quinta-feira, 17 de julho de 2014

Vamos falar sobre: The Maze Runner



Oi, como vai?
Hoje estou aqui para falar sobre o incrível The Maze Runner: Correr ou Morrer, de James Dashner. É um daqueles livros que a sinopse te conquista quase que instantaneamente, e desde que a li pela primeira vez o livro estava na minha wishlist. Agora consegui finalmente compra-lo, passando na frente de vários outros que estavam em minhas metas, e não me arrependi nem um pouco.
The Maze Runner conta a história de Thomas, um adolescente que acorda de repente dentro de um elevador escuro que subia, se lembrando apenas de seu nome. O elevador finalmente para e ele é recebido (não da maneira mais calorosa, posso dizer) pelos Clareanos, outros adolescentes, todos meninos, que já haviam sido entregues pelo elevador e sabiam tanto quanto Thomas sobre seus respectivos passados. Os garotos se intitularam Clareanos pois vivem na Clareira, um amplo local cercado por gigantescas paredes de pedra, que se encontra bem no centro de um labirinto. Todas as noites, quatro enormes portas de pedra maciça se fecham, protegendo-os dos males que circulam pelos corredores do labirinto. 
Nada estava bem, é claro, mas consegue ficar ainda pior e mais confuso quando, um dia depois da chegada de Thomas, o elevador, que trazia um garoto a cada mês, chega trazendo uma garota! E como se não bastasse isso, ela traz mensagens um tanto quanto enigmáticas, e tem uma ligação com Thomas que nenhum dos dois sabe de onde vem.



Esta é a premissa, já ótima, do livro. Não darei mais detalhes para não estragar sua leitura, afinal recomendo veementemente essa obra a todos os que gostam de distopias e de livros com uma temática "luta pela sobrevivência". 
No início, confesso, não estava conseguindo me simpatizar com o protagonista, Thomas, e com a escrita de James. Mas, com o virar das páginas, coisas incríveis acontecem e, além de colocar Thomas em uma posição mais alta no meu conceito, me fizeram até gostar do modo como o livro é escrito. É uma narrativa em terceira pessoa que acompanha apenas Thomas, e nos coloca em pé de igualdade com os personagens: sabemos tanto quanto eles, e somente quando eles descobrem alguma revelação é que ficamos sabendo também.



É uma leitura angustiante, mas no bom sentido. James Dashner consegue construir toda a tensão da Clareira e todo o mistério acerca do indecifrável labirinto. Praticamente devorei a obra, simplesmente porque não dá para parar de ler! Cada capítulo (que são mais curtos) acaba de um modo que não te deixará fazer nada mais enquanto não ler o próximo, e assim sucessivamente. Muitas revelações são feitas, muitas reviravoltas acontecem, muitos personagens morrem, e no final das contas, depois de um desfecho incrível, ficamos com aquele gostinho de quero mais, aquela fome que só será saciada com o próximo volume, Prova de Fogo, com muito mais perguntas a serem respondidas.
Para finalizar, não posso deixar de ressaltar que, se você pode estar receoso de ler este livro por causa de romance adolescente, pode ficar sossegado! Ele até existe, dependendo do ponto de vista, mas não temos "melação" nenhuma, nada daquela enrolação e juras de amor que atrapalham o andamento da história, que flui muito bem e foca principalmente na ação e na busca por respostas e por um meio de sair daquele lugar sufocante e enfrentar o mundo real, que pode até mesmo ser pior do que o que viviam na Clareira.

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

terça-feira, 15 de julho de 2014

Três anos sem Harry Potter... o que mudou?

Oi, como vai?
Hoje, caros amigos, é dia 15 de julho, e sabe o que isso significa? Significa que hoje, três anos desde a estreia do último filme da saga, Potterheads do mundo todo estão melancólicos, se lembrando dos momentos que passaram com a saga e fazendo algum tipo de homenagem.  Eu, como Potterhead que sou, não posso deixar esta data tão importante simplesmente passar em branco. No ano passado, escrevi um tributo a Harry Potter, que amei, e acho que escrever um novo agora seria apenas repetir tudo o que disse no ano passado. Portanto resolvi fazer algo diferente.
Três anos se passaram, mas discordo de meu próprio título para o post, "Três anos sem Harry Potter". Isso porque não ficamos sequer um dia sem a saga realmente. Sim, não teremos mais livros e mais filmes, mas nunca passo um dia sem pensar (mesmo que vagamente certas vezes, confesso) na saga, nos personagens, enfim. Como disse no post do ano passado, tudo o que é bom não dura pouco, é eterno! Me vejo lendo para os meus filhos o primeiro volume da saga, para que sozinhos possam ler os outros seis.
Muita coisa aconteceu nos últimos três anos, tanto para mim quanto para você, que está aí lendo, e para o mundo em geral. Como não poderia ser diferente, muita coisa aconteceu para aqueles envolvidos com a saga: o elenco e a rainha autora. Neste post, para aproveitar o clima de relembrar o passado em que todos nos encontramos, resolvi fazer uma espécie de "resumão" sobre tudo o que aconteceu desde então. Vamos lá?

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Veja como são feitos os efeitos especiais de Game of Thrones!



Oi, como vai?
Quando dizem que Game of Thrones é uma das melhores (senão a melhor) séries de TV não só de hoje, mas de todos os tempos, é difícil discordar. Você pode não considera-la sua favorita, mas que em seus quesitos técnicos e no conteúdo ela é sensacional, não há como negar. 
Além de suas atuações incríveis, os efeitos especiais são maravilhosos, e neste vídeo podemos ver um pouco de como algumas das cenas da quarta temporada e alguns dos cenários incrivelmente realistas foram feitos, confira:



O vídeo nos mostra desde a inserção de névoa e nuvens até a construção de navios e castelos! É de um capricho e uma qualidade imensos o que é feito na série (justificando os altíssimos orçamentos), e a impressão que temos é que estamos vendo uma grande produção cinematográfica (embora, em boa parte dos casos, Game of Thrones seja ainda melhor).

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D