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sexta-feira, 20 de março de 2015

Vamos falar sobre: Insurgent



Oi, como vai?
Hoje estou aqui para falar sobre um dos filmes cuja estreia mais aguardei em 2015 e, infelizmente, um dos piores a que assisti no ano, Insurgente.
É doloroso falar uma coisa dessas, especialmente quando se trata da adaptação de livros que eu gosto tanto e da sequência de um filme do qual gostei bastante. Mas é mais doloroso ainda dizer que tem pouco do livro que adorei, e mal parece ser sequência do filme do qual gostei bastante também. 
O longa continua contando a história de Tris, Four e seus amigos, que se tornaram refugiados em sua própria cidade e precisam combater o governo quase ditatorial imposto por Jeanine, que passa a caçar divergentes predatoriamente em busca daquele que poderia abrir uma caixa misteriosa, que contém uma mensagem dos fundadores da cidade. 
Enquanto a líder da Erudição empreende esta caça, vemos quase uma conspiração (mais tarde explicarei o porquê do "quase") sendo formada, para que Jeanine fosse deposta do poder e uma revolução fosse instaurada no sistema de facções. Mas, aparentemente, o recado que a caixa traz pode mudar tudo, e daqui não darei mais detalhes, por mais que ache que a maioria já leu à obra de Veronica Roth.



Prior passa, neste filme, pelas facções que nos faltavam conhecer: estava refugiada na Amizade e, de lá, passa pelo alojamento dos sem-facção, pela Franqueza e adentra, finalmente, a Erudição. Ao menos a caracterização das facções foi satisfatória, e conseguimos conhecer aquilo que começamos no primeiro filme. Pena que isso seja um dos únicos pontos positivos que tenho a falar.
Não ficarei enchendo minha crítica com "no livro tinha isso, no filme não tem aquilo", mas, quando isso se alia a um claro interesse comercial do diretor, não posso deixar de relatar aqui as muitas diferenças que o livro apresenta da obra em que se baseou.
Divergente, o primeiro filme, consegue ser uma adaptação bastante fiel e que ainda prende o espectador do início ao fim, se mantendo fiel à realidade criada por Veronica Roth. Este segundo, que já descobri ser de um diretor diferente, é quase o oposto. Muitas cenas incríveis e passagens interessantíssimas do livro foram retiradas do roteiro, mas não por questões de adaptação ou porque daria um filme muito mais longo, mas para dar lugar a cenas que parecem ter saído de um videogame e que não trariam nenhum prejuízo à história caso fossem omitidas. 
Certamente você notou todas essas coisinhas explodindo na nossa cara nos trailers e até mesmo no pôster do filme, que, de início, achei até interessantes mas que, vendo o filme, estragaram tudo. Fica claro o interesse comercial quando você nota o quanto da história foi alterado para dar lugar a cenas que justificam o uso do 3D, que é simplesmente desnecessário. Basicamente, são pretextos para jogar coisas na sua cara e fazer uma profundidade forçada só para justificar às pessoas o fato de estarem pagando mais nos ingressos, mas não agrega nada de positivo para o filme em si.
Essas cenas fazem todas partes de simulações, e agora entendo o porquê do slogan "desafie a realidade". Só que até isso incomodou um pouco. Não tenho problemas com alguns momentos em filmes em que ficamos sem saber se se trata de um sonho/simulação ou a realidade em si, mas isso é explorado ao longo do filme todo, e chega a incomodar o modo como somos feitos de trouxas uma vez atrás da outra. 
Como disse, as cenas feitas parecem fazer parte de um videogame. São movimentos que passam muito longe do natural, mesmo se tratando de simulações, e que só me fizeram perceber que toda a conspiração (explicando, aqui, o "quase" do início) e ideais que no livro são tão bem expressos sejam jogados fora para apenas um filme comercial, absolutamente descartável.
E mais triste ainda é dizer que este mesmo diretor dirigirá os próximos filmes (sim, próximos), Convergente: partes 1 e 2. Até Harry Potter isso de dividir o livro final em duas partes não era explorado, mas creio que nesta saga funcionou bem. Em Jogos Vorazes, acredito que um filme mais longo tiraria a necessidade de duas partes de A Esperança, mas também relevemos. Mas, em Convergente, fica mais uma vez claro que o que pretendem é poder fazer mais filmes simplesmente para lucrar mais, e que isso não trará benefício nenhum para o entendimento da história.
Se um olhar profundo fosse acrescentado ao livro, duas partes seriam muito bem-vindas. Mas é óbvio que isso lhes dará mais tempo para acrescentar todos esses enfeites tão desnecessários em Insurgente.
Uma série de filmes que começou muito bem desandou completamente com as mudanças que foram trazidas e que, teoricamente, serviriam para o bem da trilogia. 
Recomendo? Se você é fã, pode querer ver com seus próprios olhos o estrago que fizeram. Mas não recomendo como um filme em si, independentemente da questão de adaptação ou não. 

Até a próxima ;D

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Primeiro teaser trailer de Insurgente divulgado!


Isso mesmo, amigos, a divulgação do filme Insurgente, que estreia em março de 2015, está a toda! Hoje foi divulgado o primeiro teaser trailer do filme, que, mesmo que não mostre nenhuma cena do livro de fato, é muito simbólico e cheio de incríveis efeitos especiais.
Confira: 



No treaser, Tris, a personagem de Shailene Woodley, tenta salvar sua mãe em uma Chicago destruída, mas é como se não conseguisse, a mãe sempre se encontrando em um perigo ainda pior e além de ser salva pela filha. Isso representa bem um dos maiores pesadelos de Tris no livro Insurgente, no qual a garota tenta superar a morte de seus pais e seguir em frente, enquanto a tensão entre as facções cresce cada vez mais e Jeanine intensifica sua busca e extermínio dos Divergentes, auxiliada pelos membros da Audácia.
Insurgente estreia no dia 20 de março de 2015 em 3D em todo o mundo!

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Então eu assisti... Divergente!



Oi, como vai?
Hoje estou aqui para falar sobre o tão aguardado (e incrível!) Divergente, que estreou ontem nos cinemas brasileiros. Dirigido por Neil Burger, o filme, em suas duas horas e meia, conseguiu ser uma adaptação sensacional e fez jus ao livro de Veronica Roth (que dá início a uma das minhas trilogias favoritas). 
Começamos com uma breve explicação sobre o sistema de facções que funciona na cidade de Chicago. A população é dividida em 5 facções, cada uma prezando por uma qualidade: Audácia, a bravura, Erudição, a inteligência, Franqueza, a honestidade, Amizade, a paz e Abnegação, o altruísmo. Beatrice Prior (interpretada por Shailene Woodley) é uma garota nascida na Abnegação, onde mora com os pais, e se aproxima de sua cerimônia de escolha, onde deverá escolher entre continuar vivendo com a família ou ir para outra facção e ser quem realmente é. Mas, em seu teste de aptidão (que indicaria em qual facção se encaixa), Beatrice descobre que é Divergente, ou seja, não se encaixa em uma única facção, e portanto não pode ser controlada (o que a torna perigosa aos olhos do governo).
Eis que o dia da Cerimônia da Escolha chega, e Beatrice, depois de muita dúvida, decide desertar de sua facção natal e ir para a Audácia, a facção dos corajosos.
O filme consegue nos prender desde o início, mas é quando Beatrice sai da Cerimônia com os membros de sua nova facção e tem que correr com eles e escalar os trilhos do trem para pular dentro dos vagões (que não diminuem a velocidade para que embarquem) que a ação começa. Tendo que pular depois para fora do trem, e ainda para dentro das instalações da Audácia, Beatrice vai tendo uma noção da adrenalina que enfrentará por lá e ainda ganha uma nova identidade: Tris. Passamos então por toda a sua iniciação, e de como se transformou de uma Careta em uma das melhores entre os iniciandos.



É em sua iniciação que também conhecemos Quatro (interpretado pro Theo James), um rapaz habilidoso mas um tanto ríspido, que desenvolve sentimentos por Tris e a ajuda tanto a sobreviver à iniciação quanto em momentos de perigo real. Descobrimos mais sobre sua história e seus segredos, e fica difícil não se tornar um Fourtris shipper (alguém que torce pelo casal). 
Se antes eu não conseguia aceitar Theo James como Quatro, depois de assistir ao filme não consigo imaginar outro ator para o papel. É como se ele tivesse nascido para ser Quatro, assim como Shailene nasceu para ser Tris, e a química dos dois é incrível! 



Houveram algumas mudanças do livro para o filme, afinal estamos falando de uma adaptação, mas não é nada que atrapalhe a história. Pelo contrário, algumas mudanças foram necessárias e extremamente bem-vindas. Por exemplo, no livro Peter lança uma faca contra o olho de Edward (ambos iniciandos), que estava no topo da classificação. Seria uma cena legal, sim, mas temos que levar certos aspectos em consideração: o público-alvo do filme são os adolescentes, e se essa cena fosse realmente feita provavelmente a censura aumentaria e excluiria boa parte desse público. E uma cena do final, que é surpreendente até mesmo para quem leu o livro, é sensacional e se encaixa bem melhor no filme do que se encaixaria um final exatamente igual ao do livro. Outra mudança bem-vinda é a participação maior de Jeanine Matthews, a vilã da história, que no livro é bem menor. Assim, a maravilhosa atuação de Kate Winslet foi melhor aproveitada, e ainda se tornou uma das vilãs mais legais das sagas que já li.  
A trilha sonora, que antes eu tinha achado "digital" demais, acabou por acompanhar muito bem as cenas em que são colocadas e dão uma emoção especial aos acontecimentos.
Sinceramente, mesmo querendo estar enganado, esperava um filme fraco, ou uma adaptação cheia de mudanças ridículas. Mas o filme me deu um grande tapa na cara e saí de lá estupefato, com todas as expectativas superadas, cheio de elogios para fazer e já com vontade de assistir novamente! 
Tudo bem, esse review não foi dos mais imparciais, mas é tudo o que penso sobre o filme, e mal posso esperar pelo lançamento do DVD para assistir mais e mais vezes, e por mais notícias de Insurgente, que já foi confirmado.
Altamente recomendável, tendo você lido a obra de Veronica Roth ou não!

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Livros que não posso deixar de ler em 2014

Oi, como vai?
Depois de esse ano maravilhoso que foi 2013, estou aqui para fazer alguns planos para o ano que acabou de começar. Como este blog é, acima de tudo, literário, não vou falar de planos como viajar mais, sair ainda mais com os amigos, e entre outras coisinhas que eu sempre acabo desejando. Neste post vou falar sobre a parte dos planos para 2014 que concernem a livros. No ano de 2013 eu li 25 livros e, entre livros maravilhosos e livros terrivelmente péssimos, achei uma boa quantidade e não pretendo aumentar tanto este ano. Além de livros chatos que sou obrigado a ler na escola (aliás, se tem uma coisa que sou extremamente contra é o fato de a escola nos obrigar a ler determinados livros. Claro, no colegial isso vai mudar e os livos que nos obrigam a ler são necessários para o vestibular, e sei também que se não houver um empurrãozinho algumas pessoas não chegam a ler sequer um livro por ano, mas não é a maneira correta. Se uma pessoa não gosta de ler e todos os que lê são por obrigação, isso não vai aumentar em nada o gosto por leitura. Já estimular a pessoa a buscar novas histórias e gêneros pelos quais se interesse, isso sim seria uma boa coisa. Ah, falo melhor sobre isso em algum outro post), pretendo terminar diversas séries que comecei no ano passado, começar novas e ler muitos livros "avulsos". Não tenho uma quantidade certa, e estes não são os únicos livros que quero ler no ano, apenas os mais desejados, então vou falando dos meus planos e no final do ano volto e vejo quais dos livros consegui ler e quais eu vou ter que deixar para 2015.
Vamos lá?

1. Cidade dos Anjos Caídos, Cidade das Almas Perdidas e City of Heavenly Fire

Estes livros, de Cassandra Clare, são os três últimos da ótima série Os Instrumentos Mortais, CoHF ainda nem publicado. São, digamos, três livros extras da série, que para mim acaba de verdade em Cidade de Vidro. O que mais me atraiu a continuar lendo foi a premissa do último livro, que, em suas mais de 700 páginas, promete ser um final mais épico que Cidade de Vidro (e no qual a autora matará seis personagens). E estou com saudades de livros da Cassandra, afinal de contas.

P.S. não acho que a última capa seja a verdadeira capa do livro, mas é uma fanart muito legal e eu não podia não colocá-la. 

2. As Peças Infernais



Mais uma vez de Cassandra Clare, ao invés de citar livro por livro cito logo a série inteira pois pretendo começa-la e termina-la já este ano (são só três livros mesmo). Estes livros fazem parte do universo dos Shadowhunters, mas funcionam como uma prequel, contando histórias (que desta vez se passam na Inglaterra) que se passam muito, muito antes dos eventos de Os Instrumentos Mortais. 

3. A Dança dos Dragões 



Este é o quinto e último livro até então lançado da série As Crônicas de Gelo e Fogo, do sensacional mas assassino e lento na escrita George R. R. Martin (que prometeu o sexto livro para o segundo semestre de 2014, sigo no aguardo), que comecei a ler logo depois da decepção que foi Festim dos Corvos. Pretendo termina-lo ainda nas férias, e mesmo com o seu tamanho de dar medo acho que consigo cumprir esta meta. 

4. O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel



Este é o primeiro volume da série O Senhor dos Anéis, que sempre tive vontade de ler, mas de 2014 não passa. Pretendo comprar todos os livros de uma só vez em alguma data especial, já que, graças ao seu preço um tanto salgado não é possível comprar em qualquer dia. No final de 2013 eu li O Hobbit, que foi uma introdução maravilhosa a tudo que está por vir na trilogia. 

5. Sob a Redoma



O livro que mais quero ler de Stephen King, Sob a Redoma é aquele que eu sempre comento quando quero falar sobre os livros que eu quero mas que nunca compro porque são muito caros, e conta a história de uma cidadezinha americana que certo dia é cercada por uma gigantesca redoma de vidro. Todo o desenrolar, e as consequências do isolamento... mal posso esperar para ler! Assim como O Senhor dos Anéis, de 2014 não passa. 

6. Allegiant



O último livro da trilogia iniciada por Divergente, dá continuidade ao excelente segundo volume, Insurgente, e promete explicações e revelações sensacionais, além de um final épico para as cinco facções e tudo o que há para o outro lado da cerca.

7. Perdão, Leonard Peacock



Desde que descobri da existência desse livro, do autor Matthew Quick, ele foi parar na minha wishlist, mas sempre fui passando outros livros na frente. Mas deste ano não passa, e quero ler ainda nas férias!
Hoje é o aniversário de Leonard Peacock. Também é o dia em que ele saiu de casa com uma arma na mochila. Porque é hoje que ele vai matar o ex-melhor amigo e depois se suicidar com a P-38 que foi do avô, a pistola do Reich. Mas antes ele quer encontrar e se despedir das quatro pessoas mais importantes de sua vida: Walt, o vizinho obcecado por filmes de Humphrey Bogart; Baback, que estuda na mesma escola que ele e é um virtuose do violino; Lauren, a garota cristã de quem ele gosta, e Herr Silverman, o professor que está agora ensinando à turma sobre o Holocausto. Encontro após encontro, conversando com cada uma dessas pessoas, o jovem ao poucos revela seus segredos, mas o relógio não para: até o fim do dia Leonard estará morto.
Com uma sinopse dessas, preciso falar mais alguma coisa?

8. O Chamado do Cuco



Este livro, lançado no ano passado por JK Rowling sob o pseudônimo de Robert Galbraith, é o primeiro romance policial da autora, e conta a história de Cormoran Strike, um veterano de guerra falido que investiga a morte de uma modelo, que todos acreditam ter se suicidado. Eu esperei até o lançamento em português para poder compra-lo, mas eu tinha tantos livros que queria ler mais que acabei deixando este de lado. Em 2014 não há escapatória (ainda mais com uma sequência vindo aí no final do ano)!

9. O Homem do Castelo Alto


Escrito por Philip K. Dick, é um premiado romance de ficção científica publicado originalmente em 1962 que conta meio que um final alternativo para o mundo. Confira a sinopse:
A Segunda Guerra Mundial foi vencida pelos Nazistas. O mundo vive sob o domínio da Alemanha e do Japão. Os negros são escravos. Os judeus se escondem sob identidades falsas para não serem completamente exterminados. É nesse contexto assustador que se desenvolvem os dramas de vários personagens, cujas vidas acabam entrelaçadas pelos ditames do I Ching, o milenar oráculo chinês, e que se descobrem envolvidos em situações além de seu controle. Considerado por muitos o melhor trabalho de Philip K. Dick, O Homem do Castelo Alto apresenta uma versão alternativa da história, revelando um olhar crítico e filosófico sob a condição humana. E, antecipando filmes e seriados de sucesso, como Matrix e Lost, levanta a grande questão: "O que é a realidade, afinal?"

10. O Grande Gatsby



O Grande Gatsby é um clássico da literatura universal e dispensa comentários: conta a história de Jay Gatsby, que depois da Segunda Guerra Mundial, se dedica cegamente a enriquecer para conquistar o coração de Daisy, que se casou com o insensível (mas extremamente rico) Tom Buchanan. Pode parecer uma história boba, mas todo o desenrolar e toda a tragédia (afinal, clássico sem que um dos personagens principais (ou ambos) morre no final não é clássico) me atraíram, e afinal de contas, não conseguiu o título de um dos melhores romances americanos à toa. 

Estes livros são os que mais quero ler, agora nesse início de 2014. A maioria, senão todos, são que eu desejo há muito tempo, mas que sempre fui passando outros na frente, e são os únicos que coloco como meta para o ano. Isso porque não gosto muito de estabelecer metas de leitura. Fica como se eu me forçasse a ler mais rapidamente os livros para dar conta dos outros, e não gosto muito disso. Claro, quero ler neste ano muito mais livros, que alternarei entre eles, e espero conseguir cumprir esta lista, que certamente servirá de guia para minhas próximas compras! 

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

sábado, 28 de dezembro de 2013

TAG: 6 livros para ler nas férias



Oi, como vai?
Hoje estou aqui para responder à Tag "6 livros para ler nas férias", que consiste em, bem, indicar 6 livros para serem lidos nas férias. Quem me tagueou foi a Letícia, do blog Apenas Apaixonada por Livros (obrigado!). 
Como metade das férias já se passaram (não gosto nem de lembrar deste detalhe), vou indicar livros me baseando neste pouco mais de um mês de descanso que resta. Não vou indicar necessariamente meus livros favoritos, mas livros bons que podem ser lidos em pouco tempo. 
Vamos lá?

1. Extraordinário, R J Palacio



Este livro (link para a resenha logo acima) conta a história de August Pullman, um garoto de 10 anos que tem uma séria deformação no rosto e por causa das inúmeras cirurgias pelas quais passou nunca frequentou a escola. Chegou a hora, e ele tem que se adaptar ao novo mundo em meio a muito preconceito e piadinhas maldosas. Mas conta com o apoio de alguns poucos mas bons amigos, que fazem tudo valer a pena!
O livro vale muito a pena, e li em apenas dois dias, graças à narrativa gostosa e os capítulos mais curtos.

2. O Natal de Poirot, Agatha Christie




Este livro, da sensacional Agatha Christie, narra a investigação do incrível detetive Hercule Poirot, que tem que descobrir desta vez o assassino de Simeon Lee, um homem tirânico que foi encontrado no meio de muito sangue e de todos os seus móveis revirados em seu escritório durante a reunião de natal de sua família. Todos tinham um motivo pra o odiá-lo, o que torna praticamente impossível descobrir quem realmente o matou, mas Hercule Poirot não perde um caso por nada, e o final, como não poderia deixar de ser, é muito surpreendente e completamente fora do que imaginávamos, mesmo que faça perfeito sentido.
Em pouco mais de 200 páginas, o livro te prende, e a narrativa de Agatha Christie faz com que a leitura flua rapidamente e que você termine o livro em pouco tempo. Recomendadíssimo não só para as férias, mas para qualquer época do ano, e para qualquer um que deseja um bom "aperitivo" da alta literatura de mistério.

3. As Vantagens de ser Invisível, Stephen Chbosky 




Este livro maravilhoso conta a história de Charlie, um garoto que acabou de perder o único amigo, que tem está entrando em um novo colégio e tem que adaptar ao ensino médio. É aí que encontra os meio irmãos Sam e Patrick, que o ajudam a se enturmar. Falando assim parece que o livro é comum, mas é ótimo, e consegue captar muito bem a "atmosfera" adolescente e todas as maiores preocupações. O livro é narrado por meio de cartas que Charlie manda a um amigo (que nunca sabemos quem é, o que faz parecer que as cartas são destinadas a nós), o que faz com que seja uma leitura fluida e rápida.

4. O Lado Bom da Vida, Matthew Quick




Este livro conta a história de Pat Peoples, um homem um tanto perturbado que, desde que foi abandonado pela esposa (por motivos até então desconhecidos), se torna obcecado por te-la de volta e se torna um viciado em exercícios físicos. Pat começa a mudar todos os seus atos e a viver em função de sua ex mulher, enquanto sonha com o dia em que ela o aceitará de volta. Mas eis que aparece Tiffany, uma garota também um tanto perturbada, que o ajudará a superar tudo isso e ainda voltar a ser quem realmente é. Um livro engraçado, doce e envolvente, tem uma narrativa gostosa e sem rodeios, o que torna muito menos cansativo e muito mais rápido de ser lido. Recomendo!

5. O Menino do Pijama Listrado, John Boyne




O livro dá um olhar inocente ao nazismo, contado através de Bruno, filho de um guarda nazista que se muda para perto de um dos maiores campos de concentração. Ele, curioso como toda criança, resolve fazer explorações pelo local, e acaba fazendo amizade com um garoto judeu que nasceu exatamente no mesmo dia que ele e que vive do lado de dentro da cerca. É um livro emocionante, e com uma narrativa leve e fluida faz com que seja rapidamente lido. Uma boa pedida para as férias e para qualquer outra época do ano, perfeito! 

6. Divergente, Veronica Roth




















Pode ser uma indicação meio clichê, e ainda inútil, já que muita gente conhece a história e não há a necessidade de mais alguém falando para ler, mas é um ótimo livro, uma grande distopia (embora o segundo seja muito melhor e muito mais distópico) e com uma narrativa gostosa. Pensei muito em indicar Feios, mas depois de ter lido Perfeitos, a sequência, vi que o autor dá mais ênfase ao romance adolescente do que à distopia em si, o que não gostei nem um pouco, e como indicar uma história que não gosto?
Em Divergente você acompanha a história de Beatrice Prior, em uma Chicago dividida em diversas facções, cada uma presando uma qualidade diferente. Chega o momento em que ela deve escolher entre ser quem realmente é ou viver uma vida cômoda com seus pais em uma facção em que não se sente inteiramente bem.
Além da narrativa fluida, tem um ótimo ritmo e sempre alguma coisa está acontecendo, o que torna difícil largar o livro e não devora-lo, para saber o mais rápido possível de todos os desenlaces dessa história surpreendente.

Bom, estes foram os 6 livros que eu indico para as férias (mas também para qualquer outra época do ano, pois são ótimos). Se você gostou e quiser responde-la em seu blog, sinta-se tagueado!

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

domingo, 15 de dezembro de 2013

Vamos falar sobre: Insurgent

-como vou falar de uma sequência, esse post conterá spoilers do primeiro livro, Divergente- 

Oi, como vai?
Hoje estou aqui para falar sobre Insurgent, o segundo volume da trilogia Divergente, escrita por Veronica Roth. 
Nesta sequência continuamos acompanhando a história de Tris, que desta vez tem que conviver com o peso de ter matado um de seus melhores amigos e de ter perdido os seus pais. 
Depois que a Erudição usou os membros da Audácia, sob o efeito de uma simulação, para atacar e matar os principais líderes da Abnegação, a facção se dividiu entre os membros bons e os traidores. Os traidores se juntaram à Erudição, enquanto os bons fugiram principalmente para a Amizade. Neste livro vamos descobrir o real motivo do ataque à Abnegação: eles possuíam uma informação importantíssima sobre tudo o que há do outro lado da cerca ao redor de Chicago e iam divulga-la para toda a sociedade.
Tris, Tobias e todos os outros estão escondidos em meio aos membros da Amizade quando a facção sofre um ataque, e muitos acabam morrendo, enquanto eles conseguem fugir e acabar dentro de um trem cheio de sem-facção. Daí em diante, conhecemos um pouco mais o modo de vida dos sem-facção, onde eles se instalam, como se organizam e seus planos para destruir o governo que foi instaurado pela Erudição. Esse grupo é liderado pela mãe de Tobias, que até então todos acreditavam estar morta.
Com Tris, a narradora do livro, visitamos todas as cinco facções (algumas recebendo-a pacificamente, já outras...), e descobrimos aos poucos como vivem e alguns de seus segredos. 
Este é o livro mais explicativo da série. Enquanto Divergente dá uma boa introdução, mas acaba focando bastante no romance, neste temos cenas de ação de tirar o fôlego, segredos e mais segredos sendo revelados, além de descobrirmos como funciona cada facção e, finalmente, o que é ser um Divergente. Sim, sabemos desde o primeiro que é não se encaixar em apenas uma facção, mas em Insurgente sabemos como funciona o cérebro dessas pessoas, o porquê de se encaixarem em mais de uma facção e o porquê de serem "perigosos para a sociedade". 
Pude perceber nesse volume uma grande evolução de Veronica Roth. Se Divergente já foi muito bom, Insurgente foi... sensacional! Esse livro é muito mais profundo, e Tris é uma personagem realmente humana. Por mais que não tenha concordado com alguns de seus atos, vi que eles eram realmente necessários e que, para ela, não havia mais saída. 

Os ataques da Erudição ficam cada vez melhores, e contribuem para as surpresas que acontecem a cada capítulo.
Veronica "amarrou" a história muito bem, e ao mesmo tempo que respondeu a muitas perguntas deixou ainda mais com aquele final espetacular, de tirar o fôlego. Estou louco pra ler Allegiant, o final épico da série, para saber mais sobre o que há para o outro lado da cerca e ainda como se seguirá aquela cena final, que... uau, não tenho palavras pra descrever.
Com este livro, a trilogia Divergente entrou para a minha lista de séries favoritas, e recomendo para todos que querem uma distopia que, embora adolescente, não seja bobinha e que prende do início ao fim. Além disso, recomendo a série para aqueles que querem começar a ler em inglês. O primeiro livro eu li em português, mas este li em inglês e não enfrentei nenhuma dificuldade. Claro, muitas das palavras tive que pesquisar para poder entender perfeitamente as cenas, mas não é difícil de ser lido e, tanto em português quanto em inglês, a leitura flui facilmente. E a questão dos nomes das facções em inglês (Abnegation: Abnegação, Erudite: Erudição, Candor: Franqueza, Amity: Amizade e Dauntless: Audácia) é facilmente contornada, pois rapidamente nos acostumamos (e, afinal de contas, os nomes em inglês ficam muito mais legais). 
Confesso que dei uma boa enrolada para ler Insurgent porque simplesmente não queria terminar. Queria ter por mais tempo o gostinho de "socorro, o que acontece agora?". E não decepciona em nenhum quesito.

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Novo trailer de Divergente!


Oi, como vai?
Hoje vim aqui para mostrar o novo trailer de Divergente, que acabou de ser divulgado!
Sem mais delongas, veja só:


O trailer, de dois minutos e meio, mostra algumas das melhores cenas do livro de Veronica Roth, que nos deixam ainda mais ansiosos pela estreia, dia 21 de março.
Ao contrário do primeiro trailer, que foi bom mas um tanto vazio, este deu uma bela prévia das atuações, da caracterização, dos cenários. Se no primeiro eu ainda não conseguia ver Theo James como Quatro, neste eu já comecei a mudar minha opinião. E Shailene Woodley, essa podemos ver desde o princípio que se encaixa perfeitamente no papel. É bem próxima do que eu imaginei quando li, e sua expressão, tudo contribui para que ela seja a atriz ideal para Tris Prior.
Além disso, foi divulgado ontem um novo pôster, que mostra Tris e Quatro no topo de um prédio da Chicago futurística em que a história se passa, o que nos dá uma bela visão da cidade e de mais alguns elementos do livro, como os corvos e a tão famosa roda-gigante. Veja só:

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A divulgação do filme ocorre principalmente por meio do Instagram oficial: @Divergent. A maioria dos posters foram postados por lá, juntamente a um link para a visualização dele inteiro, e o trailer foi anunciado há alguns dias por meio de um vídeo de Shailene Woodley. Eu nunca havia visto um estilo de divulgação desses, e estou gostando bastante.
Divergente, depois de A Menina que Roubava livros (que inclusive teve sua estreia antecipada no Brasil), é a adaptação que mais aguardo no ano que vem!

Espero que tenha gostado, até a próxima ;))