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quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Vamos falar (e talvez surtar um pouco) sobre A Esperança: o Final!



Oi, como vai?
Hoje estreia, depois de um ano, o tão aguardado A Esperança: o Final, conclusão épica da franquia iniciada em 2012 baseada nos livros de Suzanne Collins! Fui ontem à pré-estreia, com pessoas surtando na sessão e tudo o mais, e posso adiantar a todos que ainda não viram que o resultado ficou espetacular, assim, em níveis absurdos mesmo.
O longa dá continuidade e conclusão à saga de Katniss Everdeen, que se voluntariou para tomar o lugar da irmã mais nova nos Jogos Vorazes e, lá, por conta de sua personalidade um tanto incontrolável, tornou-se o símbolo da revolução para todos aqueles que viviam em condições desumanas no país, enquanto os habitantes da Capital viviam de luxo e desperdícios. 
No último longa, A Esperança: parte 1, Katniss finalmente conheceu o Distrito 13, que todos acreditavam ter sido completamente destruído pelas tropas da Capital depois de tentar se rebelar. Este filme foi criticado por conta de seu ritmo, as clássicas críticas acerta de qual é a necessidade de se dividir o último livro em dois. Não sei se é porque eu gosto tanto da saga a ponto de não conseguir ser imparcial ou se por outros motivos, mas eu adorei e, particularmente, não entendi o motivo de tamanhas reclamações. Mas, se já gostei tanto assim da parte 1, podem imaginar como me sinto com relação a esta parte final.
Neste, Katniss se encontra cada vez mais próxima de seu objetivo: matar o presidente Snow. Sendo o grande símbolo da revolução, ela conseguiu unir todos os Distritos contra a Capital sob o comando do Distrito 13 e sua líder, Alma Coin, e neste longa as tropas rebeldes finalmente marcham contra o centro do governo do país.
A questão é que Katniss começa a se sentir um tanto desconfiada acerca das intenções de Coin: se sentindo completamente usada pela líder e por Plutarch Heavensbee, antigo idealizador dos Jogos, e percebendo que ela não se mostra muito diferente de tudo aquilo que mais era criticado em Snow e que motivara toda a rebelião de fato, a protagonista deve tomar importantes decisões e aprender a não confiar completamente em ninguém.
Somado a isso temos um Peeta perturbado, depois de ter sido sequestrado e teleguiado pelos agentes da Capital para ser uma arma contra Katniss, e um Gale que se mostra cada vez mais ligado aos ideais do D13 e perdendo os escrúpulos quando o objetivo é atingir o governo. 



O longa começa de forma relativamente calma, mas em nenhum momento perde o climão de final épico de uma saga. 
Com a tensão crescendo continuamente ao longo de suas pouco mais de duas horas de duração, conseguiu me deixar com o coração prestes a sair pela boca mesmo já tendo lido o livro. Acho até que é por ter lido o livro que eu ficava tão nervoso assim: temos muitas mortes e outras cenas chocantes no filme, e só de saber que elas se aproximavam eu já ficava tenso.
Embora muitas pessoas tenham chorado, não sinto que foi um filme para se emocionar. Muitas coisas acontecem continuamente e você fica preso à poltrona, sem conseguir piscar ou parar para respirar calmamente, e a tensão é o que prevalece. 
Francis Lawrence, como sempre, não nos decepciona de forma alguma, e, mesmo que eu não me lembre do livro com detalhes, sei que as partes mais importantes e marcantes estão lá, representadas impecavelmente por alguém que claramente leu o livro e se preocupou com a história original (coisa que está tão em falta no cinema). 
Com cenas simbólicas e assustadoramente realistas, consegue chocar não somente como parte da história mas como algo que poderia (e muito provavelmente acontece) acontecer na vida real (como uma certa cena envolvendo criancinhas da Capital).
A conclusão de tudo é tão bem feita que arrepia, sendo fiel a tudo o que acontece no livro e não deixando pontas soltas (não que eu tenha percebido, pelo menos).
Com muito boas atuações, com destaque óbvio para a espetacular Jennifer Lawrence, que se destaca e consegue transmitir impecavelmente o sentimento de qualquer personagem que se proponha a interpretar, também rende elogios a Donald Sutherland e a rainha Julianne Moore, respectivamente Snow e Coin, além de Josh Hutcherson, lidando com todos os seus conflitos internos e sua mente bagunçada pela Capital. 
Mesmo que seja um filme relativamente longo, a história é tão bem distribuída e amarrada que passa muito rápido.
Por algum motivo, meu filme favorito da franquia continua sendo o segundo, Em Chamas, mas A Esperança: o Final dá um grandioso show e se tornou o meu segundo acirrado favorito.
Agora acabou de vez, depois de quatro anos e quatro incríveis filmes, e fico muito feliz e orgulhoso ao lembrar que fui em todas as estreias, desde o primeiro longa. Marcante, certamente deixará saudades e já se tornou insubstituível para todos os fãs! 
E vocês, já assistiram ou assistirão logo à conclusão da saga? E, se sim, o que acharam? 

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Vamos falar sobre Os Vingadores: A Era de Ultron

- não contém spoilers - 

A espera acabou, amigos! Hoje, dia 23 de abril, estreia a tão esperada sequência, um dos filmes mais aguardados de 2015: A Era de Ultron!
A experiência com o filme já foi diferente pois fui um desses sortudos e loucos fãs que puderam ir à pré-estreia, que aconteceu ontem, às 23h00. Eu já adoro ir a estreias, e prés são ainda mais emocionantes. Contando com pessoas de cosplays muito criativos e fãs que não ligavam para o fato de a sessão terminar no meio da madrugada, a sala estava deliciosamente lotada e deu um gostinho a mais ao fato de ter visto o filme, que já adianto que é incrível.
Neste novo longa do grupo de heróis que se tornou uma das maiores bilheterias de todos os tempos, temos uma trama diferente e que, embora eu não consiga apontar qual dos filmes tenha sido melhor, considerei melhor construída por fugir da luta contra alienígenas do começo.
O longa já começa com cenas de muita ação, nas quais o grupo deve recuperar o cetro de Loki, que está em poder da antagônica organização Hydra. Com o cetro em mãos, Tony Stark, o Homem de Ferro, descobre que conseguirá finalmente desenvolver seu projeto Ultron, no qual criará um sistema de inteligência artificial que garantiria a proteção do mundo, funcionando em armaduras desenvolvidas por Stark como sentinelas. 
As intenções são boas, claro. Mas o resultado é catastrófico: Ultron, possuindo sua própria consciência, foge do que Tony planejara, e entende que a maneira de proteger o mundo é destruindo-o. Dessa forma, é dever dos Vingadores deter um vilão mais perigoso que qualquer um que já tenham enfrentado, e que promete, com seus aliados Feiticeira Escarlate e Mercúrio, levar o grupo à extinção. 
Enquanto tudo isso se desenvolve, temos também tramas paralelas, como a crise de Banner com seu alter ego, Hulk. Acompanhamos também sua relação com Natasha Romanoff, a Viúva Negra, e conhecemos um pouco mais sobre o passado da personagem. Tendo essa história como pano de fundo, acredito que um filme solo da heroína seja uma ideia bem bacana.



A Era de Ultron cumpre muito bem o que promete: com cenas de ação de arrepiar, muito bem coreografadas e desenvolvidas, consegue fazer suas duas horas e meia de duração passarem muito rápido.
Os efeitos são de encher os olhos, e há muito para se observar em cada cena, com muita coisa acontecendo ao mesmo tempo. Em cenas de batalhas envolvendo todo o grupo em um só quadro (ótimas, por sinal), é como se fosse necessário pausar para dar conta de observar tudo o que está acontecendo, cada movimento. 
Gosto bastante deste elenco, e adorei a escolha de James Spader (um dos atores que mais admiro pelo trabalho incrível na série The Blacklist) para Ultron. Com sua voz calma, hipnotizante, quase irônica em diversos momentos, deu um toque único para o vilão, que certamente não será esquecido tão fácil. Por isso, não pense duas vezes antes de escolher uma sessão legendada para ir. Não faço ideia de como se saiu a dublagem, mas certamente não terá o mesmo efeito. Também gostei bastante da participação dos gêmeos Mercúrio e Feiticeira Escarlate, que se tornam personagens muito importantes e que certamente serão mais aproveitados pelo universo cinemático da Marvel futuramente. 
Com um 3D muito bem aproveitado e um roteiro que, mesmo se tratando de um filme de heróis e, sendo assim, indigno de altas expectativas, consegue agradar bastante. O filme mescla muito bem as cenas de ação com humor e ironia, e acredito que este seja um grande diferencial do grupo de heróis, algo que contribuiu para torna-los tão queridos como são hoje.
É, em resumo, um filme grandioso, e vale muito a pena ver. Não preciso de clarevidência para prever que se tornará mais um enorme sucesso de bilheterias, e a contagem regressiva para Guerra Civil, próximo lançamento da Marvel envolvendo os heróis, já começa!

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Então eu assisti... Cinquenta Tons de Cinza


- contém spoilers -

Pois é, caros amigos, assisti ao filme Cinquenta Tons de Cinza, e já adianto que foi uma experiência surpreendente.
Desde que os livros se tornaram um fenômeno mundial, tive a curiosidade de ler. A literatura erótica sempre fora meio rejeitada: os livros eram invisíveis nas prateleiras das livrarias e acredito que muitas mulheres tinham vergonha de serem vistas comprando (caso se interessassem por ler livros assim). Já aí, a curiosidade mórbida me foi instigada: o que esse livro tem que os outros não têm? Por que todos comentam abertamente sobre o senhor Grey e suas peripécias, mas não se sentiam tão confortáveis para comentar antes? 
Baixei o ebook do livro e não consegui prosseguir: muito mal escrito e com uma protagonista irritante, não aguentei ler muitas páginas e logo abandonei-o, concordando com todas as críticas feitas a ele. Eu sei, os livros eróticos são destinados  a mulheres (ao menos a maioria), mas creio que o bom-senso esteja presente em ambos os sexos (ou devia estar) e não consegui entender como a história se tornou tudo aquilo. 
Quando surgiram as primeiras notícias sobre a adaptação, de certa forma acompanhei, pois estava novamente curioso, dessa vez para saber que atores seriam os desvairados (e um pouco mercenários, talvez?) de encararem o projeto. Eis que surgiram os nomes Jamie Dornan (que fazia um papel completamente oposto em Once Upon a Time) e Dakota Johnson. 
No mês retrasado, o filme estreou, e as críticas por parte das fãs do livro foram incrivelmente negativas: elas, que esperavam uma adaptação aos ares de Ninfomaníaca (um filme muito bom sobre o qual falarei em um dos próximos Filmes da Semana), receberam um filme com muito romance e poucas cenas de (perdoem-me o uso do termo) putaria forte. 
Com tantos comentários acerca de uma história assim, mesmo que você seja um ser humano dotado de bom gosto e até uma certa erudição, não importa o sexo, fica difícil não ter a curiosidade desperta, e não há como resistir. Portanto, lá fui eu baixar o filme (já em qualidade HD, mas com uma legenda em chinês que rapidamente aprendi a ignorar), e sinto que consigo entender um pouco de todo o hype acerca da "história de amor e sado" entre Grey e Steele.



Grey é um empresário jovem, influente e muito rico, porém dono de um passado perturbador, que é entrevistado por Anastasia quando ela vai substituir sua amiga, a verdadeira estudante de jornalismo. Em uma das cenas mais ridículas que já presenciei, Ana cai (de quatro) na porta da sala de Christian, e desde então já percebi que não deveria levar o filme muito a sério.
Com o tempo, a história dos dois se desenvolve, mas esse desenvolvimento acontece de uma maneira um tanto controversa, pela qual não culpo os envolvidos com o filme em si, mas a autora e o forte cheiro de Crepúsculo do qual a história é impregnada. Christian decide que não pode mais viver com Anastasia por ela se declarar uma garota romântica. A manda para casa, dizendo que eles não devem ficar juntos, e é só a mulher chegar em casa que recebe presentes do empresário. 
A história dos dois se desenrola de maneira um tanto estranha, sem a química que esperamos encontrar entre os protagonistas de filmes românticos, com o homem rico se mostrando atencioso, cuidadoso e enchendo a moça de presentes caríssimos. Basicamente, o homem dos sonhos de muitas por aí. Até que ele revela seus gostos um pouco peculiares: é adepto do sadomasoquismo, um dominador que possui em sua casa um quarto destinado somente aos "jogos" que gosta de praticar. 
Chega a ser interessante a cena em que os dois discutem os termos de um contrato que Grey faz acerca das práticas que os dois terão, no qual ela concordaria tanto com a parte "divertida" quanto com coisas um tanto humilhantes e que não parecem ser tão prazerosas assim.
Anastasia, como não podia deixar de ser, acaba concordando com os termos de Grey (e somos obrigados a ouvir o clássico "I don't make love, I fuck hard"), e conhecemos um pouco mais sobre o playground do rapaz e as relações que eles têm lá dentro.



Para quem já viu Ninfomaníaca, o filme mais explícito que você pode imaginar, é um tanto engraçado ver as cenas amenizadas deste, justo o contrário do que todos esperavam. 
Acontece que, junto com essa parte que eu disse ser a "divertida", podemos perceber como Christian leva seus termos ao pé da letra, chegando a ser doentio: Ana não pode tocar nele a não ser que ele autorize (quando ele vai beija-la, sempre coloca os braços dela para trás, e isso já diz bastante sobre sua personalidade), faz com que ela espere de joelhos, como uma escrava, na porta do quarto vermelho, e ainda (o mais absurdo) quer puni-la fisicamente por atos que toma. E essa punição quer dizer palmadas fortes e cintadas, o extremo da humilhação.
E foi justamente isso que salvou o filme e me surpreendeu, me mostrando que não é tão ruim quanto eu pensava (mas isso não quer dizer que seja bom). Tudo o que eu conseguia pensar ao longo do filme era em como seria interessante um momento em que Christian abusasse de tudo aquilo, despirocasse (termo que não tem nada a ver com a palavra "piroca", deixando claro) e fizesse algo de que Ana realmente não gostasse. Dito e feito.
Na que, para mim, foi a melhor cena do filme, Grey dá fortes cintadas em Ana como punição, e ela toma as rédeas da sua vida, deixando de ser simplesmente a submissa que concordara em ser, e toma uma atitude. Eu sei, isso tudo será estragado no segundo filme, mas não importa. Como conclusão para este, mesmo que seja aquele clássico cliffhanger para te manter esperando pelo próximo capítulo, acredito que não poderia ter terminado de maneira melhor.
Mesmo que não seja um bom filme em questão de conteúdo, com diálogos um tanto imbecis e com um ar de fanfic de Crepúsculo que sempre se faz presente, e um romance que também não se mostra dos melhores, é um filme muito interessante de se acompanhar.
As brechas abertas para reflexão não foram implantadas estrategicamente pela autora, como Machado fez em Dom Casmurro, mas são resultado de uma péssima escrita que se refletiu no filme. De qualquer forma, essas brechas para reflexão existem, e não há como simplesmente assistir como um filme qualquer sem se pegar tentando entender a cabeça de Christian e de Ana.
Também é muito interessante para se entender todo o hype, a expectativa que foi criada em torno dessa história. É até "entendível" o modo como a história sobre um homem que praticamente utiliza a garota como escrava sexual, agredindo-a e expondo-a ao ridículo em certos momentos, consiga ser tão gostada e o lugar de Steele seja tão desejado em tempos de manifestações de feminismo e de um sentimento de que a mulher não precisa se submeter a homem nenhum. 
Assim como Crepúsculo atingiu adolescentes sonhadoras com um príncipe, Cinquenta Tons atingiu até mesmo as mais mulheres mais independentes que sonham com um homem teoricamente atencioso e cuidadoso que as encham de presentes e ainda seja "bom de cama". Esse tipo de livro mexe com um lado um tanto primitivo da mulher, que pode até ser renegado, mas não deixa de estar presente em boa parte delas. 
Há muito sobre o que pensar quando se trata de Cinquenta Tons de Cinza, desde que você não veja o filme pensando só em como serão representadas as cenas de sexo. Desta forma, as duas horas de duração simplesmente não são horas perdidas, e recomendo!

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

domingo, 8 de março de 2015

Filme da Semana: A Teoria de Tudo

Oi, como vai?
Hoje estou aqui para falar sobre A Teoria de Tudo, também um dos maiores ganhadores do Oscar neste ano (sim, o Oscar fornece muitos bons filmes para a minha lista), protagonizado por Eddie Redmayne e Felicity Jones.
O longa nos conta a história do físico Stephen Hawking e sua relação com sua esposa, Jane. Hawking, um dos cientistas mais renomados da atualidade, estudava na universidade de Cambridge quando conheceu Jane Wild, uma aluna de literatura. Os dois viviam uma história de amor como qualquer outra entre jovens dessa idade, até que Stephen descobriu sofrer de uma doença degenerativa, que lhe daria pouquíssimo tempo de vida. 
Os dois, então, ficam ainda mais unidos, se casam e lutam juntos contra sua doença, que, no fim das contas, não o mata em poucos meses, mas o faz perder basicamente todos os movimentos voluntários de seu corpo.
Paralelamente, temos Stephen defendendo sua teoria e buscando uma equação para o surgimento, bem, de tudo no universo. 

A partir daqui não darei mais detalhes, mesmo que o filme seja uma cinebiografia e você provavelmente saiba como termina. Como não acompanho a história do cientista, não sabia, então o filme conseguiu me pegar de surpresa e não quero correr o risco de estragar qualquer surpresa também.
Sobre o longa em si, o primeiro e maior ponto a ser falado e elogio a ser feito é, sem dúvida, o desempenho impecável de Redmayne, que consegue retratar todas as fases do personagem tão bem que torna estranho imaginar que é só uma atuação. E quando vemos uma atuação e não conseguimos conceber a ideia de que é somente isso, aí sim podemos afirmar que foi impecável. 
Embora o desempenho de todos os outros atores seja eclipsado pelo de Eddie, eles não deixam a desejar e também nos apresentam boas atuações, como é o caso de Felicity Jones.
A trilha sonora também é um dos pontos que mais gostei no filme. Foi só encontrar a música instrumental que acompanha o longa que não consigo mais parar de ouvir. Confiram:



Mesmo com todos esses pontos positivos, o filme é cansativo, e por isso, como um longa em si, não foi tudo aquilo que eu esperava e não ficou entre os melhores do ano. Mesmo que eu estivesse acompanhando atentamente, em determinado ponto é como se não conseguisse mais prender tanto a atenção, e precisei pausar e voltar um pouco depois para poder termina-lo. Isso não quer dizer que seja chato, apenas não consegue entreter ao longo de toda a sua duração. 
De qualquer forma, recomendo bastante, juntamente com um pouquinho de paciência para chegar ao final sem cochilar. É quase um privilégio ser brindado com tão boa atuação, e só por isso o filme já vale muito a pena (além de, é claro, poder saber um pouco mais sobre a vida do brilhante cientista). 

Espero que tenha gostado, até a próxima ;D

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Músicas perfeitas que descobri em trilhas sonoras: parte 2

Oi, como vai?
Hoje estou aqui para fazer uma "continuação" a um post que fiz há exatamente um ano, "Músicas perfeitas que descobri em trilhas sonoras". É um dos posts mais vistos de todos os tempos do blog e resolvi fazer uma parte 2 porque muitos filmes e séries foram lançados neste ano e, com eles, muitas músicas incríveis nas trilhas sonoras. Assim como esclareci no início do primeiro, não é um ranking ou qualquer coisa do tipo, apenas listarei as músicas por não me decidir sobre qual é a melhor.
Sem mais delongas, vamos lá?

Yellow Flicker Beat - Lorde



Não posso deixar de começar esta lista com Yellow Flicker Beat, da trilha sonora de "A Esperança: parte 1", que adoro. Lorde é incrível, e com essa música não poderia ser diferente.

All of the Stars - Ed Sheeran



Embora não consiga passar muito tempo ouvindo músicas de Ed Sheeran (com o passar do tempo acabo enjoando, não sei o porquê), esta música é a melhor que já ouvi dele e a única da qual não enjoo nunca. Ela está na trilha sonora de A Culpa é das Estrelas (que aparecerá várias vezes nesta lista, sua trilha sonora é ótima!).

Back to You - Twin Forks



Esta música encontrei na trilha sonora de Reign (série que abandonei por ver muitas outras séries, mas que ainda pretendo terminar futuramente), e é bem animada e gostosa de se ouvir (e que reflete muito bem o clima das festas da época retratada na série).

Everything is New - Slow Club



Nunca me interessei muito pelas músicas da trilha sonora de Faking It, mas esta, em especial, me chamou atenção ao tocar em um dos episódios, e gosto bastante. 

Let Me In - Grouplove



Esta banda tem músicas muito gostosas, e Let Me In, também da trilha sonora de A Culpa é das Estrelas, é minha favorita. Uma daquelas músicas que, quando começam a tocar no aleatório, nunca pulo.

Made of Stone - Matt Corby



Como qualquer um que assiste à série The Blacklist pode perceber, a trilha sonora é maravilhosa. Todos os episódios "terminam" com alguma música (adoro quando isso acontece em séries, a música tocando enquanto vão sendo mostradas consequências dos acontecimentos do episódio e tudo o mais), e todas essas músicas são realmente muito boas e muito bem encaixadas na série. Made of Stone toca em um episódio da primeira temporada.

Oblivion - M83



Embora nunca tenha assistido ao filme Oblivion, aquele com o Tom Cruise (não é muito específico, mas é o que sei sobre ele), essa música me foi indicada há muito tempo e desde então passei a gostar bastante. M83 (que já apareceu no primeiro post e voltará a aparecer neste) tem músicas incríveis em trilhas sonoras.

Oceans - Coasts



Esta música encontrei na (cancelada, infelizmente, porém muito legal) série Red Band Society (mais uma com episódios terminados em música que gosto bastante) e é muito boa, não há como parar de ouvir. Infelizmente, não encontrei mais nenhuma música da banda que goste, mas ao menos esta é maravilhosa.

Run Boy Run - Woodkid



Na trilha sonora de Divergente, Run Boy Run é uma música que não me atraiu muito quando foi divulgada e ouvi pela primeira vez, mas que, pela maneira como foi colocada no filme, não pude fazer outra coisa a não ser chegar em casa após a sessão e correr baixa-la. Hoje, gosto bastante. 

Silhouettes - Of Monsters and Men



Esta música está presente na trilha sonora de Em Chamas, e sinceramente não sei porque não a coloquei no primeiro post, no qual já coloquei algumas músicas desta trilha (que nem ouço mais, mas que são muito boas mesmo assim). De qualquer maneira, aqui está, uma das minhas músicas favoritas da trilha do segundo filme da série Jogos Vorazes.

Wait - M83



Viu, não falei? Aqui está mais uma de M83, que também está presente na trilha sonora de A Culpa é das Estrelas. É uma música triste, um tanto lenta, mas é espetacular, e sempre que toca (a não ser que esteja em um momento muito feliz do seu dia em que você precise de músicas alegres) não há como pula-la.

Warriors - Imagine Dragons



Não sei direito se posso encaixa-la aqui, afinal não faz parte da trilha sonora de filme ou série nenhuma, mas sim de um jogo. Esta música foi lançada por Imagine Dragons para algo relacionado ao jogo League of Legends (que também nunca joguei), mas que, de certa forma, faz parte de uma soundtrack, e é boa demais para deixar de fora. 

Who are You, Really? - Mikky Ekko



Também presente na trilha sonora de The Blacklist, essa música é incrível e uma daquelas "impuláveis". Mas, cuidado se você for ouvir sem os fones de ouvido e com a família em casa, porque, por algum motivo obscuro, uns gemidos aparecem no meio da música. Mas e daí? É incrível, vale o risco.

Bom, essas foram as músicas perfeitas que encontrei em trilhas sonoras no decorrer do ano desde aquele último post. Já foi uma enorme coincidência descobrir que poderia postar no mesmo dia que da última vez, e inconscientemente foram citados o mesmo número de músicas. Quem sabe isso não vire uma "tradição" e no dia 17 de dezembro do ano que vem aqui esteja eu, falando sobre mais músicas hahah

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Vamos falar sobre: Boyhood



Oi, como vai?
Hoje estou aqui para falar sobre este filme que estreou há não muito tempo nos cinemas, mas se destacou muito e recebeu até indicação ao Globo de Ouro, Boyhood. Sua premissa e o modo como foi produzido já tinham me atraído muito quando descobri, e finalmente pude assisti-lo. 
Boyhood narra toda a adolescência de Mason, interpretado por Ellar Coltrane, mas, o mais interessante é: o longa aborda um período de 12 anos, mas não foram usados efeitos visuais, maquiagem ou outros atores. O elenco permanece exatamente o mesmo. Começamos um filme com Mason criança brincando na rua e terminamos com um adulto de barba decidindo seu próprio futuro. 
Mason é um garoto comum, que não se destaca nas notas ou em esportes, mas que tem gostos um tanto diferentes da maioria dos outros garotos e desenvolve, ao longo do filme, um pensamento um tanto crítico e filosófico sobre a vida. Ele vive com a irmã Samantha e a mãe solteira Olivia, que se separara do marido e pai das crianças já algum tempo, com quem vive, pelo menos no início, em acaloradas discussões. 
Com o passar do tempo acompanhamos todas as mudanças típicas da adolescência, mas não somente na vida de Mason como na de sua mãe, que tenta se casar de novo e se tornar professora; na da irmã, que deixa de ser uma garotinha implicante com o irmão caçula; até mesmo na do pai, que vai deixando de lado aquele jeito de "garotão" e passa a assumir novas responsabilidades.



É um filme bem reflexivo, com um roteiro muito bem feito e sem diálogos desperdiçados. Percebemos o amadurecimento de todos o elenco junto com o amadurecimento dos personagens, e é como se toda a mudança do elenco de Harry Potter (a saga é bem presente no início do filme, algo que achei muito legal) ao logo dos oito filmes acontecesse um único longa. A passagem do tempo, além da clara mudança na aparência do elenco, é retratada por meio de referências a novos filmes, livros ou músicas que foram lançados nos últimos anos, algo bastante interessante. É como se o roteiro se atualizasse ao longo dos anos. 
Apesar da longa duração (tem cerca de 2h50), não chega a ser cansativo, mas, se você está esperando um filme com mistérios e um clímax, poderá se decepcionar. É um ótimo filme, porém um tanto... parado.  
Algo que eu esperava e que senti falta ao perceber que não aconteceria são as primeiras vezes do garoto, o que é esperado para um filme sobre adolescência. Primeiro beijo, primeira namorada, primeira vez, entre diversas outras descobertas que pensei que faríamos com o protagonista.
Mesmo assim, não é algo que tire a qualidade e a verossimilhança do filme, um dos poucos que já vi que retratam a adolescência sem exageros ou clichês. Sua gravação durou apenas 39 dias, mas ao longo de 12 anos, e é uma experiência única poder assisti-lo.
Ao terminar, resta uma sensação de que o tempo passa rápido demais, as coisas vêm e vão e que, ao menos para mim, que ainda estou no colegial, que a faculdade e as decisões sobre o futuro estão cada vez mais próximas.
Vale muito a pena, altamente recomendado!

Até a próxima ;D

sábado, 29 de novembro de 2014

Então eu assisti... Pitch Perfect!

Oi, como vai?
Hoje estou aqui para falar sobre este divertido musical, Pitch Perfect (no Brasil, A Escolha Perfeita). Ele conta a história de Beca, uma garota "alternativa", com um estilo diferente, que adora mixar músicas e sonha em ser DJ, que entra para uma faculdade onde não se estuda (não vi uma sala de aula no filme, me corrijam se estiver errado). Lá, os estudantes se dividem em espécies de irmandades, grupos que participam de concursos musicais acapella (performances completas, mas sem instrumento algum, apenas com a voz dos cantores). As competições começam dentro da própria faculdade, mas levam a outros concursos até que chegamos ao nacional. Beca não costumava cantar de fato, até que sua voz foi descoberta por uma das integrantes do grupo Bellas. Este grupo, formado só por garotas, passou por um vexame em sua última competição, e elas agora precisam encontrar um jeito de evitar que percam novamente. 
A autoritária líder das Bellas, Aubrey, é uma espécie de "ala conservadora" do grupo, e faz com que cantem a mesma música em todas as apresentações, com o mesmo uniforme e basicamente a mesma coreografia. Eis que o grupo, que antes era ocupado somente por garotas dentro de um certo padrão de beleza, ganha integrantes como Fat Amy e a quieta (e asiática) Lilly, e as garotas percebem que para poder vencer precisarão de uma inovação que só Beca e seus mixes podem trazer.



Esta é, digamos, um introdução básica do filme, que, embora previsível e clichê, é muito divertido e gostoso de ser assistido. Você sabe desde o início como o filme irá terminar (aposto que você já sabe como ele termina só com a minha sinopse), mas o legal é ver como tudo isso se desenrola, sem contar que é muito divertido acompanhar a rivalidade entre os grupos da faculdade. Além de garantir boas risadas (principalmente com Fat Amy), apresenta músicas muito legais e um tanto conhecidas de uma maneira que eu não estava habituado a ver. 
Não queria fazer esta comparação, mas digamos que Pitch Perfect está em algum lugar entre High School Musical e Glee. Não tão infantil e tão Disney, mas também não tão... drama?
Não há como não se enlevar pela história, e não tem como se ater aos quesitos técnicos e ser imparcial. Não é o melhor musical que verei na vida, mas gostei bastante, e já aguardo para assistir ao segundo, que chega aos cinemas no ano que vem. Confira só o trailer do primeiro filme, de 2012, e de Pitch Perfect 2:





Mesmo com todos os clichês que falei, é um filme muito legal e que recomendo. Sem dúvidas, você irá se divertir muito. Pitch Perfect 2 tem estreia prevista para o dia 15 de maio de 2015!

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Vamos falar sobre: A Esperança - parte 1



Foi só acabar a sessão de Em Chamas, em 15 de novembro de 2013, que comecei minha contagem regressiva para "A Esperança - parte 1", que estreou ontem (sim, em plena quarta feira, mas achei um ótimo dia para se estrear filmes) arrasando as estruturas emocionais e superando todas as expectativas (que eram altíssimas).
No primeiro filme, Jogos Vorazes, conhecemos Panem, todos os seus problemas sociais e os temidos Jogos, nos quais adolescentes são mandados para uma arena para lutarem até a morte enquanto toda a população assiste. Já no segundo, Em Chamas, os atos tomados por Katniss geram uma rebelião em certos Distritos, e a população começa a se mobilizar contra a Capital e suas ordens enquanto a Garota em Chamas deverá voltar à arena, para, desta vez, enfrentar oponentes ainda mais perigosos e experientes. Agora, em A Esperança, a revolução finalmente eclodiu por todo o país, e Katniss deverá ser a face desta revolução, a porta-voz dos rebeldes, o Tordo.
O Distrito 12 foi bombardeado e a maioria de sua população foi morta, suas construções reduzidas a pilhas de cinzas. A parte da população que conseguiu escapar se dirigiu, liderada por Gale, ao Distrito 13, que acreditava-se estar dizimado pela Capital por iniciar uma rebelião.
Katniss, a garota decidida dos outros longas, encontra-se traumatizada, perturbada por tudo o que aconteceu a ela e aos seus amigos e aliados, e deverá superar tudo isso para tornar-se a face da revolução. É isso o que decide ser quando vê toda a destruição que a Capital causou em seu Distrito, e aí começa uma verdadeira campanha publicitária para disseminar os ideais dos rebeldes e incitar a revolução em cada vez mais Distritos. 
Em contrapartida, temos Peeta, que se transformou em uma espécie de marionete da Capital e pede um cessar-fogo entre as duas partes, para que se evite uma guerra civil.
Tudo se intensifica quando Katniss presencia o bombardeamento de um hospital cheio de inocentes feridos no Distrito 8.
















À partir daí, não darei mais detalhes, tendo você lido o livro ou não. 
O desenvolvimento da história neste longa é diferente dos outros: mais lento, mas nem um pouco chato. O fato de o livro ter sido dividido em 2 partes (o que agora, depois de assistir, aprovo) faz com que muitas partes do início, que já é mais parado no livro, sejam melhor aproveitadas, e não se trate de um único filme corrido e superficial.
Há uma exploração muito maior do psicológico dos personagens, principalmente de Katniss, na melhor atuação de Jennifer Lawrence que já vi na saga (que já era sensacional nos outros longas).
A atmosfera do livro é muito bem desenvolvida no filme, e ficamos apreensivos, indignados, tristes, animados e com vontade de nos juntar à revolução contra a Capital.
As cenas da revolução em outros Distritos são sensacionais, o que nos leva a outro ponto positivo da adaptação: tudo o que foi acrescentado foi realmente importante para a história. Não tivemos mudanças que atrapalhassem nada, pelo contrário: tudo aquilo que foi mexido foi muito bem-vindo.







Os efeitos especiais estão cada vez melhores e grandiosos, e é incrível ver como a saga cresceu. Em comparação aos outros dois longas, que já são muito bem feitos, este conseguiu ser ainda melhor, e o trabalho cuidadoso contribui até mesmo para o mal estar que sentimos em certas cenas, como a visita de Katniss ao Distrito 12, cuja caracterização é realmente impactante (principalmente quando são mostrados os corpos carbonizados caídos em meio aos escombros). 
As atuações são magníficas, com destaque para Jennifer (obviamente) e Josh, que, com uma caracterização incrível, conseguiu se superar e ser com perfeição um Peeta perturbado, fora de si. 
Mesmo que Jogos Vorazes já seja bom, a mão de Francis Lawrence, o diretor, fez a saga dar um grande salto, e mal posso esperar para ver a grandiosidade de "A Esperança - parte 2", que trará a maior parte da ação e o desfecho épico e de tirar o fôlego para essa incrível saga. 

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Primeiro teaser trailer de Insurgente divulgado!


Isso mesmo, amigos, a divulgação do filme Insurgente, que estreia em março de 2015, está a toda! Hoje foi divulgado o primeiro teaser trailer do filme, que, mesmo que não mostre nenhuma cena do livro de fato, é muito simbólico e cheio de incríveis efeitos especiais.
Confira: 



No treaser, Tris, a personagem de Shailene Woodley, tenta salvar sua mãe em uma Chicago destruída, mas é como se não conseguisse, a mãe sempre se encontrando em um perigo ainda pior e além de ser salva pela filha. Isso representa bem um dos maiores pesadelos de Tris no livro Insurgente, no qual a garota tenta superar a morte de seus pais e seguir em frente, enquanto a tensão entre as facções cresce cada vez mais e Jeanine intensifica sua busca e extermínio dos Divergentes, auxiliada pelos membros da Audácia.
Insurgente estreia no dia 20 de março de 2015 em 3D em todo o mundo!

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Trailer final de A Esperança - Parte 1 é divulgado!


Essa semana está cheia de ótimas notícias no mundo do cinema, depois de grande anúncio da Marvel com seus próximos heróis a serem levados para as telonas até 2019 e os posters interativos de Insurgente. Agora chegou a vez de A Esperança - parte 1, penúltimo filme da saga iniciada por Jogos Vorazes!
A divulgação, ao contrário da sensacional de Em Chamas, foi mais calada dessa vez (talvez a Lionsgate saiba que o sucesso do filme nas bilheterias já está garantido, ou esteja aguardando para nos surpreender na parte 2), mas agora, a menos de um mês da estreia, finalmente começou a dar as caras (antes se resumia a uns poucos posters não tão legais aqui, outras imagens ali, nada que realmente despertasse o nosso "uau"). Uma cena incrível foi divulgada, mas estava em um player da Lionsgate e não pude colocar aqui. De qualquer modo, essa cena está inserida no trailer final, que é INCRÍVEL! 
Veja só:



O trailer é simplesmente AI MEU DEUS DO CÉU CACETE, e ressuscitou a ansiedade pelo filme que considero o mais esperado do ano. 
A Esperança - parte 1 estreia no dia 19 de novembro no Brasil! Ah, e antes que eu me esqueça... if we burn, YOU BURN WITH US! 

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

PS. Perdoem os "gritos" em capslock, não pude resistir

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Divulgados posters em 3D de Insurgente!



Hoje a divulgação de Insurgente, segundo filme da trilogia Divergente, baseada nas obras de Veronica Roth, finalmente começou, e já começou em grande estilo! 
Foi divulgado há pouco um pôster de Caleb Prior, irmão de Tris, que, neste filme, ganhará muito mais destaque e mostrará um lado bem diferente do "garoto da Abnegação" que fora no primeiro longa. 
É um pôster muito interessante, que "se monta" e pode ser até mesmo manipulado, e vale a pena conferir (mesmo que todos já tenham vazado)! Além de Caleb, já foi divulgado o de Tori e temos uma contagem regressiva para a divulgação de todos os outros: Uriah, Max, Peter, Christina, Four e, finalmente, Tris, todos divulgados de uma em uma hora.
Confira o primeiro, de Caleb:


Foi uma boa estratégia de divulgação, e um bom jeito de lembrar a todos que o filme (que promete ser ainda melhor que Divergente) está chegando. Insurgente estreará nos cinemas no dia 20 de março de 2015, e o mais legal: em 3D!
Que comece a contagem regressiva!

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Vamos falar sobre: A Culpa é das Estrelas

Oi, como vai?
Hoje eu estou aqui para falar sobre A Culpa é das Estrelas, filme baseado no livro homônimo de John Green, que estreou ontem nos cinemas com todas as sessões lotadas! Comprar meu ingresso e ainda ter um bom lugar foi uma vitória, e cá estou eu, um dia depois, ainda pensando muito no filme e louco para voltar e assistir mais vezes. 
O livro de John Green conquistou tanto sucesso que se tornou uma espécie de referência dos livros YA (Young Adult), e já era de se esperar que o filme alcançasse sucesso parecido. Desde o início prometendo ser uma adaptação bem fiel (com John Green presente nos sets de gravação) e prometendo emocionar da mesma maneira que o livro fez, criei muitas expectativas para o filme. E todas elas foram superadas! 
A história, não há hoje em dia quem não conheça. Hazel Grace e Augustus Waters, dois jovens ligados pelo câncer (o dela, mais agressivo, e o dele já "adormecido"), se conhecem em um grupo de apoio para crianças que sofrem do mesmo problema, grupo este que a garota só frequenta por muita insistência dos pais. Desde que se trombam pela primeira vez, um certo clima surge, que vai culminar em uma das mais tocantes histórias de amor do século XXI.
Para resumir, o filme (e John Green, acima de tudo) nos conta a história de amor que todos queríamos ter, mas em uma situação que ninguém gostaria de estar. Todos (a não ser que a pessoa seja muito amarga, ou já tenha encontrado o que queria) desejam uma história de amor, cheia de particularidades, de química, aquela na qual você olha para a pessoa e sabe que é aquela com quem você quer ficar por muito e muito tempo. Nos faz nos identificar com os personagens, torcer pelo casal, e ao mesmo tempo querer e não querer uma história como aquela. Encontrar a pessoa amada, ser correspondido da mesma maneira, porém com a consciência de que nenhum dos dois terá muito tempo de vida (e que, a qualquer momento, "uma árvore de natal pode se acender").

No quesito adaptação, considero uma das melhores que vi nos últimos tempos, porque, bem, é perfeita! Não só todos os fatos mais importantes do livro estão lá, mas também do modo como estão na obra, algumas cenas inclusive com as mesmas falas. E uma coisa muito interessante que percebi é que, não importa a cena, algum elemento terá o tom de azul da capa do livro. 
A escolha do elenco dispensa comentários. É como se Hazel e Gus tivessem sido criados pensando em Shailene Woodley e Ansel Elgort, tamanho é o modo como combinam com os personagens, e a química entre os dois é incrível. Eu não conhecia o trabalho de Woodley até vê-la como Tris em Divergente, papel em que também deu um show, e a cada filme ela me surpreende mais. Também merecem destaque Nat Wolff, que interpreta Isaac (o amigo de Gus que perdeu os dois olhos para o câncer e sofre com o abandono da namorada, quem sempre dizia que ficariam juntos para sempre), Laura Dern, como a dedicada mãe de Hazel, e Willem Dafoe, ninguém menos que o escritor Peter Van Houten. 
Não cheguei a chorar, mas me lembro bem de um comentário de Markus Zusak (autor de A Menina que Roubava Livros) na capa de A Culpa é das Estrelas, que diz "Você vai rir, vai chorar e ainda vai querer mais". Pela reação do público é que vemos que o filme cumpriu sua promessa de tocar os espectadores assim como a obra de John Green tocou os leitores. Ao meu lado, pessoas soluçavam de chorar por cenas tristes, e não bem haviam parado de chorar começavam a rir por alguma cena engraçada ou alguma piadinha cheia de humor negro que se seguia. Logo estavam gargalhando, e não muitos momentos depois soluçando novamente. O filme oscila muito bem entre os momentos tristes e alegres, fazendo com que uma história sobre adolescentes com câncer não seja inteiramente depressiva, como muitos a contariam.



Algo que exerce um papel importante na hora de emocionar é a trilha sonora, que, cheia de músicas lindas e muito bem escolhidas (algum dia dedico um post inteiramente a ela), são também muito bem encaixadas e dão um toque de alegria ou melancolia às cenas. 
A maioria dos elogios que tenho à fazer ao filme são também à John Green, afinal é ele quem criou esta história que foi tão brilhantemente adaptada para o cinema, conseguindo passar tudo aquilo que o livro nos passa.
É clichê? Sim, como toda história de amor. E isso não tira em nenhum momento a emoção de descobrir cada novo passo dos dois, como quando se beijam pela primeira vez, ou quando tudo acaba. 
A quem já leu o livro, não preciso nem recomendar pois sei que ou já viram ou estão doidos de ansiedade para ver logo (a não ser que tenha odiado, há essa possibilidade). E a quem ainda não conhece a história, vale muito a pena, recomendadíssimo!

Okay?

terça-feira, 13 de maio de 2014

Vamos falar sobre: O Espetacular Homem Aranha 2


Oi, como vai?
Primeiramente peço desculpas pela demora para novos posts, devo confessar que a maratona fervorosa de Doctor Who que estou fazendo não me deixa muito tempo para qualquer outra coisa depois que ligo o computador (mal posso esperar para falar em algum dos posts, estou adorando!).
Enfim, hoje estou aqui para falar sobre o espetacular (não consegui resistir ao trocadilho) "O Espetacular Homem Aranha: a Ameaça de Electro", o segundo filme da nova franquia do super-herói. Pelo que andei lendo, o filme anda dividindo a crítica, e estou, sem dúvida, ao lado dos que adoraram. 
Nos primeiros minutos da película já temos cenas com os pais de Peter, que o abandonaram quando era criança. O personagem continua em sua busca por respostas, e são feitas algumas descobertas que mudam tudo o que ele pensava sobre os pais. 
Enquanto isso, no "presente", Parker deve lidar com o amor que sente por Gwen Stacy e a promessa que fez ao seu pai em seu leito de morte: se afastar da amada para não coloca-la em perigo. Além de tudo isso, Peter ainda precisa lidar com seu amigo, Harry Osborn, que, com a morte do pai, tornou-se o dono da Oscorp e sofre com a pressão e a falta de autoridade que sua pouca idade acaba trazendo perante os acionistas. Harry também tem uma grave doença que herdou do pai, e que o levará à morte da mesma maneira caso não encontre uma cura logo. E é na busca por essa cura que muitos problemas são causados, amizades são desfeitas e perdas irreparáveis devastam tanto os personagens em cena quanto o espectador na poltrona do cinema. 


No primeiro filme tivemos apenas um vilão, Lizard, aquele homem lagarto gigante que planejava transformar todos os habitantes de Nova York em seres de sua espécie. Foi um vilão bom, sim, mas não tanto quanto os dois (não conto Rhino porque sua participação foi pequena, mas provavelmente crescerá muito no próximo filme) que nos foram apresentados nesta sequência. Além do excelente Duende Verde, que ainda promete muito para os próximos filmes, temos Electro, o "vilão principal" da história. É um homem comum, que nunca foi notado pelos outros. Não recebe o devido crédito por seus projetos, nem é respeitado por aqueles com quem trabalha. Depois de tanto ser deixado de lado, é salvo pelo Homem Aranha, que o fez sentir-se muito importante, e se torna o fã número um do herói. Porém, em um acidente que sofreu na Oscorp (a geradora de todos os vilões da nova franquia) acaba se transformando em Electro, e se deslumbra com toda a atenção que pode ter com suas habilidades (além de poder se vingar de todos que o deixaram de lado até então).
Daqui em diante não darei mais detalhes que possam estragar as surpresas do filme, que posso dizer que é incrível e conta com cenas de tirar o fôlego!
As atuações são muito boas, com destaque, é claro, para o casal principal Andrew Garfield e Emma Stone. Os dois são namorados na vida real, e isso contribui para uma química estupenda entre os dois, redefinindo o significado da palavra "shippar". Também merecem destaque Dane DeHaan, que vive Harry Osborn, e Jamie Foxx, o Electro.  
O primeiro filme da nova franquia foi um tanto mediano, mas esse segundo consegue superar e tornou a nova leva de filmes a minha favorita. Tobey Maguire e Kirsten Dunst, eu gosto de vocês, mas a franquia de Andrew e Emma não tem comparações.
Além do ótimo enredo e das atuações, um dos melhores pontos do filme é o 3D. O aproveitamento do recurso é muito bem-feito e se tornou um dos melhores filmes em 3D que já vi. Só as cenas em que o Aranha pula de prédio em prédio já são sensacionais (sempre quis ver essas cenas em 3D e confesso que fiquei arrepiado), e as batalhas então... vale cada centavo que gastei com o ingresso. Se você tem a oportunidade de assistir ao filme em 3D, assista, não irá se arrepender!
Altamente recomendado!

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Então eu assisti... Divergente!



Oi, como vai?
Hoje estou aqui para falar sobre o tão aguardado (e incrível!) Divergente, que estreou ontem nos cinemas brasileiros. Dirigido por Neil Burger, o filme, em suas duas horas e meia, conseguiu ser uma adaptação sensacional e fez jus ao livro de Veronica Roth (que dá início a uma das minhas trilogias favoritas). 
Começamos com uma breve explicação sobre o sistema de facções que funciona na cidade de Chicago. A população é dividida em 5 facções, cada uma prezando por uma qualidade: Audácia, a bravura, Erudição, a inteligência, Franqueza, a honestidade, Amizade, a paz e Abnegação, o altruísmo. Beatrice Prior (interpretada por Shailene Woodley) é uma garota nascida na Abnegação, onde mora com os pais, e se aproxima de sua cerimônia de escolha, onde deverá escolher entre continuar vivendo com a família ou ir para outra facção e ser quem realmente é. Mas, em seu teste de aptidão (que indicaria em qual facção se encaixa), Beatrice descobre que é Divergente, ou seja, não se encaixa em uma única facção, e portanto não pode ser controlada (o que a torna perigosa aos olhos do governo).
Eis que o dia da Cerimônia da Escolha chega, e Beatrice, depois de muita dúvida, decide desertar de sua facção natal e ir para a Audácia, a facção dos corajosos.
O filme consegue nos prender desde o início, mas é quando Beatrice sai da Cerimônia com os membros de sua nova facção e tem que correr com eles e escalar os trilhos do trem para pular dentro dos vagões (que não diminuem a velocidade para que embarquem) que a ação começa. Tendo que pular depois para fora do trem, e ainda para dentro das instalações da Audácia, Beatrice vai tendo uma noção da adrenalina que enfrentará por lá e ainda ganha uma nova identidade: Tris. Passamos então por toda a sua iniciação, e de como se transformou de uma Careta em uma das melhores entre os iniciandos.



É em sua iniciação que também conhecemos Quatro (interpretado pro Theo James), um rapaz habilidoso mas um tanto ríspido, que desenvolve sentimentos por Tris e a ajuda tanto a sobreviver à iniciação quanto em momentos de perigo real. Descobrimos mais sobre sua história e seus segredos, e fica difícil não se tornar um Fourtris shipper (alguém que torce pelo casal). 
Se antes eu não conseguia aceitar Theo James como Quatro, depois de assistir ao filme não consigo imaginar outro ator para o papel. É como se ele tivesse nascido para ser Quatro, assim como Shailene nasceu para ser Tris, e a química dos dois é incrível! 



Houveram algumas mudanças do livro para o filme, afinal estamos falando de uma adaptação, mas não é nada que atrapalhe a história. Pelo contrário, algumas mudanças foram necessárias e extremamente bem-vindas. Por exemplo, no livro Peter lança uma faca contra o olho de Edward (ambos iniciandos), que estava no topo da classificação. Seria uma cena legal, sim, mas temos que levar certos aspectos em consideração: o público-alvo do filme são os adolescentes, e se essa cena fosse realmente feita provavelmente a censura aumentaria e excluiria boa parte desse público. E uma cena do final, que é surpreendente até mesmo para quem leu o livro, é sensacional e se encaixa bem melhor no filme do que se encaixaria um final exatamente igual ao do livro. Outra mudança bem-vinda é a participação maior de Jeanine Matthews, a vilã da história, que no livro é bem menor. Assim, a maravilhosa atuação de Kate Winslet foi melhor aproveitada, e ainda se tornou uma das vilãs mais legais das sagas que já li.  
A trilha sonora, que antes eu tinha achado "digital" demais, acabou por acompanhar muito bem as cenas em que são colocadas e dão uma emoção especial aos acontecimentos.
Sinceramente, mesmo querendo estar enganado, esperava um filme fraco, ou uma adaptação cheia de mudanças ridículas. Mas o filme me deu um grande tapa na cara e saí de lá estupefato, com todas as expectativas superadas, cheio de elogios para fazer e já com vontade de assistir novamente! 
Tudo bem, esse review não foi dos mais imparciais, mas é tudo o que penso sobre o filme, e mal posso esperar pelo lançamento do DVD para assistir mais e mais vezes, e por mais notícias de Insurgente, que já foi confirmado.
Altamente recomendável, tendo você lido a obra de Veronica Roth ou não!

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

terça-feira, 15 de abril de 2014

Vamos falar sobre: Noé


Oi, como vai?
Hoje estou aqui para falar sobre o filme Noé, baseado na história do best-seller mundial Bíblia Sagrada que conta a história que, creio eu, todos conhecemos, de Noé, um homem que recebe uma missão do Criador: construir uma arca e salvar a sua família e a um casal de cada espécie de animal da Terra no terrível dilúvio que acabaria com o mundo.
O filme começa contando a história de Adão e Eva, do surgimento dos homens, dos Guardiões (anjos caídos, que acabaram ficando aprisionados em rochas) e de como o homem fugiu do controle e acabou com o mundo, fazendo com que o Criador resolvesse destruir a humanidade e "começar tudo de novo". Para isso, causaria o dilúvio, e Noé teve sonhos, recados, digamos, enviados pelo Criador para indicar o que aconteceria com o planeta e qual seria seu papel nisso. Na época com seus filhos pequenos, Noé vai até a montanha onde mora seu avô, Matusalém, saber mais sobre sua missão. Lá, descobre que deverá construir uma arca, onde abrigará um casal de cada espécie de animal para que nenhuma se perca, e não poderá admitir a presença de mais pessoas, para que a humanidade de fato acabe. Eis que, quando seus filhos já estão crescidos e a arca quase pronta, os homens descobrem o que ele está fazendo e o que acontecerá com todo o mundo, e entram em uma espécie de guerra contra a família de Noé (que é protegida pelos Guardiões) para garantir sua sobrevivência. Mas, além dos conflitos com os homens que desejam entrar na arca, temos conflitos dentro da própria família. Cam (interpretado por Logan Lerman), vê que não terá ninguém (mais especificamente, nenhuma mulher) para ele depois do dilúvio, e portanto não poderá se reproduzir e dar "continuidade à espécie". Ila (interpretada por Emma Watson), tem Sam, mas é estéril, e não poderá também lhe dar filhos. Era o que Noé pensava que o Criador desejava, acabar para sempre com a humanidade, e qualquer evento que atrapalhe os planos acabará gerando muitos problemas que, mesmo em meio a uma história muito boa e excelentes efeitos especiais, fazem valer o filme. 


Foi um filme surpreendente, principalmente para mim, que pensava que o clímax se dava no momento do dilúvio e depois o filme não se estenderia muito. Digamos que o dilúvio é apenas um "ponto de virada", e muita coisa acontece depois disso que deixa o espectador apreensivo na poltrona do cinema. E não só apreensivo, mas em certo momento fiquei realmente com raiva de Noé, mesmo entendendo que ele só queria cumprir a missão que lhe foi dada. 
Como falei, os efeitos especiais são ótimos. O dilúvio, as animações, os Guardiões, tudo é muito bem feito, e o filme ganha um ar épico, ficando difícil se lembrar em alguns momentos que foi baseado em uma passagem bíblica. Não quero iniciar uma discussão sobre religião nem nada, mas não acredito na Bíblia e em nada de Adão, Eva, Paraíso e tudo o mais. E isso não me impediu de apreciar o filme e ser levado pela história. Pelo que me lembro, em nenhum momento a palavra "Deus" é mencionada. Como brinquei no início do post, o filme é baseado em uma passagem do maior best-seller de todos os tempos, e não é necessário ser religioso para entender e apreciar o filme. 



As atuações são muito boas. Russel Crowe no papel de Noé, Anthony Hopkins como Matusalém e Emma Watson como Ila são, para mim, os destaques do filme, mas todos os atores desempenham belamente seus papéis e o sofrimento que passam é bem crível. A personagem de Watson sofre, e sofre muito, e suas lágrimas doem no íntimo de cada espectador. Mais uma vez a atriz mostra que pode muito mais do que já nos mostrou até hoje, e se supera a cada trabalho. Ah, e por falar em Emma Watson, hoje é seu aniversário de 24 anos!
É um filme maravilhoso, com momentos de tensão e de surpresa que vão muito além do dilúvio e de toda a história que você conhece. Altamente recomendado!

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Vamos falar sobre: Frozen



Oi, como vai?
Hoje estou aqui para falar sobre o mais recente filme da Disney, Frozen, que é simplesmente... maravilhoso!
O filme conta a história de duas princesas: Elsa e Anna. Elsa nasceu com o poder de congelar as coisas, o qual não conseguia controlar. Anna, sua irmã, é uma garota muito desastrada, mas bem humorada, que adorava brincar com Elsa e com seus poderes na infância. Até que, em uma dessas brincadeiras, um acidente terrível ocorre, e Anna fica entre a vida e a morte. Para ser curada, a garota deveria perder todas as suas lembranças sobre os poderes da irmã, e quando acorda é como se todas as brincadeiras que tiveram fossem como as de qualquer outra criança, sem nada de anormal.
Mas a preocupação com os poderes de Elsa faz com que o rei feche as portas do castelo para a população e a garota se tranque em seu quarto, tentando ao máximo esconder e controlar suas habilidades. Em uma viagem pelo mar, os pais das duas garotas morrem, e elas crescem sozinhas no castelo, cercadas apenas pelos criados, mas mais distantes do que nunca.
Uma das passagens mais bonitas do filme é quando Anna canta "Do you wanna build a snowman?". A garotinha vai todos os dias até a porta do quarto da irmã convida-la para brincar, mas Elsa continua do lado de dentro, isolada.
Por causa da morte dos pais, Elsa, que é a irmã mais velha, será coroada a nova rainha quando chegar à idade. E, quando esse dia finalmente chega, as portas do castelo são abertas para a população e ocorre um grande baile. Mas toda a alegria acaba durando pouco. O tempo todo temendo mostrar seus poderes (ainda incontroláveis) para a população e ser acusada de bruxaria, Elsa usa luvas e evita um contato maior com qualquer um, até que Anna estraga tudo, e faz com que os poderes da irmã sejam revelados para todos e ela seja obrigada a fugir para longe. E, no meio da fuga, seus poderes acabam chegando ao extremo e Elsa desencadeia uma forte tempestade de neve e um inverno rigoroso.
Anna se sente culpada (e com razão) por tudo o que aconteceu, e resolve ir atrás da irmã e tentar faze-la voltar para o castelo. Eis que, no caminho, ela se encontra com Kristoff e seu alce Sven, que ganhavam a vida vendendo gelo. Como gelo era o que menos faltava na vida da população, seu negócio ficou um tanto comprometido, e eles embarcam nesta aventura com Anna para poder acabar com o inverno.



A melhor palavra para resumir esse filme é: Disney. Como todo filme da Disney, temos cantoria, muita cantoria. Temos lindos desenhos e personagens carismáticos. E temos os valores, uma das coisas que mais gostei. Enquanto muitos filmes passam valores de amor entre homem e mulher, Frozen passa valores de amor da família, entre as duas irmãs. Temos romance, sim, mas este não está em primeiro plano.
Como disse, as animações são lindas e os personagens, muito carismáticos. Elsa é minha personagem favorita, mas todos acabam se tornando queridos do espectador ao final do longa.
De início, a única coisa de que não consegui gostar muito era o fato de ter uma música a cada cinco minutos, mas logo essa periodicidade é amenizada e a história se desenvolve, então não é uma coisa que incomoda muito. E, quando tudo se conclui, é difícil imaginar o filme sem todas essas músicas. Algumas cenas só tocam realmente com as músicas, sem elas tudo ficaria meio vazio.
É tudo muito bem colocado, não há exageros. Não temos muito humor nem muito drama, mas uma boa quantidade de cada um que torna o tempo que passamos vendo o filme realmente agradável. A todo momento está claro que é um filme infantil, mas isso não significa que seja direcionado apenas às crianças. Com ingredientes que agradam a todas as faixas etárias, é altamente recomendado, e se você ainda não assistiu... o que está esperando?

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Vamos falar sobre O Hobbit: A Desolação de Smaug


Oi, como vai?
Hoje estou aqui para falar sobre o excelente O Hobbit: A Desolação de Smaug, o segundo filme da trilogia baseada no livro de J. R. R. Tolkien. 
O filme continua narrando as aventuras de Bilbo Bolseiro e a companhia de anões em sua jornada para recuperar o castelo e as riquezas tomadas pelo terrível dragão Smaug. Enquanto o primeiro puxa mais para o humor e mesmo com todos os perigos, é um filme mais leve, este segundo é bem mais sombrio e perigoso. As aventuras na Floresta Sombria, a luta com as aranhas gigantes, a fuga nos barris, a luta contra os orcs e a luta contra Smaug... são espetaculares! A história, mesmo que bem diferente do que acontece no livro, acaba sendo sensacional por si só e, mesmo com as mudanças (algumas vezes bem vindas) é uma boa adaptação e um filme maravilhoso.
O 3D é muito bem aproveitado, e as cenas ficam muito mais belas e reais com o efeito. Mesmo com o ótimo conteúdo, ainda acho que o filme em 2D não teria tanta graça assim. 
Bilbo prova cada vez mais sua utilidade, assim como o importante anel, que o ajuda em muitas das missões. 
O filme, em suas mais ou menos três horas, não é nem um pouco cansativo. Claro, quando a sessão acabou minhas pernas já estavam dormentes e era como se eu tivesse feito uma longa viagem de carro sem nenhuma parada. Mas o filme não se torna maçante. Em meio a cenas mais tranquilas e cenas de aventura, bem mais presentes, te deixa colado na cadeira, sem querer perder nenhum detalhe. 
Neste filme conhecemos mais sobre os elfos, e mesmo sem nem uma citação a Legolas no livro, temos o personagem bem presente, assim como Tauriel, que não existe no livro mas que foi uma ótima mudança. Além de dar um ar romântico ao filme, se mostrou uma grande guerreira e contribuiu para a ação do filme.


Os orcs, mesmo não sendo um problema nessa parte do livro, incomodaram bastante, mas não no mau sentido. Eles também apareceram bastante, e geraram muitos problemas para os elfos, a companhia de anões e Gandalf.
Por falar em Gandalf... na parte do livro à qual o filme correspondeu Gandalf não aparece. Ele se separa dos anões e vai em uma jornada sozinho, que só é contada rapidamente mais para o final do livro. Gostei bastante do fato de mostrarem o que Gandalf estava fazendo, afinal.
E ainda temos Benedict Cumberbatch (isso mesmo, Sherlock Holmes) no papel de ninguém menos que Smaug, emprestando suas feições ao dragão. 
Também tenho que fazer uma menção honrosa à I See Fire, música de Ed Sheeran para a trilha sonora, que é muito boa! Veja só o clipe oficial:


Mal posso esperar por The Hobbit: there and back again, o terceiro e último filme, que estreará em dezembro de 2014. Um filme de encher os olhos, vale muito a pena tanto para aqueles que já são fãs há muito tempo quanto para aqueles que querem entrar no mundo criado pro Tolkien e adaptado por Peter Jackson!

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Músicas perfeitas que eu descobri em trilhas sonoras



Oi, como vai?
Hoje eu vim fazer uma lista (o que não faço há muito tempo, saudades) de músicas perfeitas que eu descobri em trilhas sonoras. Muitas porque foram feitas para o filme e muitas que foram selecionadas para aquela trilha sonora e que são tão perfeitas que não pude deixar de baixar e continuar ouvindo mesmo depois de o filme já ter passado há muito tempo.
Não vou fazer um top 7, como na maioria das vezes, porque não consigo escolher só sete músicas. E não vou numerá-las, apenas lista-las, pois não consigo me decidir sobre qual é a melhor entre elas. Por isso, mesmo que a música venha no final da lista, isso não significa que eu gosto menos dela do que de algumas que vieram no início.
Vamos lá:

It's Time - Imagine Dragons



Essa música eu descobri no trailer de The Perks of being a Wallflower. Nem chega a fazer parte da trilha sonora do filme, mas desde que ouvi no trailer adorei e não parei de ouvir. Além do mais, foi aí que descobri a incrível banda Imagine Dragons, da qual baixei praticamente toda a discografia.

Atlas - Coldplay



A música da banda Coldplay, que adoro, para a trilha sonora de Catching Fire é perfeita! A primeira vez que ouvi não gostei tanto, mas depois que ouvi mais vezes viciei. Essa música, aliás, está concorrendo ao Grammy por melhor música escrita para mídia visual.

All About Us - He is We


All About Us, de He is We (até agora não sei se é uma banda ou uma cantora, mas baixei muitas músicas, que são realmente fofinhas), estava na lista de músicas da trilha sonora de City of Bones (embora eu não tenha ouvido em nenhum momento no filme) e desde a primeira vez que ouvi foi uma espécie de amor à primeira... ouvida. E esse clipe é muito chorável lindo, vale à pena assistir.

Heroes - David Bowie


Eu sempre ouvi falar de Bowie, mas nunca tinha ouvido uma música de fato. E quanto ouvi a música em The Perks of Being a Wallflower (a música do túnel!) gostei tanto que... ah, vocês já sabem, né?

Come on Eileen - Dexys Midnight Runners


Mais uma música da trilha sonora de The Perks. A trilha sonora desse filme é uma das minhas favoritas, e o filme também é um dos meus filmes favoritos, e Emma Watson é uma das minhas atrizes favoritas, enfim...

When the Darkess Comes - Colbie Caillat


Mais uma de City of Bones, essa é a minha favorita da trilha sonora. Eu já gostava de Colbie Caillat antes. Não era fã, nem nada, mas sempre achei as músicas muito legais. Esta não pude deixar de baixar pra ouvir mais e mais vezes.

House of the Rising Sun - Lauren O'Connel


Desta vez não de um filme, mas de uma série, House of the Rising Sun é uma das músicas que mais ando ouvindo ultimamente. A versão original é muito boa, mas a versão de Lauren O'Connel, que tocou em algumas promos de American Horror Story Coven, é definitivamente a minha favorita!

Midnight City - M83


Essa música, da trilha sonora de Meu Namorado é um Zumbi, é sensacional! Eu já havia ouvido em algum lugar, mas não me lembrava bem de onde. Quando a ouvi no filme, pesquisei logo depois a lista de músicas e adorei. Aliás, toda a trilha sonora desse filme é muito boa, mas Midnight City é a minha favorita. 

Somewhere Only We Know - Keane


Voltando às séries, esta eu ouvi em Glee (quando eu assistia, há uns dois anos, mais ou menos) e logo procurei a versão original, que é simplesmente perfeita!

Total Eclipse of the Heart - Bonnie Tyler


Já que estou falando de músicas das trilhas sonoras de filmes e séries, por que não falar de... livros? Total Eclipse of the Heart é a música da dança de Pat e Tiffany em O Lado Bom da Vida, e durante a narrativa Pat coloca trechos da música, então optei por ler ouvindo. Foi o melhor jeito de se ler aquela cena! E a música é muito boa.

Winter Song - Sara Bareilles e Ingrid Michaelson



A primeira vez que ouvi essa música foi nos poucos segundos de uma promo de American Horror Story (como sempre doentias, mas que eu adoro) na qual uma cobra entra na boca de uma mulher. Mesmo sendo usada nesse contexto, a música tem uma melodia doce e uma letra bonitinha, toda romântica. Gosto muito de Winter Song, e Sara Bareilles é uma revelação da música, que despontou recentemente e está fazendo cada vez mais sucesso.

Young and Beautiful - Lana del Rey



Eu adoro Lana del Rey (sim, mesmo com todos aqueles que criticam e falam mal tendo ouvido metade de uma das músicas, ela é uma cantora sensacional) e quando ouvi sua música para a trilha sonora de O Grande Gatsby (que no fim acabou lançando também como single) não pude parar de ouvir. É uma letra maravilhosa, e um som que... bem, não há como explicar, mas a música é sensacional, vale a pena ser ouvida mais e mais vezes.

Over the Love - Florence Welch 



Como muitos dos que acompanham meu blog há mais tempo podem testemunhar, eu sou um grande fã da banda Florence and the Machine, e quando descobri que Florence Welch, a vocalista, faria uma música para a trilha sonora de O Grande Gatsby, fiquei muito ansioso. E eis que a música saiu e não me decepcionei nem um pouco: é perfeita!

Bem, essas são as minhas músicas favoritas que descobri em trilhas sonoras. Como eu falei antes, elas não estão em ordem de preferência. Se você gostou da ideia e quiser transformar em uma tag para falar sobre as suas músicas favoritas que descobriu em trilhas sonoras, sinta-se à vontade, mas não se esqueça de dar os créditos, ein?

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D