terça-feira, 13 de maio de 2014

Vamos falar sobre: O Espetacular Homem Aranha 2


Oi, como vai?
Primeiramente peço desculpas pela demora para novos posts, devo confessar que a maratona fervorosa de Doctor Who que estou fazendo não me deixa muito tempo para qualquer outra coisa depois que ligo o computador (mal posso esperar para falar em algum dos posts, estou adorando!).
Enfim, hoje estou aqui para falar sobre o espetacular (não consegui resistir ao trocadilho) "O Espetacular Homem Aranha: a Ameaça de Electro", o segundo filme da nova franquia do super-herói. Pelo que andei lendo, o filme anda dividindo a crítica, e estou, sem dúvida, ao lado dos que adoraram. 
Nos primeiros minutos da película já temos cenas com os pais de Peter, que o abandonaram quando era criança. O personagem continua em sua busca por respostas, e são feitas algumas descobertas que mudam tudo o que ele pensava sobre os pais. 
Enquanto isso, no "presente", Parker deve lidar com o amor que sente por Gwen Stacy e a promessa que fez ao seu pai em seu leito de morte: se afastar da amada para não coloca-la em perigo. Além de tudo isso, Peter ainda precisa lidar com seu amigo, Harry Osborn, que, com a morte do pai, tornou-se o dono da Oscorp e sofre com a pressão e a falta de autoridade que sua pouca idade acaba trazendo perante os acionistas. Harry também tem uma grave doença que herdou do pai, e que o levará à morte da mesma maneira caso não encontre uma cura logo. E é na busca por essa cura que muitos problemas são causados, amizades são desfeitas e perdas irreparáveis devastam tanto os personagens em cena quanto o espectador na poltrona do cinema. 


No primeiro filme tivemos apenas um vilão, Lizard, aquele homem lagarto gigante que planejava transformar todos os habitantes de Nova York em seres de sua espécie. Foi um vilão bom, sim, mas não tanto quanto os dois (não conto Rhino porque sua participação foi pequena, mas provavelmente crescerá muito no próximo filme) que nos foram apresentados nesta sequência. Além do excelente Duende Verde, que ainda promete muito para os próximos filmes, temos Electro, o "vilão principal" da história. É um homem comum, que nunca foi notado pelos outros. Não recebe o devido crédito por seus projetos, nem é respeitado por aqueles com quem trabalha. Depois de tanto ser deixado de lado, é salvo pelo Homem Aranha, que o fez sentir-se muito importante, e se torna o fã número um do herói. Porém, em um acidente que sofreu na Oscorp (a geradora de todos os vilões da nova franquia) acaba se transformando em Electro, e se deslumbra com toda a atenção que pode ter com suas habilidades (além de poder se vingar de todos que o deixaram de lado até então).
Daqui em diante não darei mais detalhes que possam estragar as surpresas do filme, que posso dizer que é incrível e conta com cenas de tirar o fôlego!
As atuações são muito boas, com destaque, é claro, para o casal principal Andrew Garfield e Emma Stone. Os dois são namorados na vida real, e isso contribui para uma química estupenda entre os dois, redefinindo o significado da palavra "shippar". Também merecem destaque Dane DeHaan, que vive Harry Osborn, e Jamie Foxx, o Electro.  
O primeiro filme da nova franquia foi um tanto mediano, mas esse segundo consegue superar e tornou a nova leva de filmes a minha favorita. Tobey Maguire e Kirsten Dunst, eu gosto de vocês, mas a franquia de Andrew e Emma não tem comparações.
Além do ótimo enredo e das atuações, um dos melhores pontos do filme é o 3D. O aproveitamento do recurso é muito bem-feito e se tornou um dos melhores filmes em 3D que já vi. Só as cenas em que o Aranha pula de prédio em prédio já são sensacionais (sempre quis ver essas cenas em 3D e confesso que fiquei arrepiado), e as batalhas então... vale cada centavo que gastei com o ingresso. Se você tem a oportunidade de assistir ao filme em 3D, assista, não irá se arrepender!
Altamente recomendado!

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

domingo, 20 de abril de 2014

Vamos falar sobre: Convergente

- este post contém spoilers de Divergente e Insurgente -

Oi, como vai?
Hoje estou aqui para falar sobre o incrível, maravilhoso, sofrível, chorável, terceiro e último livro da trilogia iniciada por Divergente, Convergente!
O livro continua narrando a saga de Beatrice Prior, a garota da Abnegação que desertou de sua facção para ser quem realmente era, caiu no meio de conspirações e golpes contra o governo e sofreu muitas ameaças e perigos reais por ser Divergente. No primeiro livro, conhecemos mais sobre a Chicado dividida em facções na qual Tris vive. No segundo, Insurgente, visitamos com a personagem cada uma das facções que não haviam sido tão bem exploradas e conhecemos mais a fundo a sociedade e o funcionamento de cada um dos grupos. Já neste terceiro livro, conhecemos o que há para além da cerca que separa a cidade do resto do mundo, até então desconhecido. 
No final de Insurgente descobrimos uma pista sobre o que há do outro lado da cerca com o vídeo de Edith Prior, e começamos a descobrir a importância dos divergentes e o porquê de serem perseguidos por Jeanine. E Convergente começa não muito depois. Os sem-facção tomam o poder e Evelyn Johnson (mãe de Tobias e líder dos sem-facção) acaba por se tornar uma espécie de tirana, mais ou menos como Jeanine foi. Enquanto a líder da Erudição mantinha o sistema de facções, Evelyn, ao tentar dar "escolhas" para as pessoas, derrubou o sistema e passou a obrigar as pessoas a viverem sem as divisões, ou seja, de um jeito ou de outro acabou tirando suas escolhas. Com isso em mente, formam-se os Leais, um grupo que luta contra o governo de Evelyn e quer restaurar o sistema de facções.
No vídeo de Edith Prior, descobrimos que os divergentes deveriam ir para fora da cidade, do outro lado da cerca, e ajudar a população que vive lá. Sem saber direito o que isso quer dizer, Tris, Tobias, Christina, Uriah, Peter, Cara, Tori e vários outros decidem sair da cidade quase clandestinamente para descobrir mais sobre o que há no exterior, e daí em diante temos uma revelação atrás da outra. O porquê de viverem isolados dentro da cidade, o porquê das facções, o verdadeiro porquê do ataque de Jeanine contra a Abnegação, e muito mais respostas para tudo aquilo que acreditávamos já saber desde o primeiro livro. E ao mesmo tempo que são respondidas algumas questões, mais dúvidas são plantadas de um jeito que só Veronica Roth consegue fazer, fazendo com que o livro não perca o ritmo em nenhum momento e sempre fiquemos curiosos e querendo saber o que virá à seguir. Não darei mais detalhes à partir daqui, para não estragar a sua leitura, mas posso afirmar que os desenlaces são sensacionais e, no fim das contas, não sobra nenhum fio solto.


Quando paro para pensar, me lembro de onde e como os personagens estavam em suas primeiras aparições e o quão longe chegaram agora. Veronica Roth, depois deste livro, se tornou uma das minhas autoras favoritas. Todos os rumos que deu para seus personagens, o clima de tensão que mantém, ela é realmente maravilhosa! O final do livro é incrível, porém triste, muito triste. Sacrifícios são feitos, escolhas são tomadas, e muitos personagens (muitos mesmo) acabam mortos. Confesso, em determinado momento o livro conseguiu inclusive me arrancar algumas lágrimas.
Como sou fã da trilogia, esse post não tem como ser dos mais imparciais, mas não analiso o livro tão tecnicamente, e sim por tudo o que ele conseguiu passar, e Convergente consegue levar o leitor aos extremos: em uma hora, enche de felicidade, mas logo já narra acontecimentos que te jogam na fossa.
Neste livro, ao contrário dos outros dois, temos Tobias como um dos narradores, e isso nos dá uma perspectiva muito mais ampla de tudo o que está acontecendo. Enquanto antes ficávamos presos à mente de Tris (não que isso fosse ruim), em Convergente conseguimos estar em locais em que ela não está, temos acontecimentos distintos narrados "simultaneamente", e opiniões diferentes sobre a mesma coisa (além de garantir a continuidade da história, depois de alguns... acontecimentos).
Um excelente livro e um fim espetacular para a série, vale à pena ser passado na frente na lista de próximas leituras!

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

sábado, 19 de abril de 2014

TAG: Doenças literárias

Oi, como vai?
Hoje estou aqui para responder à tag "Doenças Literárias", uma tag muito divertida que vi no blog Entre Séries e Livros que consiste em citar um livro para cada doença, de acordo com alguma característica em comum. Pode ter parecido um pouco confuso, mas você logo entenderá hahah
Vamos lá?

1. Diabetes: um livro muito doce
Um livro muito doce é, sem dúvidas, Crepúsculo. Cito o primeiro livro, mas representa a série toda. Sim, é um romance, e por isso precisa ser meloso, mas não sei como não fui diagnosticado com diabetes ao terminar a leitura.

2. Catapora: um livro que você leu para nunca mais na vida
Will & Will (confira aqui a resenha). Poderia citar vários nesta categoria, mas Will & Will foi um dos piores que já li na minha vida, e ao terminar tive a certeza de que não o queria ler nunca mais (aliás, adoraria troca-lo se achasse algum interessado, mas não o recomendo nem para os inimigos). 

3. Influenza A: um livro contagioso
A Culpa é das Estrelas. Nunca vi um livro se espalhar tão rápido assim, como uma praga. Nada contra, eu adoro o livro, mas de uns tempos pra cá teve um boom sem igual: todos que eu vejo já leram o livro ou o desejam. É só começar a falar sobre livros que o livro de John Green não tarda a brotar no assunto, e todos os dias (e não é um exagero) vejo comentários sobre ele por aí.

4. Ciclo menstrual: um livro que você relê todo mês/ano
Não sou muito de reler livros, mas se tem uma saga que sempre releio é Harry Potter. Não releio todos, mas pelo menos uma vez ao ano pego um ou outro e o leio novamente. Provavelmente relerei mais um nas férias de inverno deste ano, e outro no próximo, e outro no próximo do próximo hahah

5. Insônia: um livro que você virou a noite lendo
Tormenta de Espadas. Faltavam muitas páginas para termina-lo, mas como trazia uma revelação ou reviravolta atrás da outra, não podia deixa-lo de lado. Não cheguei a virar a noite, mas terminei muito, muito tarde (isso que eu chamo de madrugada produtiva). 

6. Amnésia: um livro que você leu e não se lembra
A Esperança, o terceiro e último volume da trilogia Jogos Vorazes. Li-o muito rápido, e amei, mas sempre que paro para pensar percebo que são poucos os acontecimentos dos quais me lembro. Preciso relê-lo antes da estreia de A Esperança - Parte 1, no final deste ano. 

7. Asma: um livro que te tirou o fôlego
Insurgente. Mesmo a trilogia toda sendo espetacular (estou quase terminando Convergente), este foi o que mais me deixou sem fôlego. O livro traz  uma revelação atrás da outra, e fica difícil deixa-lo de lado ou ler com calma. 

8. Má nutrição: um livro que você esqueceu de comer para ler
Extraordinário. Não é um livro cheio de revelações e tudo o mais, mas terminei-o em pouco mais de uma tarde, e de "só mais um capítulo" em "só mais um capítulo" li o livro todo e não parei para nada.

9. Doença de viagem: um livro que te lembre/você relacione com uma viagem
Quem é você, Alasca?. Mesmo não tendo gostado do livro, foi o que eu levei para o acampamento de formatura NR no ano passado. Claro, não tive muito tempo de ler, mas quando tinha um intervalo maior entre uma atividade e outra e tínhamos um tempo para ficar no chalé eu pegava o livro e ficava lendo uns trechos, além de ter lido um pouco no ônibus. Quando pego o livro, lembro tudo de bom que fiz na viagem e me bate uma saudade... hahah

Bem, essas foram as minhas respostas para a tag Doenças Literárias. Foi muito divertida de responder, e quero saber as respostas de todos vocês, portanto, se você gostou da tag (sempre falo isso, mas não custa repetir) sinta-se tagueado!

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D