se não para amar e avaliar como uma ótima adaptação, pelo menos para reclamar um pouquinho mais.

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

sábado, 9 de agosto de 2014

Vamos falar sobre: O Grande Gatsby (livro e filme de 2013)



Oi, como vai?
Hoje estou aqui para falar sobre o sensacional O Grande Gatsby. Já li este livro há mais de um mês, mas só agora, depois de assistir à sua mais nova adaptação, vou escrever sobre ele.
O Grande Gatsby conta a história do milionário e misterioso Jay Gatsby, que dá grandes festas (e quando digo grandes, quero dizer grandiosas mesmo, eram como raves do jazz) em sua casa, mas nunca deu as cara em nenhuma delas. Muitos boatos correm sobre sua pessoa, mas ninguém o conhece de verdade, até que chega Nick Carraway.  O livro é narrado por  Nick assim como Sherlock Holmes é narrado por John Watson, e é uma narrativa boa de se acompanhar justamente por descobrirmos junto com o personagem a história e a verdadeira motivação de seu misterioso vizinho. Ambos vivem em uma luxuosa baía, e do outro lado (exatamente do outro lado) temos a casa de Daisy Buchanan, antigo amor de Jay. Os dois viveram um caso de amor há muito tempo, mas foram separados pela guerra. Quando a guerra terminou, Daisy já tinha se casado com o milionário Tom Buchanan, e Gatsby faz de tudo para reconquistá-la (o que inclui enriquecer e comprar a tal mansão do outro lado da baía).  Logo vemos a superficialidade da vida que levam, perfeita nas aparências, mas cheia de problemas e dramas escondidos a sete chaves. É uma história sobre viver no passado, e sobre como é impossível conseguir apaga-lo, não importa as medidas que se tome.
É um livro incrível! A história é muito bem contada, os personagens muito bem criados e com diversas simbologias, como um outdoor estampando os olhos de um oftalmo há muito esquecido prostrado bem em frente à casa da amante de Tom, como se fossem olhos de Deus a observarem seus pecados (e outras coisinhas mais), e a famosa luz verde. 
É uma obra que me orgulho de ter lido, e recomendo a todos. Além de uma escrita genial, F Scott Fitzgerald nos insere muito bem no contexto da época. Embora cruel e trágica, não deixa de ser uma história de amor, e no final das contas a lição que tomamos do livro é um grande tapa na cara.




Já sobre o filme, tenho algumas reclamações. O Grande Gatsby foi aos cinemas no ano passado, mas só pude vê-lo agora. É um filme bom? Sim, é. Mas me incomodou bastante. 
O livro é um clássico da literatura mundial, ou seja, foi escrito há muito tempo, e se passa durante o famoso American Way of Life, quando a bolsa de valores prosperava e os americanos esbanjavam dinheiro. Era também a era do jazz, um dos elementos obrigatórios nas festas de Gatsby. Isso não é nem um pouco difícil de ser entendido, mas parece que o diretor não entendeu. Com música eletrônica e o pianista retratado como um DJ, a festa pareceu algo atual demais. A trilha sonora é ótima, e contém nomes como Florence and the Machine e Lana del Rey (que dispensam apresentações), mas devia nos inserir no contexto da época, o que não faz. Mesmo que pareça não ter nada a ver, para exemplificar o que estou falando, citarei Game of Thrones. A série, mesmo que em um mundo de fantasia, se passa em um período medieval, e as músicas, por mais que sejam cantadas por bandas atuais, são feitas em um estilo medieval que se encaixa perfeitamente. Já com O Grande Gatsby não é isso o que acontece. As músicas são boas, sim, mas não se encaixam tão bem no período. Isso pode não ter sido problema aos olhos de alguns, mas foi algo que me incomodou. 
Outra coisa que me incomodou foi a caracterização da cidade. Sim, retrata a Nova York do período, mas a maneira como nos é exibida faz parecer um cenário futurista. Para resumir, a tecnologia estragou o filme. Coisas que poderiam ter sido muito mais simples foram incrementadas e o período foi descaracterizado, porque... porque sim, apenas, não há uma explicação. 
Apesar de tudo isso, depois que toda a grandiosidade das festas passa e a tecnologia para de roubar completamente a cena, podemos perceber os atores ali no meio, e como ficaram bem em seus papéis. Gostei da escolha do elenco: Tobey Maguire como Nick, Carey Mulligan como Daisy e finalmente Leonardo di Caprio como Gatsby. Conseguiram retratar bem os personagens e captaram sua essência, e mesmo com aquelas reclamações sobre o contexto histórico ainda podemos dizer que é uma boa adaptação, que narra fielmente ao menos os acontecimentos do livro e passa a emoção e a mensagem que a obra literária traz.
Não vi o filme de 1974, mas recomendo este filme de 2013 para quem leu o livro e adorou assim como eu. E se você ainda não leu o livro... o que está esperando? 

Espero que tenham gostado, até a próxima :D