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quarta-feira, 15 de abril de 2015

TAG: Baralho de Cartas

Oi, como vai?
Hoje estou aqui, matando as saudades das tags, para responder uma que me foi passada pela Jéssica do Fofocas Literárias. A tag é muito bem elaborada e diferente das que eu estava habituado a responder e, mesmo não manjando nada de baralhos (a não ser de Uno), fiquei bastante curioso para faze-la! Vamos lá?

Ás de ouros - Ter muitos livros pode ser considerado uma herança. A quem deixaria seus livros em um testamento?
Como não pretendo morrer antes de chegar a uma idade bem avançada em uma cama quentinha (se os médicos não inventarem um elixir da vida antes), deixarei a vasta biblioteca que acumularei até lá para os meus filhos, porque a genética funcionará e eles obviamente vão desenvolver gosto pela literatura também.

Sete de paus - Depois do trabalho árduo, a recompensa. Aquele livro com uma escrita difícil, mas super endoidecedora.
O Senhor dos Anéis, de J. R. R. Tolkien. Não é uma escrita exatamente difícil, mas é um tanto cansativa, com muitas explicações sobre muitas coisas que acabam atrapalhando o ritmo da leitura e dando sono em alguns momentos. Mas, com um pouco de paciência, tudo vale a pena e a recompensa é muito boa: é um livro incrível, sobre o qual falarei logo logo!

Valete de espadas - De batalhas é feita a história. Escolha uma passagem descritiva de uma batalha que tenha gostado de ler.
Eu adoro ler cenas de guerras e me sentir imerso nas batalhas, e os livros que mais conseguem me deixar dessa maneira são, sem dúvida, os de George R. R. Martin. Uma das passagens de batalhas de que mais gosto não só da série, mas de todos os livros que já li, é a batalha em Porto Real entre as tropas dos Lannister e Stannis Baratheon, no final de Fúria dos Reis. Confira um dos trechos, no qual Tyrion Lannister decide liderar a surtida contra o exército rival, que tenta invadir a cidade.

"A distância Tyrion ouviu outro grande estrondo. Por sobre as muralhas, o céu que escurecia estava inundado de camadas de luz laranja e verde. Quanto tempo o portão aguentaria?
Isso é uma loucura, pensou, mas, mais vale a loucura do que a derrota. A derrota é morte e vergonha. 
- Muito bem, eu liderarei a surtida.
(...)
- Você?
Tyrion via a incredulidade nos rostos deles.
- Eu. Sor Mandon levará o estandarte do rei. Pod, o meu elmo - o rapaz obedeceu correndo. (...)
Seu grande garanhão vermelho usava focinheira e testeira. Seda carmesim envolvia seus quartos traseiros, por cima da cota de malha. A sela elevada era dourada. Podrick Payne entregou-lhe o elmo e o escudo, feito de pesado carvalho enfeitado com uma mão dourada sobre fundo vermelho, rodeada por pequenos leões dourados. Levou o cavalo a descrever um círculo, observando a pequena força de homens. Só um punhado tinha respondido à sua ordem, não mais de vinte. Montavam seus cavalos com olhos tão brancos como o do Cão de Caça. Olhou com desprezo para os outros, os cavaleiros e mercenários que tinham acompanhado Clegane.
- Dizem que sou meio homem - Tyrion disse. - O que isso faz de vocês?
Aquilo os envergonhou bastante. Um cavaleiro montou, sem elmo, e veio juntar-se aos outros. Seguiu-se um par de mercenários. Depois mais homens. O Portão do Rei voltou a estremecer. Poucos momentos depois, o tamanho da força de Tyrion havia duplicado. Tinha encurralado os homens. Se eu lutar, terão de fazer o mesmo, senão são menos que anões. 
- Não me ouvirão gritar o nome de Joffrey - disse-lhes. - Tampouco me ouvirão gritar por Rochedo Casterly. É a sua cidade que Stannis pretende saquear, e aquele portão que tenta derrubar é o seu. Portanto, venham comigo e matem o filho da puta! - Tyrion desembainhou o machado, fez o garanhão rodar, e trotou na direção da porta de surtida. Achava que o seguiam, mas não se atreveu a olhar."

Rainha de copas - Figura forte e cheia de poder. Revele-nos um livro escrito por uma mulher de que tenha gostado muito. 
Isso é fácil, afinal muitos (talvez a maioria, mas nunca parei para contar) dos livros que leio são escritos por mulheres e são espetaculares. Estou lendo atualmente Persuasão, de Jane Austen, e estou amando, mas, para essa resposta, escolho E Não Sobrou Nenhum, de Agatha Christie, obra que não tenho palavras para descrever quão boa é. 

Coringa - Num jogo, sempre que o coringa aparece o valor das cartas se altera. Qual foi o autor que entrou na sua vida e mudou muita coisa?
Como disse a Jéssica, não citarei JK Rowling porque seria uma resposta muito óbvia. Mas, para quem lê meu blog, não há como fugir da resposta óbvia, e escolho George R. R. Martin. Se JK me deu gosto por livros cada vez maiores, George serviu como um divisor de águas em minhas leituras: passei a esperar mais, não me contentar com pouco em livros, buscar escritas cada vez mais elaboradas e histórias mais profundas, o que me fez repensar os conceitos sobre muitos livros que antes eu considerava muito bons. Martin, digamos, refinou meus gostos literários, e sou eternamente grato por isso.

Essas foram as minhas respostas para a Tag Baralho de Cartas! Deixei uma pergunta de fora por absolutamente não ter o que responder, e por isso preferi não inclui-la a responder qualquer coisa sem sentido só para estar com a tag completa. Repasso esta tag aos blogs Eu + Livros, Poréns & ETCs, Na Próxima Página e Veias Literárias. 

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

One Lovely Blog



Oi, como vai?
Hoje estou aqui para responder a uma tag muito boa que não me foi passada por ninguém, mas que eu descobri no blog Winter Bird e me interessei muito por fazer!
Há um bom tempo não respondo nenhuma tag, e, embora toda requeiram respostas pessoais, nunca fiz nenhuma realmente pessoal. 
Esta consiste em responder a onze perguntas sobre o meu blog, vamos lá?

Por que decidiu criar um blog e como começou?

Decidi criar meu blog há pouco mais de dois anos, inspirado pelos diversos vlogs literários que eu assistia e motivado pela vontade de falar sobre as coisas que eu gostava mais do que me era permitido no Twitter. Além de, no Twitter, eu me sentir falando com a parede, eu me sentia muito limitado para realmente opinar naqueles 180 caracteres, mesmo que destrinchando minha opinião em diversos tweets. Tudo isso se juntou e eu resolvi criar o Talking About Little Things, que acabou se transformando em Mundos na Estante, e aqui estou eu.

Quais os benefícios que o blog te traz?

A oportunidade de falar sobre o que eu quiser (mesmo meu blog sendo, acima de tudo, literário) quando eu quiser e da maneira que quiser, sem um limite de tamanho, e ainda assim encontrar pessoas que querem ler e opinar comigo. Antes eu terminava um livro e saía falando o que tinha achado para pessoas que sequer sabiam do que se tratava, só pela oportunidade de opinar. Agora eu posso colocar tudo em palavras para pessoas realmente interessadas em ler sobre, e ainda poder moldar o layout e tudo o mais de acordo com os meus gostos, transformando-o em um cantinho só meu. Além do mais, adoro escrever, e esta é a melhor maneira de exercitar minha escrita quase que diariamente. 

Qual é o post mais acessado?

"Livros que não posso deixar de ler em 2014", que postei em janeiro do ano passado, é o mais acessado de todos os tempos, com 3277 visualizações. 

Você usa redes sociais?

Eu não usava por não conseguir dar conta de mais uma atividade além do blog, porém, recentemente, eu e meus amigos criamos um Instagram Literário e é como se fosse do Mundos na Estante também, mesmo não trazendo divulgação nenhuma.

Como o blog têm evoluído?

O Mundos na Estante cresceu muito, e continua crescendo, de uma maneira que, mesmo que eu quisesse muito, não sabia se iria acontecer ou não. E fico muito feliz por isso. O que mais gosto nisso tudo é o aumento na quantidade (e qualidade, obviamente) dos comentários em meus posts (algo que eu ligo mais que número de seguidores). Antes, eu tinha poucos comentários e, em alguns casos, eram pessoas comentando qualquer coisinha só para ter a oportunidade de colocar um "ah, e visite meu blog!" no final. Agora encontrei outros blogueiros (ou até mesmo anônimos) que realmente opinam e leem os posts de fato para poder falar, e gosto bastante dessa interação. Mesmo que eu encontre pessoas discordando de minhas opiniões, dá até orgulho ver como deram atenção ao post e realmente leram para trazer bons argumentos.

Já viveu algum fato importante por causa do blog?

Sim, a Bienal do Livro de 2014! Eu iria para o evento de qualquer maneira, e já tinha combinado com amigos muito antes de saber que o credenciamento de blogueiros seria possível. Mas, ainda assim, ganhar uma credencial em nome do meu blog para poder "cobrir" o evento (e ainda algumas outras regalias que eu acabei não aproveitando porque não sabia que existiam, mas que estarei ligado na próxima) foi muito gratificante e motivador para continuar melhorando o blog.

De onde nasce a inspiração para escrever e continuar com o blog?

Como falei, não consigo me conter sem opinar sobre o que li/vi, então sempre tenho algo sobre o que escrever aqui. Isso também me motiva a continuar com o blog, além dos comentários tanto aqui como por fora (como amigos vindo e me falando que meu blog é muito legal).

O que você tem aprendido à nível pessoal e profissional neste ano?

Em nível pessoal, creio que aprendi a parar de deixar de fazer coisas com medo de me arrepender, porque, em alguns dos casos, eu me arrependo por não ter feito, o que é pior. Não me tornei born to be wild, mas deixei de ser tão hesitante e reflexivo sobre muitas coisas para realmente tomar atitudes e ver no que vai dar. 
Em nível profissional (considerando estudante como uma profissão, mas também pensando em quando eu realmente estiver no mercado de trabalho), aprendi que deixar para depois não traz sucesso algum. Se você quer conquistar seus objetivos, não adianta deixar para última hora. É preciso estabelecer prioridades, ou aquilo em que você poderia ter ido muito melhor acaba malfeito. 

Qual é a sua frase favorita?

"É sempre mais escuro antes do amanhecer" (tradução livre), de Shake it Out, da banda Florence and the Machine. É uma frase muito inspiradora, e adotei para a vida. 

Qual o conselho que você daria para quem está começando agora no mundo dos blogs?

Tenha paciência, e saiba ouvir. Não crie o blog hoje achando que amanhã você terá mil seguidores e pessoas te considerando seu ídolo. Isso vem com o tempo, e não podemos esquecer que aqueles blogs/vlogs dos quais tanto gostamos e que são muito famosos não começaram na semana passada. Tudo isso requer paciência, trabalho (não pense que manter um blog é fácil. É um trabalho muito prazeroso, mas, ainda assim, trabalho) e determinação para não simplesmente largar onde estava. 
E saiba ouvir, porque muitas vezes você pode cometer erros, e não é porque um blog mais experiente ou alguém que tem maior domínio na escrita te corrige ou dá uns toques que o seu blog é um lixo e aquela pessoa te odeia. Na maioria das vezes, são errinhos bobos que podem ser facilmente consertados nos próximos posts (desde confundir "mas" com "mais" até erros de digitação que podem ser evitados com revisão de post). Ignore haters, mas adote as críticas construtivas como uma maneira de melhorar o blog!

O que os blogs que você vai indicar têm em comum?

Mesmo que, muitas vezes, não compartilhemos das mesmas opiniões, compartilhamos o gosto pela leitura e pela escrita, e não simplesmente escrevemos por escrever. São eles Fofocas Literárias (depois de escrever todo o post e ir no blog dela, percebi que ela respondeu e me marcou também, #conectados#), Poréns & ETCs, Na Próxima Página e Veias Literárias

Adorei responder a esta tag, e se você se interessou, mesmo não estando marcado aqui, sinta-se a vontade para responder!

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

TAG NATALINA: Presentes de Natal

Oi, como vai?
Hoje estou aqui, neste lindo 25 de dezembro (aliás, feliz natal!), para responder a uma tag muito divertida que me foi passada pela Jessie do Fofocas Literárias. Nela, terei que citar livros de acordo com os "tipos" de presente que são dados nessa época. Vamos lá?

Presente indiferente - indique um livro que, no final da leitura, não te despertou qualquer tipo de emoção

Os elefantes não esquecem. Gosto muito de Agatha Christie, e quero ler cada vez mais obras suas, mas, quando terminei este, fiquei meio "ok... próximo". Não me deixou emocionado, nem nenhum tipo de impacto, embora seja muito bom e o desfecho seja bem desenvolvido. 

Presente devolvido - indique um livro que, no final da leitura, te deu vontade de devolver na livraria

Will & Will. Comprei este livro, entre vários outros, muito empolgado em meu aniversário do ano passado (ou retrasado, não me lembro bem), e quando terminei não conseguia acreditar que tinha realmente gastado dinheiro comprando-o. Quis devolver na hora, trocar por outros (bons, dessa vez), mas não era possível. O mesmo aconteceu com a obra-prima Quem é você, Alasca?. 

Presente indispensável - indique um livro da sua estante do qual é impossível se separar

Bem, muitos. Tirando os livros que não gosto (Will & Will, Quem é você, Alasca?, Crepúsculo, Heróis do Olimpo, Feios, etc.), de todos os outros eu não conseguiria me separar. Qualquer um que eu gosto faltando na estante já seria ruim.

Presente fantástico - indique um livro que seria um ótimo presente de natal

O Senhor dos Anéis (edição completa). Ganhei de natal e estou muito ansioso para começar a ler (mas só no ano que vem, o que nem está longe), e acho um ótimo presente de natal justamente por ser de uma trilogia espetacular (sinto que irei gostar muito) e algo mais caro e especial que você não compraria em qualquer época do ano. 

Presente carinhoso - indique um livro que te deixa com as emoções à flor da pele

A Menina que Roubava Livros. Nunca vou superar esse livro, e foi o que mais me emocionou. Então, a não ser que outro livro consega me deixar pior (o que é difícil, mas não impossível), essa sempre vai ser minha primeira resposta a perguntas como esta hahah

Bom, essas foram as minhas respostas para essa tag natalina bem elaborada e bastante divertida de responder (e um tanto curtinha). Espero que tenham gostado e sintam-se tagueados! Eu sei que poderia ficar um pouco "em cima da hora", mas, ainda assim, adoraria ver as suas respostas!

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

domingo, 14 de dezembro de 2014

TAG: A música que...

Oi, como vai?
Hoje estou aqui para matar duas saudades: a de responder tags, e a de falar sobre música! Encontrei essa tag no blog Página 394 e achei muito legal, não tinha como não responder. Ela consiste em escolher músicas de acordo com algum sentimento, entre outras coisas, que elas nos trazem. Sem mais delongas, vamos lá?

A música que me faz rir


At Home - Crystal Fighters 

Essa música não me faz exatamente rir, mas sorrir. Isso por causa de seu ritmo muito gostoso e sua letra, que me lembra muito a trajetória das companions na série Doctor Who. Provavelmente não era isso que a banda tinha em mente ao escrever a música, mas desde a primeira vez que ouvi não consigo pensar em outra coisa, e isso me deixa meio criança feliz, me traz esse sentimento gostoso.

A música que me motiva 



Shake it Out - Florence and the Machine

Essa música, além do ritmo poderoso e da voz magnífica de Florence, tem uma letra incrível que fala sobre nos livrar dos "demônios" que estão em nossas costas ("It's hard to dance with the devil on your back, so shake him out!"), uma maneira de se referir aos problemas e todo o abatimento que podem causar. Um dos versos de músicas que mais me marcaram e que eu levarei para sempre pertence ao refrão: "It's always darkest before the dawn". É sempre mais escuro antes do amanhecer, não importa o quão escuro possa parecer agora, amanhecerá.

A música que me lembra alguém que eu amo



House of Gold - Twenty One Pilots

Essa música é como uma resposta do filho à pergunta da mãe: "When i grow old, will buy me a house of gold? And when your father turns to stone, will you take care of me?". A escolho por justamente lembrar minha mãe. 

A música que eu gostaria de ter escrito



Counting Stars - OneRepublic


Das várias atividades nas quais prefiro não me arriscar, compor músicas é uma forte representante, mas escolherei uma música cuja letra gosto muito e "gostaria de ter escrito" (embora........ não) por ser legal. Toca na rádio, e tocar na rádio é um pré-requisito pra eu não gostar da música (não me pergunte o porquê), mas Counting Stars é quase um hino.

A música que me lembra a infância



Rangatanga - Rouge

Dispensa apresentações.
Nada a dizer.
Apenas sentir.

A música que eu gosto da letra



Ghosts that We Knew - Mumford and Sons

Gosto da letra de muitas músicas, mas esta, em especial, acho linda, que já me ganha com os versos "so give me hope in the darkness, that I will see the light". Sem contar que sua melodia é ótima, e é de uma das bandas que mais gosto.

A música com a qual gosto de acordar



Crown on the Ground - Sleigh Bells 

Se meu despertador é suave, eu simplesmente não consigo acordar. Por isso, essa era a minha música do despertador, e eu adorava. E é uma música de despertador tão eficaz que não só me acordava como acordava a casa toda. A questão é que ela passou tempo demais nessa função e tive que apaga-la de todas as playlists, porque se ela começa a tocar em qualquer momento do meu dia, me assusto. Ouçam e vocês irão entender meu drama.

A música que me lembra a adolescência



It's Time - Imagine Dragons

Como estou na minha adolescência, qualquer música das que ouço hoje me lembrará essa fase no futuro. Mas escolhi It's Time por me remeter à ideia de adolescência. "It's time to begin, isn't it? I get a little bit bigger but then, I'll admit, I'm just the same as I was. Now don't you understand? I'm never changing who I am." 
O intuito da banda com essa letra pode não ter nada a ver, mas que me remete à adolescência é inegável.

A música que me faz chorar



Saturn - Sleeping at Last

Essa música não me faz chorar. Na verdade, nenhuma música jamais conseguiu (não falo isso para pagar de durão ou qualquer coisa do tipo, é só que nunca aconteceu mesmo), mas essa música envolve em um clima tão... triste.
Considero a letra um pouco desconexa, com versos aleatórios (ou eu não entendi a arte da coisa), mas vale a pena por todo o arranjo.

A música que adoro cantar



No Cars Go - Arcade Fire

Eu gosto de cantar praticamente todas as músicas que gosto, mas com essa realmente me empolgo. Simplesmente não dá para ficar parado ouvindo esta música.

A música que marcou algum momento da minha vida



Do or Die - 30 Seconds to Mars

Essa música marcou o final do ano passado, em que viajei com a turma (da qual já voltei a não gostar, mas, na época, tudo era lindo), me formei no fundamental e mudei de colégio. Foi uma fase muito importante, e esta era a "nossa música". 

A música que eu dançaria agora



Take a Walk - Passion Pit

Essa música é daquele tipo que dá muita vontade de sair dançando por aí, uma das mais empolgantes que ouço. Eu dançaria não só agora como em qualquer momento do dia, desde que em um ambiente livre de qualquer outro ser humano. 

Bem, essas foram as minhas respostas para a tag "A música que...", que foi muito gostosa de responder. Adoraria ver as respostas de vocês, e, como não sei quem já respondeu ou não, todos os que quiserem responder estão automaticamente tagueados!

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D 

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

TAG: O que prefere?

Oi, como vai?
Hoje estou aqui para responder esta tag que encontrei no blog da Jessie, Fofocas Literárias. A tag consiste em escolher o que eu prefiro, entre duas coisas propostas em cada pergunta. 
Vamos lá?

1. Trilogias ou livros únicos?
Tudo depende do tamanho da história que o autor se propôs a contar e a maneira como ele guiará o livro, mas, mesmo gostando de muitas trilogias ou séries maiores, acabo preferindo livros únicos. 

2. Autores do sexo feminino ou masculino?
Sinceramente, isso é uma coisa que não levo em conta na hora de ler um livro (alguém leva?). De qualquer forma, olhando entre meus livros favoritos a maior parte foi escrita por mulheres.

3. Saraiva ou Submarino?
Mesmo adorando a loja física da Saraiva, para comprar pela internet prefiro mil vezes a Submarino. Os preços acabam saindo bem menores e a entrega é muito rápida. Me lembro de uma vez em que a entrega com a Saraiva demorou tanto que acabei desistindo e comprando mesmo pela Submarino, e meu livro chegou muito mais rápido. 

4. Quando adaptado, filmes ou séries?
Na maioria dos casos, filmes, mas tudo depende do tamanho da história. A maioria das adaptações que vejo são filmes, e a maioria das séries que vejo que são adaptadas de livros (com The 100 e pelo que ouvi muito falar, The Vampire Diares) acabam fugindo muito da história original. Mas, lógico, não podemos nos esquecer de uma de minhas séries favoritas, baseada em alguns dos meus livros favoritos, Game of Thrones (história que, se adaptada para um filme, ficaria ainda bem incompleta). 

5. Ler 5 páginas por dia ou 5 livros por semana?
Não tem um meio termo, não? Eu não sou dos leitores mais rápidos, mas também não sou tão lento assim. Nos últimos tempos, estou com uma grave crise para leitura, que estou superando agora com o tempo livre das férias, mas, nos meus tempos de inspiração, consigo ler no máximo três livros (e bem curtos) em uma semana. 

6. Ser um revisor profissional ou autor?
Autor, sem dúvidas. Mesmo que admire o trabalho de revisores (mesmo não sabendo o nome deles), é aquele profissional que, se executa seu trabalho perfeitamente, nem é notado, mas se deixa passar um errinho é crucificado. E, mesmo que fosse uma profissão de glória, tenho ideias demais para criar boas histórias para simplesmente me sentar e revisar as histórias dos outros. 

7. Ler apenas os livros favoritos ou ler livros novos?
Ler livros novos, sem dúvidas. Eu não costumo reler, por mais que goste dos livros, e, mesmo se relesse, é sempre bom descobrir histórias novas. 

8. Ser um bibliotecário ou vendedor de livraria?
Vendedor de livraria. Isso porque lá estaria cercado tanto de clássicos quanto de lançamentos, e poderia compartilhar os conhecimentos sobre livros e ajudar a vendê-los para muito mais pessoas do que o faria estando em uma biblioteca, que, querendo ou não, são bem menos visitadas nos dias de hoje. 

9. Só lê seu gênero favorito ou prefere variar?
Prefiro variar, afinal é muito bom sair da zona de conforto e descobrir obras novas e estilos novos.

10. Livros físicos ou eBooks?
Livros físicos, sempre. Mas, acreditem ou não, estou me tornando adepto (pelo menos um pouco) de eBooks. Isso porque fica muito mais prático para ler à noite ou em qualquer lugar fora de casa, já que estou sempre com o celular mas raramente com o livro em si (sem contar que levar de um lado para o outro pode danificar o livro). Além do mais, muitos livros cansei de esperar para comprar, então preferi baixar mesmo. E, sinceramente, não estou mais ligando tanto para o fato de não ter o livro em si. É desta forma que estou lendo Garota Exemplar, e já estou baixando outros epubs (melhor tipo de ebook) para ler no celular. Mesmo assim, continuo comprando livros, e nenhuma tecnologia irá substituir a experiência com o bom e velho livro. 

Bem, essas foram as minhas respostas para a tag "O que prefere?". Como sempre falo, se vocês gostaram, sintam-se tagueados, e se quiserem me mandem os links de suas respostas, vou adorar lê-las!

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

TAG: Viciado em Filmes


Oi, como vai?
Hoje estou aqui para responder a uma tag bem legal que encontrei no blog Danii Reads e que é diferente de todas as que já respondi. Isso porque não é sobre livros, e sim sobre filmes! 
Estou guardando várias tags relacionadas a livros para responder mais para frente porque senti que respondia sempre as mesmas coisas, citava sempre as mesmas obras, então dei um tempo para que lesse livros mais diversificados e pudesse diversificar também as minhas respostas e não ficar na mesmice. 
O fato de ser sobre filmes me atraiu especialmente porque, no início do ano, criei uma singela lista que decidi chamar de 50 filmes para assistir em 2014 (falarei mais sobre ela em outro post, mas acho que mais para o final do ano). Nessa lista decidi colocar todos os filmes que eu queria assistir, não estavam mais nos cinemas e mesmo assim, por algum motivo, eu nunca tinha assistido. Digamos que, dos 50 filmes que tinha previsto colocar no início, hoje tenho mais de 80 anotados. Dando uma leve pausa nas séries e nos livros, passei a ver vários filmes dessa lista, e aos poucos vou me sentindo uma pessoa mais realizada na vida hahahah
Enfim, vamos lá?

1. Qual foi o último filme que você viu?



O último filme que vi, que estava na listinha, foi Amizade Colorida. Desde que descobri sobre sua existência quis assisti-lo, mas só bem recentemente consegui parar e ver de fato. Embora seja previsível (como toda comédia romântica), é muito divertido, recomendo!

2. Um filme que você quer muito ver.

O primeiro filme que me veio à cabeça foi A Esperança: Parte 1, que estreará em novembro.

3. Um filme para chorar.



Será provavelmente a escolha mais clichê possível, mas sem dúvida escolho Marley e Eu. Não sou de chorar assistindo a filmes, mas em Marley e Eu lavei a alma. Tenho uma séria relação com animais de estimação em filmes: pode morrer qualquer um do elenco, mas se morre o cachorro, por exemplo, fico muito mal. 

4. Um filme para rir.



Embora não morra de amores por comédia (a maioria das comédias são péssimas), poderia citar alguns filmes do gênero dos quais gosto bastante. Citarei Se Beber Não Case - Parte 3, por ser o último da série (que merece muito ser vista!) e que conseguiu me fazer chorar de rir em uma sala de cinema. 

5. Um suspense.



A Última Casa da Rua, com Jennifer Lawrence. Também não gosto muito de suspense, mas esse filme é incrível, traz reviravoltas chocantes e conseguiu me deixar na ponta da cadeira por quase toda a sua duração. Recomendo!

6. Um filme para ver em família.



Uma Prova de Amor. O filme, com Abigail Breslin e Cameron Diaz (e com outros ótimos atores), conta a história de uma família que se desdobra para cuidar da filha adolescente com câncer. É um filme lindo, muito mesmo, e embora pudesse citá-lo na questão 8, acho que é um bom filme para se ver com toda a família justamente por tratar do amor familiar e de escolhas (muitas vezes realmente duras) que devem ser tomadas para ajudar quem se ama. 

7. Um romance.

Não costumo ver romances, mas já que devo escolher um, não tenho outra escolha a não ser esse romance que adoro: A Culpa é das Estrelas. Se você ainda não viu (seja por não ter conseguido, ou por preconceito pelo fato de o livro ser uma tremenda modinha nos dias de hoje), pare o que está fazendo agora e corra ver, vale muito a pena!

8. Um filme lindo.



Um filme que adoro, Um Olhar do Paraíso. O filme conta a história de uma adolescente que foi morta por um homem de seu bairro e agora encontra-se no "paraíso", digamos assim, tentando entrar em contato com sua família e, inclusive, avisa-los sobre o muito perigoso (mas aparentemente inocente) homem, que ainda está à solta, antes de definitivamente ir para o "céu". Fiquei em dúvida se o colocaria como "filme lindo", pois tem uma pegada muito forte de suspense e chega a deixar apreensivo de verdade. Mesmo assim, resolvi classifica-lo nesta categoria porque, primeiramente, a temática é bonita (e também os seus efeitos visuais), e porque preciso cita-lo em alguma categoria e nesta é a que melhor se encaixa. Sim, tem uma forte temática espírita, mas não, não sou espírita. Isso significa que, se você não é, não haverá problema nenhum (não é como um Nosso Lar, que tenta, de certa forma, te fazer acreditar. Este apenas conta a história) por questões religiosas e tudo o mais. A maneira como a história é contada, como tudo se desenrola, é maravilhoso. Recomendo muito. 

9. Um filme para morrer de medo.



O último terror que assisti e o de que mais gosto: Invocação do Mal. De todos os que assisti, foi o que mais me deu medo.

10. Um filme de ação.
Não gosto muito de filmes de ação por acha-los pastelões demais. São cheios de situações forçadas, cenas exageradas (como a que sempre uso para exemplificar, se não me engano de algum da franquia Duro de Matar, na qual conseguem fazer um carro atingir um helicóptero), aquelas completas "marmeladas". Por isso não recomendarei nenhum nesse gênero. 

11. Um filme que não vale a pena.



Definitivamente o pior filme que vi na vida, This is the End (ou É o Fim, como veio para o Brasil). Estavam muitos famosos em uma festa na casa de James Franco (os atores interpretam a si mesmos) quando o mundo começa a acabar, e daí em diante segue-se uma luta pela sobrevivência no meio do apocalipse. Parece ser legal, não parece? Pois bem, não é. É péssimo, um amontoado de cenas aleatórias que têm como único objetivo fazerem rir sem se preocupar com o sentido, o que acaba por tirar-lhes qualquer graça. E como se não bastasse um péssimo roteiro, as atuações são as mais horrendas que já vi. Tudo no filme é ridículo, e ainda não consigo acreditar como alguém foi idiota o suficiente para escrever esse roteiro ou financiar essa produção.

12. Um filme para o Natal.



Temos muitos filmes natalinos na TV na época de final de ano, mas minha indicação, embora muito legal para se ver na época, não tem nada a ver com o natal em si. Trata-se de Frozen, uma das minhas animações favoritas.

13. Um filme de animação.



Megamente, sem dúvidas. É minha animação favorita, e acho que todos precisam assistir. Ele conta a história do vilão cabeçudo Megamente, que, depois de realizar o sonho de todo vilão, que é finalmente se livrar de seu herói, acaba entrando em uma crise existencial e se mete em enrascadas para encontrar um "novo propósito" para sua vida.

14. Um filme que todos têm de ver.



Gravidade! Muitos xingam esse filme por ser quieto demais, mas a verdade é que trata-se de um dos melhores filmes que já vi. Depois de um acidente na base espacial, a engenheira Ryan (interpretada pela ótima Sandra Bullock) fica à deriva na imensidão do espaço, e deve, com suas reservas de oxigênio praticamente acabando, encontrar um meio de voltar ao planeta em segurança. É um filme muito quieto (afinal estamos no espaço, e o vácuo não propaga som) e reflexivo, e nos mostra o quanto somos pequenos no universo. Além disso, conta uma história incrível, de maneira incrível, e que conseguiu me manter preso por toda a sua duração. Vale muito a pena, e todos precisam ver!

15. Um filme que você já assistiu 3 ou mais vezes.



Todos da saga Harry Potter. Mesmo não tendo visto nenhum ultimamente (saudades), são filmes que nunca me canso de ver. 

16. Um filme para meninas.



Não consigo pensar no que seria um "filme para meninas", mas, já que tenho que citar um, escolho Easy A, com a deusa Emma Stone. É um filme que adoro, e creio que sua história acabe se encaixando com a de muitas garotas por aí. Se você ainda não assistiu, corra! 

Bom, essas foram as minhas respostas para a tag Viciado em Filmes! Como de costume, se você gostou e quer respondê-la em seu blog fique à vontade (e se quiser me mande o link, adorarei ver suas respostas). 

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

segunda-feira, 30 de junho de 2014

TAG: Feitiços de Harry Potter

Oi, como vai?
Antes de mais nada, quero dizer que finalmente estou de férias e não me encontro em nenhuma maratona de séries, o que significa que o blog terá uma periodicidade bem melhor do que a que anda tendo nos últimos tempos. E eu também estava guardando umas tags para responder depois de terminar algumas leituras, afinal acabava usando sempre os mesmos livros nas respostas. 
Hoje estou aqui, neste primeiro dia de merecido descanso, para responder a uma divertida Tag chamada Feitiços de Harry Potter, que consiste em ligar livros com feitiços da saga de acordo com suas características em comum. Quem me tagueou foi a Jéssica, do blog Fofocas Literárias (ainda não visitaram? o que estão esperando?). 
Vamos lá?

1.  Expecto Patronum: um livro de infância relacionado a boas memórias



Harry Potter e a Pedra Filosofal, sem dúvidas. Simplesmente porque foi o primeiro livro "grandão" que eu li, e porque eu era bem novo quando comecei. Sempre que o pego fico um pouco nostálgico, porque não são somente memórias sobre a história que a obra desperta. 

2. Expelliarmus: um livro que te pegou de surpresa



A Menina que Roubava Livros. Em nenhum momento pensei que fosse um livro ruim, longe disso. Mas, pela sinopse, não parece uma história realmente atraente. Eis que, quando comecei a ler,  não consegui parar e me arrebatou de tal forma que hoje considero meu livro favorito! 

3. Prior Incantato: o último livro que você leu



O Pequeno Príncipe. Sim, já faz um bom tempo que o li, mas estou com um certo bloqueio para livros ultimamente e não estou conseguindo ler com a mesma velocidade Príncipe Mecânico e A Revolução dos Bichos, mesmo adorando os dois. 

4. Alohomora: um livro que te apresentou a um gênero que você não tinha considerado antes



Jogos Vorazes. Eu não era muito ligado a distopias, e depois de ler a trilogia passei a me interessar bastante pelo gênero e a buscar mais livros no estilo. 

5. Riddikulus: um livro engraçado que você leu



Melancia. Já li muitos livros engraçados, mas este foi o que mais me arrancou gargalhadas durante a leitura. Nunca havia lido Chick-lits (em uma tradução chula, livros de mulherzinha), e achei muito divertido. O livro conta de maneira hilária a história de "superação" de Claire, que foi abandonada pelo marido logo após ter uma filha. Pode parecer idiota, mas vale muito a pena! 

6. Sonorus: um livro que você acha que todos deveriam conhecer



O Grande Gatsby (logo postarei a resenha). Você pode pensar que é uma indicação um tanto inútil, considerando que é um clássico da literatura mundial, mas essa indicação é mais direcionada aos adolescentes, que só dão atenção para os livros YA e não param para conhecer aqueles belos e incríveis "livros velhos". É um recado a todos aqueles que "lutam" contra o preconceito literário (que para a maioria deles é só entre dois estilos diferentes de young adults) e não leem clássicos por puro... preconceito. Ou por pensarem que são difíceis demais, ou por julgarem sem graça só porque foram publicados há muitos, muitos anos. Estou numa espécie de projeto pessoal de parar um pouco com Young Adults (não parar completamente, mas deixar de dar preferência somente aos livros mais comentados do momento) e ler mais clássicos, ou livros mais relevantes para a literatura (para resumir, livros velhos), e não estou me arrependendo nem um pouco. 

7. Obliviate: um livro ou spoiler que você gostaria de esquecer de ter lido



Eu adoraria me esquecer de ter lido um spoiler sobre a série The Maze Runner. Quero muito começar a ler o primeiro livro, mas já acabei recebendo um spoiler (que, pelo visto, é dos grandes) do último volume da série. 

8. Imperio: um livro que você teve que ler para a escola



Eu geralmente gosto dos livros que leio para a escola, mas se tem um que definitivamente odiei foi Os 13 Porquês, que conta a história de uma garota que cometeu suicídio mas, antes disso, gravou 13 fitas, contando nelas os porquês de cometer tal ato, e as enviou às pessoas que tiveram uma parcela de culpa. Tive que ler para um trabalho do colégio no nono ano e simplesmente odiei. Não consegui me simpatizar nem um pouco com a personagem principal, achei ridículo o drama que a personagem fez e esperei um motivo grandioso para a personagem ter cometido suicídio, e não teve nada disso. E o fato de ter que ler por obrigação tornou a experiência com o livro ainda pior. 

9. Crucio: um livro que foi doloroso para ler


Convergente. Muitos dos que vi respondendo a essa Tag colocaram livros que odiaram e que tiveram que continuar lendo mesmo assim, mas decidi mudar um pouco e colocar um livro que amei, mas que foi doloroso pelo fato de ser muito triste e ser o grande final da trilogia Divergente, que adoro, trazendo mortes e cenas arrebatadoras. 

10. Avada Kedavra: um livro que pode matar (interpretação livre)



Pensei bastante sobre o que colocar aqui, porque esse interpretação livre parece facilitar um pouco as coisas mas na verdade torna tudo mais difícil hahah. Decidi escolher Tormenta de Espadas, o terceiro livro da série As Crônicas de Gelo e Fogo, que para mim foi o melhor da série e o mais chocante. Foi adaptado nas temporadas 3 e 4 da série Game of Thrones, e aqueles que sofreram apenas com as cenas na série (que também sofri, mesmo já sabendo de tudo o que ia acontecer) ainda não imaginam o que é virar a página e se deparar com uma cena dessas. Se ver já é chocante, ler cada palavra e construir na mente cada cena é de tirar o fôlego, e por isso posso considerá-lo como um livro que sim, pode matar (George já mata todos os personagens mesmo, o que falta para matar o leitor? hahaha). 

Bom, estas foram as minhas respostas para a Tag Feitiços de Harry Potter, e (como falo sempre) se vocês gostaram, sintam-se automaticamente tagueados. E, se responderem, podem mandar os links de seus posts, vou adorar ver!

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

sábado, 19 de abril de 2014

TAG: Doenças literárias

Oi, como vai?
Hoje estou aqui para responder à tag "Doenças Literárias", uma tag muito divertida que vi no blog Entre Séries e Livros que consiste em citar um livro para cada doença, de acordo com alguma característica em comum. Pode ter parecido um pouco confuso, mas você logo entenderá hahah
Vamos lá?

1. Diabetes: um livro muito doce
Um livro muito doce é, sem dúvidas, Crepúsculo. Cito o primeiro livro, mas representa a série toda. Sim, é um romance, e por isso precisa ser meloso, mas não sei como não fui diagnosticado com diabetes ao terminar a leitura.

2. Catapora: um livro que você leu para nunca mais na vida
Will & Will (confira aqui a resenha). Poderia citar vários nesta categoria, mas Will & Will foi um dos piores que já li na minha vida, e ao terminar tive a certeza de que não o queria ler nunca mais (aliás, adoraria troca-lo se achasse algum interessado, mas não o recomendo nem para os inimigos). 

3. Influenza A: um livro contagioso
A Culpa é das Estrelas. Nunca vi um livro se espalhar tão rápido assim, como uma praga. Nada contra, eu adoro o livro, mas de uns tempos pra cá teve um boom sem igual: todos que eu vejo já leram o livro ou o desejam. É só começar a falar sobre livros que o livro de John Green não tarda a brotar no assunto, e todos os dias (e não é um exagero) vejo comentários sobre ele por aí.

4. Ciclo menstrual: um livro que você relê todo mês/ano
Não sou muito de reler livros, mas se tem uma saga que sempre releio é Harry Potter. Não releio todos, mas pelo menos uma vez ao ano pego um ou outro e o leio novamente. Provavelmente relerei mais um nas férias de inverno deste ano, e outro no próximo, e outro no próximo do próximo hahah

5. Insônia: um livro que você virou a noite lendo
Tormenta de Espadas. Faltavam muitas páginas para termina-lo, mas como trazia uma revelação ou reviravolta atrás da outra, não podia deixa-lo de lado. Não cheguei a virar a noite, mas terminei muito, muito tarde (isso que eu chamo de madrugada produtiva). 

6. Amnésia: um livro que você leu e não se lembra
A Esperança, o terceiro e último volume da trilogia Jogos Vorazes. Li-o muito rápido, e amei, mas sempre que paro para pensar percebo que são poucos os acontecimentos dos quais me lembro. Preciso relê-lo antes da estreia de A Esperança - Parte 1, no final deste ano. 

7. Asma: um livro que te tirou o fôlego
Insurgente. Mesmo a trilogia toda sendo espetacular (estou quase terminando Convergente), este foi o que mais me deixou sem fôlego. O livro traz  uma revelação atrás da outra, e fica difícil deixa-lo de lado ou ler com calma. 

8. Má nutrição: um livro que você esqueceu de comer para ler
Extraordinário. Não é um livro cheio de revelações e tudo o mais, mas terminei-o em pouco mais de uma tarde, e de "só mais um capítulo" em "só mais um capítulo" li o livro todo e não parei para nada.

9. Doença de viagem: um livro que te lembre/você relacione com uma viagem
Quem é você, Alasca?. Mesmo não tendo gostado do livro, foi o que eu levei para o acampamento de formatura NR no ano passado. Claro, não tive muito tempo de ler, mas quando tinha um intervalo maior entre uma atividade e outra e tínhamos um tempo para ficar no chalé eu pegava o livro e ficava lendo uns trechos, além de ter lido um pouco no ônibus. Quando pego o livro, lembro tudo de bom que fiz na viagem e me bate uma saudade... hahah

Bem, essas foram as minhas respostas para a tag Doenças Literárias. Foi muito divertida de responder, e quero saber as respostas de todos vocês, portanto, se você gostou da tag (sempre falo isso, mas não custa repetir) sinta-se tagueado!

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

sábado, 5 de abril de 2014

TAG: Guerra dos Tronos

Oi, como vai?
Hoje estou aqui para responder a uma tag que vi no blog Fofocas Literárias e adorei, que se chama Guerra dos Tronos! 
Essa tag consiste em responder a algumas perguntas sobre a série, sobre os personagens, as famílias, enfim. Como estou na expectativa para a quarta temporada (que já estreia amanhã!), resolvi responder já hoje, em uma espécie de "esquenta" para o retorno da série. 
Vamos lá? 

1. Como descobriu a série/livros?
Não me lembro exatamente como descobri a série, mas creio que acabei descobrindo-a primeiro. Sabia muito pouco sobre ela (ainda estava sendo exibida a segunda temporada), e quando descobri que era baseada em livros fui logo pesquisar. Ler a sinopse de Guerra dos Tronos foi como amor à primeira vista, e mal podia esperar para ler. E para que alguns spoilers da série não estragassem as surpresas do livro, esperei ler até o segundo livro, Fúria dos Reis, para assistir à primeira temporada, e depois esperar até ler Tormenta de Espadas (o terceiro volume) para ver a segunda e a terceira temporadas. E cá estou hoje, já tendo lido os cinco livros e aguardando ansiosamente pela quarta temporada hahah

2. Qual é a tua família favorita (sem ser os Stark e os Lannister)?
Minha família favorita é na realidade os Lannister, mas como o criador da tag não me permite, escolho a família Targaryen. Gosto bastante dos Tyrell, mas os Targaryen são a família com a história mais legal de toda a história (ultrapassando também a dos Lannister). Sua história com o Trono de Ferro e o modo como "acabou" são realmente sensacionais, e no final das contas torço para que algum Targaryen (de preferência Daenerys) conquiste Westeros e faça com que o Trono de Ferro volte ao poder da família.

3. Qual é o seu personagem favorito da família Stark?
Se for um Stark legítimo, escolho Arya Stark, mas sem dúvida meu personagem favorito da família é Jon Snow (bastardo, mas ainda sangue de Ned). Ele e Arya estabeleceram uma bela relação irmão mais velho-irmã caçula, e cada um tomou rumos muito diferentes, porém intrigantes e mal posso esperar para ver o que acontecerá com cada um deles. Jon, carregando sobre os ombros o peso do comando da Muralha e de todos os seus problemas e Arya, uma loba que teve que aprender a viver completamente separada do resto da alcateia. Não somente da família Stark, mas são alguns dos personagens que mais gosto de todos. 

4. Qual é o seu personagem Lannister favorito?
Não poderia deixar de ser Tyrion Lannister. O anão é um dos meus personagens favoritos de toda a série, e sua inteligência, suas estratégias, suas sábias falas e seu bom humor o colocam mais alto do que qualquer outro em Westeros. Sempre esperava seus capítulos com ansiedade, pois são alguns dos mais interessantes. E, vendo por outro lado, é o único personagem (desculpe o palavreado) não filho da puta da família. 



5. Qual é o seu personagem favorito?
Assim como sou indeciso para escolher um livro, uma música, uma banda, um filme, sou indeciso para escolher um único personagem nessa série. Os meus favoritos (e tenho certeza que sou só mais um de muitos) são Tyrion e Daenerys. São os personagens que me conquistaram mais facilmente, aqueles que apresentam as tramas mais interessantes e os as reviravoltas mais surpreendentes. 

6. Qual é o personagem de que menos gosta?
Eu poderia responder Joffrey Baratheon, mas a verdade é que secretamente gosto dele. Ele é um dos piores personagens da história, mas sem Joffrey alguns dos melhores (ou piores) momentos da série não aconteceriam. Mas um personagem que definitivamente não gosto é Stannis Baratheon. Não é um "não gostar" de odiar, é um "não gostar" de simplesmente não sentir nada. Stannis é o personagem mais desprovido de carisma que já conheci. Não chama atenção, não tem falas sensacionais, e se morrer não será alguém que fará falta. 

7. O que pensa da série/livros?
Ambos são perfeitos! Não consigo escolher apenas um dos dois, porque se complementam. Graças aos livros tive acesso a essa maravilhosa história e desenvolvi um senso crítico maior com relação a outros livros. Por serem ricos demais, quando leio livros mais pobres (em questão de narrativa, riqueza de detalhes, qualidade das falas e de todo o conjunto da obra) acabo notando essa falta de detalhes e já passo a não gostar tanto do livro, algo em que eu não veria problema algum antes. Além disso, como é uma série que mexeu bastante comigo e posso dizer que mudou minha vida e minha maneira de lidar com alguns livros (algo como o que a saga Harry Potter fez com os livros maiores quando era criança, As Crônicas de Gelo e Fogo me fez com livros mais adultos), e quando termino um livro sempre faço um balanço: o que isso mudou em minha vida? 
E a série complementa o livro pois não preciso apenas ficar na imaginação, mas sim imaginar quando leio e depois ver tudo aquilo se concretizar nas telas.
Estão entre as minhas séries favoritas, tanto televisivas como literárias.

8. Se pudesse ser um dos personagens, qual deles seria e por que?
Eu adoraria ser algum camponês que vive uma vida pacata em terras longe de toda a guerra, estupros e matança. Todos os personagens morrem, e os que não morrem sofrem, e por isso não seria nada mau viver como alguém aleatório e distante de todos os problemas.


9. Qual teu episódio/temporada favorito?
A minha temporada favorita até agora, mesmo com a segunda e a terceira sendo sensacionais, é a primeira. Sobre o meu episódio favorito, separo um de cada temporada: a season finale da primeira temporada, Fire and Blood; Blackwater, o episódio 9 da segunda temporada; e The Rains of Castamere, o traumático episódio 9 da terceira.

10. Quem é a tua "crush" de Guerra dos Tronos?
Traduzo essa pergunta como "alguém que eu pegaria na série", e minha resposta é, sem dúvida, Daenerys. Ela, ao contrário da bela Sansa que seria a segunda opção, é forte e não apenas uma garotinha sonhadora, e por isso teria uma "crush" por ela fácil fácil.

Bom, essas foram as minhas respostas à Tag "Guerra dos Tronos", que foi muito divertida de responder. Se você também gosta da série, dos livros ou dos dois, sinta-se obrigatoriamente tagueado. Adorarei ver as suas respostas também!

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

sábado, 28 de dezembro de 2013

TAG: 6 livros para ler nas férias



Oi, como vai?
Hoje estou aqui para responder à Tag "6 livros para ler nas férias", que consiste em, bem, indicar 6 livros para serem lidos nas férias. Quem me tagueou foi a Letícia, do blog Apenas Apaixonada por Livros (obrigado!). 
Como metade das férias já se passaram (não gosto nem de lembrar deste detalhe), vou indicar livros me baseando neste pouco mais de um mês de descanso que resta. Não vou indicar necessariamente meus livros favoritos, mas livros bons que podem ser lidos em pouco tempo. 
Vamos lá?

1. Extraordinário, R J Palacio



Este livro (link para a resenha logo acima) conta a história de August Pullman, um garoto de 10 anos que tem uma séria deformação no rosto e por causa das inúmeras cirurgias pelas quais passou nunca frequentou a escola. Chegou a hora, e ele tem que se adaptar ao novo mundo em meio a muito preconceito e piadinhas maldosas. Mas conta com o apoio de alguns poucos mas bons amigos, que fazem tudo valer a pena!
O livro vale muito a pena, e li em apenas dois dias, graças à narrativa gostosa e os capítulos mais curtos.

2. O Natal de Poirot, Agatha Christie




Este livro, da sensacional Agatha Christie, narra a investigação do incrível detetive Hercule Poirot, que tem que descobrir desta vez o assassino de Simeon Lee, um homem tirânico que foi encontrado no meio de muito sangue e de todos os seus móveis revirados em seu escritório durante a reunião de natal de sua família. Todos tinham um motivo pra o odiá-lo, o que torna praticamente impossível descobrir quem realmente o matou, mas Hercule Poirot não perde um caso por nada, e o final, como não poderia deixar de ser, é muito surpreendente e completamente fora do que imaginávamos, mesmo que faça perfeito sentido.
Em pouco mais de 200 páginas, o livro te prende, e a narrativa de Agatha Christie faz com que a leitura flua rapidamente e que você termine o livro em pouco tempo. Recomendadíssimo não só para as férias, mas para qualquer época do ano, e para qualquer um que deseja um bom "aperitivo" da alta literatura de mistério.

3. As Vantagens de ser Invisível, Stephen Chbosky 




Este livro maravilhoso conta a história de Charlie, um garoto que acabou de perder o único amigo, que tem está entrando em um novo colégio e tem que adaptar ao ensino médio. É aí que encontra os meio irmãos Sam e Patrick, que o ajudam a se enturmar. Falando assim parece que o livro é comum, mas é ótimo, e consegue captar muito bem a "atmosfera" adolescente e todas as maiores preocupações. O livro é narrado por meio de cartas que Charlie manda a um amigo (que nunca sabemos quem é, o que faz parecer que as cartas são destinadas a nós), o que faz com que seja uma leitura fluida e rápida.

4. O Lado Bom da Vida, Matthew Quick




Este livro conta a história de Pat Peoples, um homem um tanto perturbado que, desde que foi abandonado pela esposa (por motivos até então desconhecidos), se torna obcecado por te-la de volta e se torna um viciado em exercícios físicos. Pat começa a mudar todos os seus atos e a viver em função de sua ex mulher, enquanto sonha com o dia em que ela o aceitará de volta. Mas eis que aparece Tiffany, uma garota também um tanto perturbada, que o ajudará a superar tudo isso e ainda voltar a ser quem realmente é. Um livro engraçado, doce e envolvente, tem uma narrativa gostosa e sem rodeios, o que torna muito menos cansativo e muito mais rápido de ser lido. Recomendo!

5. O Menino do Pijama Listrado, John Boyne




O livro dá um olhar inocente ao nazismo, contado através de Bruno, filho de um guarda nazista que se muda para perto de um dos maiores campos de concentração. Ele, curioso como toda criança, resolve fazer explorações pelo local, e acaba fazendo amizade com um garoto judeu que nasceu exatamente no mesmo dia que ele e que vive do lado de dentro da cerca. É um livro emocionante, e com uma narrativa leve e fluida faz com que seja rapidamente lido. Uma boa pedida para as férias e para qualquer outra época do ano, perfeito! 

6. Divergente, Veronica Roth




















Pode ser uma indicação meio clichê, e ainda inútil, já que muita gente conhece a história e não há a necessidade de mais alguém falando para ler, mas é um ótimo livro, uma grande distopia (embora o segundo seja muito melhor e muito mais distópico) e com uma narrativa gostosa. Pensei muito em indicar Feios, mas depois de ter lido Perfeitos, a sequência, vi que o autor dá mais ênfase ao romance adolescente do que à distopia em si, o que não gostei nem um pouco, e como indicar uma história que não gosto?
Em Divergente você acompanha a história de Beatrice Prior, em uma Chicago dividida em diversas facções, cada uma presando uma qualidade diferente. Chega o momento em que ela deve escolher entre ser quem realmente é ou viver uma vida cômoda com seus pais em uma facção em que não se sente inteiramente bem.
Além da narrativa fluida, tem um ótimo ritmo e sempre alguma coisa está acontecendo, o que torna difícil largar o livro e não devora-lo, para saber o mais rápido possível de todos os desenlaces dessa história surpreendente.

Bom, estes foram os 6 livros que eu indico para as férias (mas também para qualquer outra época do ano, pois são ótimos). Se você gostou e quiser responde-la em seu blog, sinta-se tagueado!

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

sábado, 19 de outubro de 2013

TAG: A minha vida como leitor

Oi, como vai?
Hoje eu estou aqui para responder à tag "A minha vida como leitor", criada pelo blog Central de Leitura. Quem me tagueou foi a Jéssica, do blog Fofocas Literárias (<3). Ela consiste em responder perguntas sobre, bem, a minha vida como leitor: como eu comecei a ler, com que idade, quantos livros eu tenho, essas coisas. É uma tag muito interessante (quase uma entrevista), vou adorar responder!
Vamos lá?

Passado:


1. Com que idade você começou a ler?

Com uns 3, 4 anos... eu aprendi com a minha mãe, que sempre me trazia livros infantis da faculdade (que, aliás, guardo até hoje).

2. Qual o nome do primeiro romance que você leu?

O primeiro livro "grandão" que eu li foi Harry Potter e a Pedra Filosofal. Até então eu lia apenas livros menores (e bobinhos).

3. Que livro considera ter desenvolvido o gosto pela leitura?

Desde os primeiros livros que eu li (A Bezerrinha Mumu, O Macaquinho Pirueta, livrinhos desse tipo) eu já desenvolvi gosto pela leitura e quis cada vez mais. Mas o que desenvolveu um gosto por livros maiores e grandes histórias foi mesmo Harry Potter. Com ele eu descobri que eu conseguia de ler livros com mais de 100 páginas, e que eu realmente gostava disso!

4. Qual é a sua primeira recordação de você lendo?

Eu me lembro até hoje (não sei como) de quando eu estava sentado na cama da minha mãe, eu era muito novinho, e eu li a primeira página de um dos livrinhos que ela me trazia.

Presente:


5. Atualmente, quantos livros você tem?

Segundo meu Skoob, eu tenho exatos 50 livros. Mas ainda tem aqueles que eu tive muito antes de ter vontade de organiza-los, que estão por aí, no meu guarda-roupas, ou em outros quartos... mas vamos levar em conta os 50 oficiais. 

6. Qual deles é o seu favorito?

Não consigo escolher um só, mas dentre os favoritos escolho Guerra dos Tronos. Ele me apresentou o mundo criado por George R. R. Martin e deu início à minha série de livros (e também de TV) favorita.

7. Qual é o mais odiado?

The Mark of Athena, sem dúvidas.

8. Qual é seu gênero literário favorito?

Eu gosto muito de fantasia, mas sou um tanto eclético pra livros. Tirando auto-ajuda, leio qualquer gênero, desde que a história me interesse.

9. Com que frequência você lê?

Eu leio diversas vezes por dia. Alguns dias eu acabo não conseguindo, ou porque estou com muito sono, ou porque tenho muitas coisas pra fazer, mas eu gosto de ler pelo menos 30 páginas por dia. Não é muito, mas é uma média (quando a história me prende, ou quando tenho bastante tempo livre, chego a ler mais de 100 páginas no mesmo dia).

10. Prefere literatura infantil, juvenil ou adulta?

Adulta. É, eu sou adolescente, mas a literatura adulta pra mim é a melhor por não precisar de papas na língua. Não é como a infantil ou a juvenil que ainda tentam passar alguns valores morais, ensinar lições, aqueles em que os heróis sempre vão se dar bem e os vilões sempre vão acabar mal, aquelas histórias mais inocentes em que tudo de mais pesado é mostrado apenas por insinuações e não narrado de fato. Os livros adultos mostram o que tem que mostrar, contam a história que tiver de ser contada, e cabe o leitor ter uma "cabeça boa" para não se deixar levar pelos vilões que se dão bem ou algo do tipo.

11. Defina sua leitura: lenta, intermediária ou rápida?

Intermediária...

12. Quem é o seu autor favorito e por que?

Me sinto culpado por não responder J.K. Rowling, como sempre fazia, mas hoje em dia (e duvido que alguém tome esse posto), sem dúvidas é George R. R. Martin. E não só pela sua escrita. Os métodos que ele utiliza, as entrevistas que ele dá... são brilhantes! Eu admiro muito esse homem.

13. Prefere livros com capa dura ou brochura?

Por beleza, claro que os livros em capa dura sempre serão mais charmosos. Mas para ler os livros brochura são bem melhores e mais confortáveis (e não deixam de ser bonitos).

14. Qual seu protagonista favorito e por que?

É nesse momento em que eu paro, olho pros meus livros e percebo que eu não sei o que responder. Eu gosto de muitos protagonistas, como Harry Potter, Katniss, Tris... mas ainda assim não são os meus favoritos. Eu vejo Rony Weasley como um dos protagonistas da saga Harry Potter (injusto uma saga dessa magnitude ter apenas um protagonista), então escolho Rony.

15. Qual seu antagonista favorito e por que?

Voldemort. Conheço muitos vilões, mas todos se perdem em algum ponto, ou são exagerados demais. Voldemort é meio que um ditador, pode ter toda a magia ao redor mas JK fez um vilão bem realista. 

16. Qual livro você quer ler, mas ainda não conseguiu?

Sob a Redoma. Eu quero ler desde que foi lançado (aliás, foi o primeiro livro que conheci de Stephen King), mas por causa do preço duvido que eu vá conseguir ler logo. O mesmo acontece com os livros da saga O Senhor dos Aneis. Vontade não falta, mas falta o dinheiro.

Futuro:


17. Pretende ou já trabalha em uma carreira relacionada a livros?

Depois de me formar pretendo trabalhar com publicidade, mas tenho ideias demais pra minhas próprias histórias e ainda quero publicar um livro. Além disso, o máximo que eu puder ligar minha profissão à literatura, eu vou fazer com prazer. 

18. Acredita que os e-books ultrapassarão as vendas de livros físicos?

Nunca. Eles podem até se tornar mais raros, mas nunca vão ser substituídos por completo. Os ebooks já estão em alta, e podem crescer ainda mais, mas não acredito que possam ultrapassar os livros físicos. 

19. Pretende incentivar a leitura para seus filhos?

Claro que sim! Assim como minha mãe me incentivou, pretendo ensina-los a ler e comprar livros desde cedo também, para estimular a leitura, a criatividade e o cuidado para com esses objetos tão preciosos.

20. Você acha que seu país vai se tornar uma nação de leitores?

Hoje em dia não são tantas as pessoas que leem, mas cada vez mais os adolescentes estão se interessando pela leitura e ué, nós é que seremos o futuro da nação, então acho que ainda há esperanças.


Bom, essas foram as minhas respostas pra tag "A minha vida como leitor". Por mais que seja longa, adorei responde-la. Se você deseja responder também, sinta-se tagueado, só não se esqueça de dar os créditos ao blog que a criou!


Espero que tenham gostado, até a próxima ;D