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quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Vamos falar sobre: A Esperança - parte 1



Foi só acabar a sessão de Em Chamas, em 15 de novembro de 2013, que comecei minha contagem regressiva para "A Esperança - parte 1", que estreou ontem (sim, em plena quarta feira, mas achei um ótimo dia para se estrear filmes) arrasando as estruturas emocionais e superando todas as expectativas (que eram altíssimas).
No primeiro filme, Jogos Vorazes, conhecemos Panem, todos os seus problemas sociais e os temidos Jogos, nos quais adolescentes são mandados para uma arena para lutarem até a morte enquanto toda a população assiste. Já no segundo, Em Chamas, os atos tomados por Katniss geram uma rebelião em certos Distritos, e a população começa a se mobilizar contra a Capital e suas ordens enquanto a Garota em Chamas deverá voltar à arena, para, desta vez, enfrentar oponentes ainda mais perigosos e experientes. Agora, em A Esperança, a revolução finalmente eclodiu por todo o país, e Katniss deverá ser a face desta revolução, a porta-voz dos rebeldes, o Tordo.
O Distrito 12 foi bombardeado e a maioria de sua população foi morta, suas construções reduzidas a pilhas de cinzas. A parte da população que conseguiu escapar se dirigiu, liderada por Gale, ao Distrito 13, que acreditava-se estar dizimado pela Capital por iniciar uma rebelião.
Katniss, a garota decidida dos outros longas, encontra-se traumatizada, perturbada por tudo o que aconteceu a ela e aos seus amigos e aliados, e deverá superar tudo isso para tornar-se a face da revolução. É isso o que decide ser quando vê toda a destruição que a Capital causou em seu Distrito, e aí começa uma verdadeira campanha publicitária para disseminar os ideais dos rebeldes e incitar a revolução em cada vez mais Distritos. 
Em contrapartida, temos Peeta, que se transformou em uma espécie de marionete da Capital e pede um cessar-fogo entre as duas partes, para que se evite uma guerra civil.
Tudo se intensifica quando Katniss presencia o bombardeamento de um hospital cheio de inocentes feridos no Distrito 8.
















À partir daí, não darei mais detalhes, tendo você lido o livro ou não. 
O desenvolvimento da história neste longa é diferente dos outros: mais lento, mas nem um pouco chato. O fato de o livro ter sido dividido em 2 partes (o que agora, depois de assistir, aprovo) faz com que muitas partes do início, que já é mais parado no livro, sejam melhor aproveitadas, e não se trate de um único filme corrido e superficial.
Há uma exploração muito maior do psicológico dos personagens, principalmente de Katniss, na melhor atuação de Jennifer Lawrence que já vi na saga (que já era sensacional nos outros longas).
A atmosfera do livro é muito bem desenvolvida no filme, e ficamos apreensivos, indignados, tristes, animados e com vontade de nos juntar à revolução contra a Capital.
As cenas da revolução em outros Distritos são sensacionais, o que nos leva a outro ponto positivo da adaptação: tudo o que foi acrescentado foi realmente importante para a história. Não tivemos mudanças que atrapalhassem nada, pelo contrário: tudo aquilo que foi mexido foi muito bem-vindo.







Os efeitos especiais estão cada vez melhores e grandiosos, e é incrível ver como a saga cresceu. Em comparação aos outros dois longas, que já são muito bem feitos, este conseguiu ser ainda melhor, e o trabalho cuidadoso contribui até mesmo para o mal estar que sentimos em certas cenas, como a visita de Katniss ao Distrito 12, cuja caracterização é realmente impactante (principalmente quando são mostrados os corpos carbonizados caídos em meio aos escombros). 
As atuações são magníficas, com destaque para Jennifer (obviamente) e Josh, que, com uma caracterização incrível, conseguiu se superar e ser com perfeição um Peeta perturbado, fora de si. 
Mesmo que Jogos Vorazes já seja bom, a mão de Francis Lawrence, o diretor, fez a saga dar um grande salto, e mal posso esperar para ver a grandiosidade de "A Esperança - parte 2", que trará a maior parte da ação e o desfecho épico e de tirar o fôlego para essa incrível saga. 

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Músicas perfeitas que eu descobri em trilhas sonoras



Oi, como vai?
Hoje eu vim fazer uma lista (o que não faço há muito tempo, saudades) de músicas perfeitas que eu descobri em trilhas sonoras. Muitas porque foram feitas para o filme e muitas que foram selecionadas para aquela trilha sonora e que são tão perfeitas que não pude deixar de baixar e continuar ouvindo mesmo depois de o filme já ter passado há muito tempo.
Não vou fazer um top 7, como na maioria das vezes, porque não consigo escolher só sete músicas. E não vou numerá-las, apenas lista-las, pois não consigo me decidir sobre qual é a melhor entre elas. Por isso, mesmo que a música venha no final da lista, isso não significa que eu gosto menos dela do que de algumas que vieram no início.
Vamos lá:

It's Time - Imagine Dragons



Essa música eu descobri no trailer de The Perks of being a Wallflower. Nem chega a fazer parte da trilha sonora do filme, mas desde que ouvi no trailer adorei e não parei de ouvir. Além do mais, foi aí que descobri a incrível banda Imagine Dragons, da qual baixei praticamente toda a discografia.

Atlas - Coldplay



A música da banda Coldplay, que adoro, para a trilha sonora de Catching Fire é perfeita! A primeira vez que ouvi não gostei tanto, mas depois que ouvi mais vezes viciei. Essa música, aliás, está concorrendo ao Grammy por melhor música escrita para mídia visual.

All About Us - He is We


All About Us, de He is We (até agora não sei se é uma banda ou uma cantora, mas baixei muitas músicas, que são realmente fofinhas), estava na lista de músicas da trilha sonora de City of Bones (embora eu não tenha ouvido em nenhum momento no filme) e desde a primeira vez que ouvi foi uma espécie de amor à primeira... ouvida. E esse clipe é muito chorável lindo, vale à pena assistir.

Heroes - David Bowie


Eu sempre ouvi falar de Bowie, mas nunca tinha ouvido uma música de fato. E quanto ouvi a música em The Perks of Being a Wallflower (a música do túnel!) gostei tanto que... ah, vocês já sabem, né?

Come on Eileen - Dexys Midnight Runners


Mais uma música da trilha sonora de The Perks. A trilha sonora desse filme é uma das minhas favoritas, e o filme também é um dos meus filmes favoritos, e Emma Watson é uma das minhas atrizes favoritas, enfim...

When the Darkess Comes - Colbie Caillat


Mais uma de City of Bones, essa é a minha favorita da trilha sonora. Eu já gostava de Colbie Caillat antes. Não era fã, nem nada, mas sempre achei as músicas muito legais. Esta não pude deixar de baixar pra ouvir mais e mais vezes.

House of the Rising Sun - Lauren O'Connel


Desta vez não de um filme, mas de uma série, House of the Rising Sun é uma das músicas que mais ando ouvindo ultimamente. A versão original é muito boa, mas a versão de Lauren O'Connel, que tocou em algumas promos de American Horror Story Coven, é definitivamente a minha favorita!

Midnight City - M83


Essa música, da trilha sonora de Meu Namorado é um Zumbi, é sensacional! Eu já havia ouvido em algum lugar, mas não me lembrava bem de onde. Quando a ouvi no filme, pesquisei logo depois a lista de músicas e adorei. Aliás, toda a trilha sonora desse filme é muito boa, mas Midnight City é a minha favorita. 

Somewhere Only We Know - Keane


Voltando às séries, esta eu ouvi em Glee (quando eu assistia, há uns dois anos, mais ou menos) e logo procurei a versão original, que é simplesmente perfeita!

Total Eclipse of the Heart - Bonnie Tyler


Já que estou falando de músicas das trilhas sonoras de filmes e séries, por que não falar de... livros? Total Eclipse of the Heart é a música da dança de Pat e Tiffany em O Lado Bom da Vida, e durante a narrativa Pat coloca trechos da música, então optei por ler ouvindo. Foi o melhor jeito de se ler aquela cena! E a música é muito boa.

Winter Song - Sara Bareilles e Ingrid Michaelson



A primeira vez que ouvi essa música foi nos poucos segundos de uma promo de American Horror Story (como sempre doentias, mas que eu adoro) na qual uma cobra entra na boca de uma mulher. Mesmo sendo usada nesse contexto, a música tem uma melodia doce e uma letra bonitinha, toda romântica. Gosto muito de Winter Song, e Sara Bareilles é uma revelação da música, que despontou recentemente e está fazendo cada vez mais sucesso.

Young and Beautiful - Lana del Rey



Eu adoro Lana del Rey (sim, mesmo com todos aqueles que criticam e falam mal tendo ouvido metade de uma das músicas, ela é uma cantora sensacional) e quando ouvi sua música para a trilha sonora de O Grande Gatsby (que no fim acabou lançando também como single) não pude parar de ouvir. É uma letra maravilhosa, e um som que... bem, não há como explicar, mas a música é sensacional, vale a pena ser ouvida mais e mais vezes.

Over the Love - Florence Welch 



Como muitos dos que acompanham meu blog há mais tempo podem testemunhar, eu sou um grande fã da banda Florence and the Machine, e quando descobri que Florence Welch, a vocalista, faria uma música para a trilha sonora de O Grande Gatsby, fiquei muito ansioso. E eis que a música saiu e não me decepcionei nem um pouco: é perfeita!

Bem, essas são as minhas músicas favoritas que descobri em trilhas sonoras. Como eu falei antes, elas não estão em ordem de preferência. Se você gostou da ideia e quiser transformar em uma tag para falar sobre as suas músicas favoritas que descobriu em trilhas sonoras, sinta-se à vontade, mas não se esqueça de dar os créditos, ein?

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

domingo, 17 de novembro de 2013

Por que Jogos Vorazes não é uma simples saga teen



No mundo da literatura há sempre aquela discussão entre YAs (Young Adults) e clássicos. De um lado, as pessoas dizem que clássicos são chatos. De outro, os que dizem que YAs são livros que não acrescentam nada com sua leitura, que é puro entretenimento.
A verdade é que ambos estão em parte certos. Muitos clássicos são chatos, assim como muitos YAs são vazios. O que não podemos é generalizar.
A série Jogos Vorazes é uma das provas de que nem todos os YAs são vazios de significado. De que nem todos os YAs servem apenas para entretenimento. Não são os livros mais difíceis de se ler, nem os mais emblemáticos, mas são ótimos livros que, além de entreter, trazem algo a mais. Algo que nos faz pensar. O que não devemos é ler apenas nos atendo ao entretenimento, e sim refletindo sobre o que traz nas entrelinhas. 
Pra começar, o argumento mais forte de todos para comprovar a tese é a crítica social que o livro traz. Distopias são livros que geralmente trazem uma crítica, e com Jogos Vorazes não é diferente. Temos diversas críticas colocadas de maneira muito inteligente pela autora Suzanne Collins:

1. O controle que o governo exerce sobre a população
Todo o controle da Capital sobre os doze Distritos, obrigando-os a enviarem a cada ano dois adolescentes para os Jogos Vorazes e reprimindo todos os atos por meio dos Pacificadores;

2. O descaso do governo
Assim como a Capital controla fortemente os Distritos, ela também os deixa à sua própria sorte, o que acontece com o Distrito 12. Todas as necessidades do Distrito são de conhecimento da Capital, mas ela não faz nada para supri-las;

3. A alienação da população por meio do entretenimento
Os Jogos Vorazes são jogos cruéis. Adolescentes lutando pela própria vida em uma arena, enquanto a população apenas assiste, sem fazer nada para que acabem. Nada mais é do que um meio de controlar a população usado pela Capital: cada distrito é obrigado a enviar um casal de adolescentes, o que faz com que sejam obrigados a assistirem aos Jogos e evita com que se rebelem (afinal, os idealizadores podem fazer coisas terríveis com os parentes ou amigos que se encontram na arena). 

4. Panem et circenses
Panem (que irônico, justamente o nome do país) et circenses é aquilo que melhor resume os Jogos e parte de tudo o que eu falei anteriormente. Essa era a política usada pelos romanos para lidar com a população. Quando estavam em crise, os romanos criavam, em grandes arenas, espetáculos sangrentos com gladiadores e ainda distribuíam cereais e coisas do tipo, o que distraía a população dos problemas. Os Jogos, a apresentação dos tributos, tudo foi feito para manter a atenção da população enquanto Panem sofre com sérios problemas;

5. Desigualdades sociais
A crítica às desigualdades sociais também é muito frequente e bem colocada. Enquanto nos outros Distritos (principalmente no 12) pessoas vivem em casas precárias e passam fome, na Capital as pessoas provocam o vômito para poderem comer mais (algo inclusive criticado por Peeta em Em Chamas); 

6. Os exageros dos mais abastados
Enquanto alguns têm que se virar com o pouco que têm, na Capital as pessoas simplesmente consomem e consomem e consomem e consomem. As vestimentas e maquiagens exageradas, por mais que façam as pessoas se parecerem com drag queens, demonstram bem o exagero das pessoas da Capital ("se eu posso comprar, por que não?");

Essas são algumas das críticas sociais, mas não são os únicos motivos. O triângulo amoroso envolvendo Katniss, Peeta e Gale também conta. Você pode pensar "onde um triângulo amoroso não é uma coisa teen?", mas vamos pensar bem... enquanto em outras histórias (não vou citar nomes, mas é claro que você conhece exemplos) temos uma personagem principal um tanto frágil e dois rapazes que se esquecem de seu propósito na vida e usam de intriguinhas e manobras para poderem disputar o amor dela, em Jogos Vorazes temos o contrário: uma personagem principal forte, que no fim das contas está pouco se lixando para o romance enquanto uma rebelião eclode ao seu redor, e dois rapazes que a amam, mas que estão conscientes de que o mundo não gira em torno disso e seguem com os propósitos de sua vida. De um lado temos Peeta, que sofre por ter acreditado em um amor que para Katniss era só fachada, mas que não deixa que isso atrapalhe sua vida e segue fazendo o melhor, tanto para ela quanto para as outras pessoas ao redor (como por exemplo inventando uma gravidez para Katniss, na esperança de que os Jogos fossem adiados, cancelados ou algo do tipo). Do outro temos Gale, um rapaz que a ama, sim, e que fica abalado pelo teatro convincente demais que Katniss interpreta ao lado de Peeta, mas que entende a situação e segue com sua função no mundo, desafiar o governo e ajudar na rebelião que se iniciará em todo o país. 
Sim, muitas pessoas só levam a série pelo lado do entretenimento e gritam quando personagens bonitos aparecem, mas isso não significa que a série seja apenas isso. Não devemos criticar uma obra por causa de metade de seus leitores. 


Me lembro bem de pessoas comentando no Twitter durante as manifestações que ocorreram no país todo há alguns meses: "Meu Deus, isso tá parecendo Jogos Vorazes!". De início achei uma comparação um tanto boba, mas  no fim das contas essas pessoas tinham razão. 
Sim, no caso do Brasil o gigante já voltou a repousar, mas o fato é que Suzanne Collins usou de bases bem reais para a sua história e conseguiu construir algo que, por mais que seja ficção, tenha um grande pé na realidade. 

Espero que tenha gostado, até a próxima ;D

sábado, 16 de novembro de 2013

Vamos falar sobre Em Chamas (contém spoilers)



Ontem eu assisti ao tão aguardado Jogos Vorazes: Em Chamas em uma sessão de estreia lotada. Muitas palmas, muitos UAUs, muitas surpresas (mesmo já tendo o livro), um misto de emoções que essa brilhante adaptação nos proporciona. E o melhor: tudo isso uma semana antes do resto do mundo.
Primeiramente devo lhe avisar (caso você não tenha lido no título) que a crítica terá spoilers, pois não consigo me expressar sobre tudo o que o filme trouxe sem trazer maiores detalhes. 
Se você ainda não assistiu e não gosta de spoilers, melhor salvar o post nos favoritos e voltar uma outra hora. 
Mas se você decidir continuar... depois não diga que eu não avisei. Prontos? Vamos lá:

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Divulgado o trailer final de Em Chamas!



Oi, como vai?
Hoje vim aqui para mostrar o ai-meu-Deus-que-foda trailer final de The Hunger Games: Catching Fire!
Ele foi divulgado ontem, dia 27, na FOX, no intervalo de um jogo de beisebol da World Series, e já está disponível no YouTube, veja só:


Esse trailer é simplesmente... UAU! Em apenas um minuto e sete segundos ele mostra mais detalhes da arena, e de algumas das melhores cenas do livro. E o melhor de tudo é que teremos a oportunidade de assistir ao filme uma semana antes que os outros países (estou sonhando?). Estreará dia 15 de novembro, enquanto nos Estados Unidos estreará somente no dia 22. 
Como esse foi o trailer final, só nos resta agora aguardar ansiosamente até o dia 15 roendo as unhas e contando os dias (17! SÓ 17!).

Até a próxima ;D

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Novidades sobre Em Chamas: Atlas e 20 novas stills!

Hoje, dia 6 de setembro, foi de polvorosa para o fandom de Jogos Vorazes. Isso porque, há algumas horas, a Lionsgate divulgou 20 (isso mesmo, 20) novas stills de Jogos Vorazes: Em Chamas!
Sem mais delongas, veja só as stills divulgadas: