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quarta-feira, 20 de maio de 2015

[HQs] Vamos falar sobre Marvel: Guerra Civil


Oi, como vai?
Hoje estou aqui para falar sobre Guerra Civil, um dos maiores eventos dos quadrinhos da Marvel e a história que inspirou o próximo filme de Capitão América, que será lançado em 2016. Desde que descobri a premissa desta HQ, a procuro em todos os lugares para ler, mas sempre encontrava apenas o livro baseado na série ou as histórias todas separadas e em uma ordem louca para baixar. Eis que a editora Salvat passou a lançar (na verdade, há muito tempo, mas só descobri agora) uma coleção histórias da Marvel em caprichados encadernados, e finalmente pude ler essa HQ que tanto dá o que falar!
Civil War começa com um grupo de heróis um tanto idiota que usa seus poderes em busca de fama em um reality show que, ao realizar uma operação, acaba gerando a morte de muitos civis em um pacato bairro americano. Como se já não bastasse isso, entre esses civis estavam muitas criancinhas, e a população passou a protestar de vez contra os heróis, que já não eram mais vistos com muito bons olhos. 
Há um projeto de lei sendo discutido que obrigaria todos os super-heróis a revelarem suas identidades secretas e se registrarem no governo, para serem usados por ele como espécies de policiais (com muitos poderes, obviamente). Tony Stark, o Homem de Ferro, apoia este projeto de lei, acreditando que, sem ela, os heróis passarão a ser proibidos de realizar a atividade que existem para exercer: lutar para proteger as pessoas.
Acontece que Capitão América, que todos esperavam ficar do lado do governo, posicionou-se contra, argumentando que isso tiraria toda a liberdade dos super-heróis de exercerem sua função para a humanidade e ainda colocaria-os em risco, afinal teriam que entregar suas verdadeiras identidades.
A instauração desta lei estava longe de ocorrer de forma pacífica: os heróis que não se registravam e eram encontrados ajudando alguém eram caçados e presos (é, pois é), e Steve Rogers decide organizar uma equipe para continuar lutando contra o crime no anonimato, do jeito antigo. 
Enquanto isso, Tony também reúne sua equipe, que se dedicará a caçar aqueles que se rebelarem. Assim, o Homem de Ferro unido ao Quarteto Fantástico, Homem Aranha, She Hulk, Homem Formiga e muitos outros passarão a lutar contra o Capitão América, Demolidor, Luke Cage, Hercules e também muitos outros. Dessa forma, começa a Guerra Civil, com muitas reviravoltas, trocas de lado, revelações e até uma grande morte.



À partir daqui não darei mais spoilers, mesmo que isso seja (percebi de uma maneira não tão legal) algo comum e compartilhado indiscriminadamente no universo Marvel.
Um dos melhores pontos da história é conseguir envolver praticamente todos os heróis dos quadrinhos em uma grande e magistral batalha. Já vou me preparando para o fato de que adaptações de HQs não são das mais fiéis às suas inspirações, e a maioria dos heróis que tanto se destacam não poderão aparecer (como o Quarteto Fantástico, alguns dos principais personagens da HQ e que são, no cinema, da Fox, e não da Marvel em si).
Roteiro em quadrinhos é difícil de se avaliar, porque as falas não são das mais inteligentes, e o vocabulário permite a crianças lerem. Mas a história em si é muito bem construída, e as ideologias de cada vertente dos heróis são apresentadas de maneira bem pensada, fazendo com que não haja um certo e um errado. Mesmo que alguns deles tomem atitudes erradas, estão em busca da conquista de seus ideais, e é difícil escolher um dos lados para defender. Mesmo já tendo terminado, ainda não consigo me posicionar, pois ambos os grupos trazem pontos positivos e negativos para a comunidade de heróis e apresentam seus argumentos de forma concreta.
Por se tratar de quadrinhos, não há como não falar sobre os desenhos que, neste caso, são maravilhosos. Há um grande detalhamento e todas as cenas são muito bem ilustradas e coloridas, e não há como não parar para admirar um quadro e outro enquanto se segue na leitura.
Esta foi a primeira HQ de super-heróis que li, e adorei a experiência! Eu esperava, sinceramente, que a guerra fosse mais longa, e descobri certos acontecimentos importantíssimos e muito chocantes que não estão presentes na versão brasileira da história. Mas, ainda assim, a Salvat realizou um ótimo trabalho com esta linda edição, e minha lista de encadernados que quero comprar e ler aumenta cada vez mais. Como se já não bastassem todos os livros, séries e filmes, agora estou adquirindo um novo gosto, os quadrinhos, e mal posso esperar para mergulhar ainda mais nessas histórias!

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Vamos falar sobre: Marvel's Daredevil


Oi, como vai? 
Hoje estou aqui para falar sobre esta série que me pegou de surpresa e já se tornou uma das melhores que vi no ano. Trata-se de Demolidor, a primeira de muitas séries por vir da parceria entre as gigantes Marvel e Netflix.
A Marvel vem investindo cada vez mais nos TV shows, tornando-se um complemento ao seu universo cinemático com séries como Agents of S.H.I.E.L.D e Agent Carter. Da segunda não gostei logo no piloto e decidi não continuar, mas da primeira gostei muito (mesmo sendo alvo de críticas por demorar mais de meia temporada para se acertar e mostrar a que veio), e logo terminarei a primeira temporada. Demolidor, embora não esteja tão envolvido assim com tudo o que acontece no resto do universo Marvel (MAOS, por exemplo, faz crossovers com os filmes mais recentes do estúdio e está introduzindo os Inumanos, que ganharão um filme futuramente), se passa relativamente perto de todos os eventos, em uma cidadezinha chamada Hell's Kitchen.
Conhecemos a história de Matt Murdock, o filho de um dos mais famosos boxeadores da cidade, que fica cego aos 9 anos ao sofrer um acidente, no qual determinado produto químico acaba atingindo seus olhos.
Acontece que a cegueira, ao invés de debilita-lo, fez com que desenvolvesse dons extraordinários, como uma audição muito desenvolvida (a ponto de ouvir os batimentos cardíacos dos outros, e assim saber se estão mentindo, se estão nervosos, etc), a capacidade de sentir o calor dos corpos ao seu redor, entre muitas outras.
Recebendo um treinamento um tanto duro para uma criança de sua idade após perder o pai, Matt cresce e entra na faculdade de Direito, onde conhece Foggy Nelson, seu melhor amigo e sócio no novo escritório de advocacia que abrem na cidade: Nelson & Murdock.
Com as habilidades que possui, Matt descobriu que poderia fazer justiça com as próprias mãos, sem esperar que a polícia falha e um tanto corrupta agisse. É assim que se envolve com as diversas máfias presentes na cidade, todas ligadas a Wilson Fisk, um poderoso homem que tem como objetivo "fazer o melhor para a cidade".
Wilson, um dos vilões mais complexos que conheci, desenvolve sentimentos por Vanessa, que trabalha em uma galeria de arte, e por ela acabará colocando em risco seus negócios.
Com muita violência, os 13 episódios da primeira temporada se desenrolam, nos apresentando ainda importantes flashbacks sobre os personagens e uma trama inteligente, com um desfecho imperdível e que ainda promete muito para a já anunciada segunda temporada.



O mais interessante de Daredevil foi o fato de ser uma série de super-herói destinada ao público adulto, com uma abordagem dark dos fatos e muitas cenas de ação e violência. Porém não há exageros. A violência é necessária, se tratando da saga de Murdock, e a equipe não mede esforços ao nos mostrar muitas lutas e assassinatos (como a marcante cena em que um personagem x esmaga a cabeça de um personagem y com a porta de um carro). 
As lutas são muito bem coreografadas, e destaco uma cena de mais de 5 minutos envolvendo o Demolidor e muitos capangas, gravada em plano-sequência, ou seja, sem corte algum. É difícil se ver tamanho cuidado com essas cenas até mesmo no cinema, e a produção da Netflix foi incrivelmente caprichada em todos esses detalhes.
Outro ponto de que gostei muito e que considerei um dos maiores diferenciais da série foi a forma como os personagens foram representados, muito humanos e com muita profundidade. É incrível descobrir o que levou Wilson Fisk a ser o que é agora, e a maneira como consegue cometer enormes atrocidades e ainda se sentir apaixonado e protetor por uma mulher que conheceu. Essa "humanidade" está presente, também, na maneira como Demolidor apanha. Sim. Enquanto na maioria dos filmes da Marvel os personagens apanham muito e logo estão de volta às lutas, acordados e aparentemente sem nenhuma sequela, vemos Matt lutar cambaleante, passar por toda uma fase de recuperação dos ferimentos (com a ajuda de uma aliada muito especial) e carregar cicatrizes, sem milagres.
Com diálogos bem construídos e uma trama inteligente que envolve máfia, tráfico (de drogas, de armas, de pessoas) e diversas outras questões, Daredevil é uma produção que valoriza a inteligência do espectador.
É uma série que recomendo muito, e que se tornou uma das maiores surpresas que a Marvel já me proporcionou. Se você, assim como eu antigamente, não se interessa pelo herói por conta do filme protagonizado por Ben Affleck, não se deixe influenciar. Vale muito a pena!

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Vamos falar sobre Os Vingadores: A Era de Ultron

- não contém spoilers - 

A espera acabou, amigos! Hoje, dia 23 de abril, estreia a tão esperada sequência, um dos filmes mais aguardados de 2015: A Era de Ultron!
A experiência com o filme já foi diferente pois fui um desses sortudos e loucos fãs que puderam ir à pré-estreia, que aconteceu ontem, às 23h00. Eu já adoro ir a estreias, e prés são ainda mais emocionantes. Contando com pessoas de cosplays muito criativos e fãs que não ligavam para o fato de a sessão terminar no meio da madrugada, a sala estava deliciosamente lotada e deu um gostinho a mais ao fato de ter visto o filme, que já adianto que é incrível.
Neste novo longa do grupo de heróis que se tornou uma das maiores bilheterias de todos os tempos, temos uma trama diferente e que, embora eu não consiga apontar qual dos filmes tenha sido melhor, considerei melhor construída por fugir da luta contra alienígenas do começo.
O longa já começa com cenas de muita ação, nas quais o grupo deve recuperar o cetro de Loki, que está em poder da antagônica organização Hydra. Com o cetro em mãos, Tony Stark, o Homem de Ferro, descobre que conseguirá finalmente desenvolver seu projeto Ultron, no qual criará um sistema de inteligência artificial que garantiria a proteção do mundo, funcionando em armaduras desenvolvidas por Stark como sentinelas. 
As intenções são boas, claro. Mas o resultado é catastrófico: Ultron, possuindo sua própria consciência, foge do que Tony planejara, e entende que a maneira de proteger o mundo é destruindo-o. Dessa forma, é dever dos Vingadores deter um vilão mais perigoso que qualquer um que já tenham enfrentado, e que promete, com seus aliados Feiticeira Escarlate e Mercúrio, levar o grupo à extinção. 
Enquanto tudo isso se desenvolve, temos também tramas paralelas, como a crise de Banner com seu alter ego, Hulk. Acompanhamos também sua relação com Natasha Romanoff, a Viúva Negra, e conhecemos um pouco mais sobre o passado da personagem. Tendo essa história como pano de fundo, acredito que um filme solo da heroína seja uma ideia bem bacana.



A Era de Ultron cumpre muito bem o que promete: com cenas de ação de arrepiar, muito bem coreografadas e desenvolvidas, consegue fazer suas duas horas e meia de duração passarem muito rápido.
Os efeitos são de encher os olhos, e há muito para se observar em cada cena, com muita coisa acontecendo ao mesmo tempo. Em cenas de batalhas envolvendo todo o grupo em um só quadro (ótimas, por sinal), é como se fosse necessário pausar para dar conta de observar tudo o que está acontecendo, cada movimento. 
Gosto bastante deste elenco, e adorei a escolha de James Spader (um dos atores que mais admiro pelo trabalho incrível na série The Blacklist) para Ultron. Com sua voz calma, hipnotizante, quase irônica em diversos momentos, deu um toque único para o vilão, que certamente não será esquecido tão fácil. Por isso, não pense duas vezes antes de escolher uma sessão legendada para ir. Não faço ideia de como se saiu a dublagem, mas certamente não terá o mesmo efeito. Também gostei bastante da participação dos gêmeos Mercúrio e Feiticeira Escarlate, que se tornam personagens muito importantes e que certamente serão mais aproveitados pelo universo cinemático da Marvel futuramente. 
Com um 3D muito bem aproveitado e um roteiro que, mesmo se tratando de um filme de heróis e, sendo assim, indigno de altas expectativas, consegue agradar bastante. O filme mescla muito bem as cenas de ação com humor e ironia, e acredito que este seja um grande diferencial do grupo de heróis, algo que contribuiu para torna-los tão queridos como são hoje.
É, em resumo, um filme grandioso, e vale muito a pena ver. Não preciso de clarevidência para prever que se tornará mais um enorme sucesso de bilheterias, e a contagem regressiva para Guerra Civil, próximo lançamento da Marvel envolvendo os heróis, já começa!

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

domingo, 5 de abril de 2015

Filme da semana: Capitão América: o Primeiro Vingador


Oi, como vai? 
Hoje estou aqui, no primeiro domingo de abril (mês de estreia de The Avengers: Age of Ultron!), para falar sobre um filme que superou minhas expectativas e do qual gostei bastante, tanto do longa quanto do herói: Capitão América. Desde que foi lançado, nunca me interessei muito, porque, sinceramente, não via graça alguma em Steve Rogers. Gostei bastante dele em Os Vingadores, mas nunca me senti inclinado a ver seu filme solo. Até que o descobri na Netflix, e descobrir algum filme na Netflix significa passa-lo na frente de muitos outros na lista. Embarcando na surpresa que tive com Steve Rogers, coloquei até Thor na lista, outro herói no qual não via a menor graça mas que decidi dar uma chance.
Steve era um homem magricela, que tinha o sonho de entrar no exército para lutar contra os nazistas e ajudar a vencer a guerra. Porém, justamente pelo fato de ser magricela, era recusado em todos os pontos em que se alistava, até que seu jeito atraiu a atenção de um cientista que, junto ao pai de Tony Stark (sim, temos muitas conexões com todo o universo Marvel), realiza um projeto para criar um soldado perfeito, com habilidades além de qualquer humano, para coloca-lo na guerra. Mas, ao contrário do que ele esperava, passam a usa-lo como uma alegoria, uma personagem que servirá para dar esperanças à população americana. Assim, tornam-se necessárias medidas um tanto "desesperadas" e improvisadas para que prove seu valor em campo de batalha e realmente se torne um herói.
Do outro lado, temos a Hydra, organização que desenvolve projetos científicos voltados para o mal que era financiada por Hitler. Até que o líder, Caveira Vermelha, resolve estender seus comandos e passar a usar sua tecnologia muito além de seu tempo para mudar os ares da guerra e, quem sabe, dominar o mundo.


Ao terminar o filme, a sensação que me deixou é a de "como eu não assisti antes?". Com atuações boas e personagens carismáticos (principalmente Peggy Carter, a agente que ajuda Steve desde quando ele ainda era um magricela e por quem desenvolve alguns sentimentos a mais), o filme consegue cumprir o que promete e apresentar muito bem o primeiro vingador. Os efeitos especiais não são dos melhores, mas são satisfatórios, e não fazem do filme uma má experiência. As conexões com o universo Marvel são muito grandes, provando cada vez mais que ela é uma máfia e que deixar de ver um filme (pelo menos dos mais recentes) pode significar deixar de ter uma história completa.
Não é um filme de todo previsível, pois vai um pouco além do clássico "preciso derrotar o vilão que quer dominar o mundo", e vale a pena ser visto, principalmente se você gosta do universo Marvel ou apenas busca entretenimento.
Mal posso esperar para assistir ao segundo filme, O Soldado Invernal, e espero que supere as expectativas altas que já estou criando com base no final deste primeiro filme.

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D