quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Balanço literário de 2014

Oi, como vai?
Chegamos ao último dia do ano e, como todo final de ano, ficamos com aquela nostalgia, lembrando de tudo o que aconteceu (o que, no caso de 2014, foi realmente muita coisa) e refletindo sobre como pôde passar tão rápido. A algumas horas de terminar este que foi o melhor ano da minha vida (em todos os quesitos), resolvi fazer um balanço de tudo o que li, o que, perto de muitos, não foi quase nada (no meio do ano, eu já via pessoas com mais de 80 livros lidos (?????)), mas, para os meus parâmetros, foi até que uma boa quantia. No ano de 2013 li 25 livros e, neste, tinha como meta ler no mínimo 26. E consegui atingi-la!
Li 21 livros e 5 HQs (que são grandes, então conto como livros e não como simples quadrinhos). Ao todo, são 7.919 páginas. Abaixo, organizarei por ordem cronológica e alguns agruparei por série . A maioria dos livros já tem resenha, então é só clicar nos nomes dos livros!
Vamos lá?


Um livro de contos muito divertido, foi o primeiro que finalizei no ano e adorei. 



Li a trilogia As Peças Infernais inteira neste ano e, embora não tenha gostado muito do último volume, não me arrependo de ter lido.



Terminei de ler o último volume da série As Crônicas de Gelo e Fogo, e agora espero que, né, algum dia desses, George tenha vontade de publicar o próximo. 



Também terminei Convergente, o último volume da trilogia Divergente. Para séries, esse ano foi produtivo, pois li uma inteira e concluí duas. Mas, ainda assim, foquei nos livros avulsos, além de ter lido vários clássicos.



O primeiro clássico que li de fato (já tinha lido adaptações de alguns para a escola), e gostei muito. Foi um dos melhores que li no ano!



Outro dos melhores que li no ano, é um livro lindo, reflexivo e tocante. Vale muito a pena! 



De George Orwell, é um livro incrível e bastante crítico e irônico. Recomendo muito.

10. Auto da Barca do Inferno

Auto em português arcaico que tive que ler para a escola (tanto que nem resenhei), mostra com bastante ironia o destino de diversas personalidades (como um frei, uma cafetina, um nobre arrogante...) que, depois de morrerem, devem embarcar na barca que irá para o inferno (comandada pelo Diabo, um personagem bastante zoeira) ou na que irá para o céu (comandada por um Anjo).



O primeiro livro da trilogia (a história de fato é contada nos três primeiros livros, o quarto volume conta uma espécie de história extra), é muito bom e me deixou sem fôlego. Mas, mesmo assim, não sei se irei continuar lendo os próximos (o que pode me motivar é o segundo filme, que estreará, se não me engano, em 2015) porque, quando terminei, simplesmente não me deu vontade de continuar. Mas quem sabe...

12. Assassinatos na Rua Morgue

Livro de contos de Edgar Allan Poe, foi o primeiro e, creio, único que lerei do autor. Isso porque gostei, mas achei sua escrita bastante cansativa. Além disso, não gostei do conto que dá nome ao livro, e, de todos da coletânea, só de um gostei de fato. Talvez tenha começado pela obra errada, se alguém tiver algum outro do autor para me indicar, pode falar!



Primeiro caso de Sherlock Holmes e o primeiro livro que li, achei incrível e estou louco para ler outros do autor. Recomendo!



Eu poderia não contar, afinal são HQs, mas não é uma HQ qualquer. Li separadamente a série toda por ebook, mas esses mais de 40 volumes são agrupados nesses 5 livros, então não posso deixar de contar! É a primeira série completa de HQs que li e, em 2015, pretendo ler muitos outros, tanto de super-heróis quanto da Vertigo (que tem histórias incríveis, recomendo).



Mais um clássico infantil que li, adorei e recomendo muito. Foi uma das minhas compras da Bienal, onde comprei 13 livros.



Primeiro que li de Jane Austen (de quem pretendo ler todos), gostei bastante (embora tenha ficado um pouco empacado no meio do livro), e recomendo!



Mesmo com todas as críticas que ouvi (que tentaram me desanimar, mas não conseguiram), é um dos meus livros favoritos do ano e, talvez, da vida. Gostei bastante e só tenho elogios a fazer.

22. Os Elefantes Não Esquecem

Embora não tenha resenhado (algum dia farei um post com vários livros de Agatha Christie), gostei bastante. Infelizmente (e só fui perceber isso agora), foi o único da Agatha que li no ano, e, em 2015, pretendo ler muitos, muitos outros.



Mais um dos que li para a escola, é um clássico da literatura brasileira muito divertido e do qual gostei bastante. Caso você tenha que lê-lo para a escola também, não reclame, o livro se mostrará uma leitura muito gostosa!

24. Contos de Machado de Assis

Outro para a escola, que não terminei quando devia e fui ler o último conto (O Alienista) só no início das férias. Mesmo assim, gostei bastante, e adoraria ler mais obras do autor.




Um dos que li mais recentemente, foi um dos que mais prenderam no ano e na vida. Mesmo com o final decepcionante (sempre vou falar desse final decepcionante), gostei bastante e recomendo!

26. Sob a Redoma



O último livro que li no ano e o maior que já li na minha vida (mais de 950 páginas), é um dos que mais gostei em 2014 e um dos que mais mexeram comigo. Como não terei tempo de postar a resenha da obra de Stephen King até o final deste ano, acabará ficando para o ano que vem, mas já estou muito empolgado para escrever!

Bem, esses foram os livros que li em 2014. Já tenho minha meta para 2015: já tenho alguns em mente, outros descobrirei ao longo do ano, mas espero ler no mínimo 27 livros (mas, se for possível, bem mais). E vocês, quantos livros esperam ler em 2015?

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

TOP 5: Séries maravilhosas que descobri em 2014

Oi, como vai?
Nessa pegada de retrospectivas e balanços sobre leituras e outras coisas do ano, resolvi fazer um sobre as séries que vi, um top 5 com as que eu descobri neste ano (mas não necessariamente são deste ano) e mais gostei. Algumas das minhas favoritas como Sherlock e Game of Thrones não contarei, afinal, descobri em 2013 (quando eu entrei no mundo das séries de fato), mas 2014 foi um ano em que vi muitas séries sensacionais e que mexeram bastante comigo.
Vamos lá?

5. Breaking Bad


É uma série sensacional, que conta a história de Walter White, um professor de química que descobre ter um câncer de pulmão que encurtará muito a sua vida e passa a produzir metanfetamina para sustentar sua família depois que morrer. Coloquei-a em último do top 5 (mas, de tantas séries que vejo, ainda é uma posição de muito prestígio) porque só vi até a segunda temporada, e não tive momentos de sofrimento ou nada do tipo. Mesmo assim, considero uma das melhores séries que assisto e terminarei em 2015.

4. Skins



Embora essa série comece parecendo um besteirol adolescente, com muitos palavrões, drogas e sexo, isso não fica por muito tempo. Conforme se desenvolve, notamos toda a profundidade dos personagens e da história e sofremos juntos. Vi só a primeira geração, e logo quero fazer um post só sobre ela. Mas foi, sem dúvida, uma das melhores que descobri no ano. 

3. How I Met Your Mother

Terminei recentemente e adorei! É uma série que mescla muito bem comédia e drama, e, embora seja muito longa (9 temporadas, 208 episódios ao todo), é muito rápida de ser vista por causa de seus episódios de 20 minutos. Não quero falar muito, pois logo farei um post somente sobre ela, mas é, sem dúvida, uma das que mais mexeram comigo nesse ano.


Fiquei muito em dúvida sobre colocar DW em segundo ou em primeiro lugar, mas decidi deixa-la aqui mesmo por ter sido sensacional no início, mas me desanimado bastante na oitava temporada (também falarei sobre isso logo logo). Ainda assim, é uma série incrível e uma das minhas favoritas na vida.

Das séries que comecei a acompanhar da Fall Season deste ano, esta é a única que continuo acompanhando. É uma série sensacional que me arrebatou de uma tal forma que chega a ser doloroso o fato de ter só um episódio por semana. Quando comecei, não sabia que seria tão sensacional e viria a se tornar uma de minhas favoritas. Recomendo demais, e aguardo ansiosamente o fim do hiatus, dia 30 de janeiro.

Assim como falei sobre as séries que deixei de ver neste ano, falei também sobre as melhores surpresas do ano. E vocês, que séries descobriram em 2014 que levarão pra vida?

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

domingo, 28 de dezembro de 2014

5 séries que não voltarei a ver em 2015

Oi, como vai?
Estava passeando pelo site Hypable (que traz muitas notícias dos fandoms que sigo, como Doctor Who, Harry Potter, etc) e eis que achei um post chamado Fandoms to unfriend in 2015, no qual a equipe do site fala sobre séries que abandonou e o porquê. Vejo séries demais (e com muitas outras que ainda pretendo começar) e acabo ficando perdido com muitos episódios novos para ver a cada semana. Quando vou me dar conta, sempre deixei uma série muito atrasada, e, enquanto algumas me dão vontade de ver todo o resto em maratona, outras simplesmente me desanimam. Como fiz uma "faxina" nas séries que vejo recentemente, fiquei inspirado para escrever também, então falarei um pouco sobre as séries que deixei de ver e os motivos. A maioria das séries já tem resenha, se quiserem conferir um por um é só clicar nos links nos títulos!
Vamos lá?


Bates Motel é uma ótima série que conta a adolescência de Norman Bates, um dos personagens mais marcantes quando se trata de histórias de terror. Como falei, é ótima, e gostei bastante um dia. Depois de ver a primeira temporada inteira e acompanhar até o episódio 2 da segunda, simplesmente me esqueci de ver por um tempo e quando vi tinha 8 episódios em atraso. Ao invés de me animar para ver em maratona, simplesmente deixei de lado, até que resolvi abandona-la de vez. Mas, quem sabe, depois de terminar todas as séries que pretendo ver e tudo o mais, eu volte a ver. 


Outra série que, pelo mesmo motivo de Bates, acabei desanimando. Eu acompanhava fielmente, até que um dia eu fui vendo outras e outras e, quando percebi, estava bastante atrasado e pensei "ah, qualquer dia eu vejo". Mas não vi. Talvez volte a ver algum dia, porque realmente gostava, mas não será tão logo.


Eu até que gostei de Gotham quando comecei e achei uma boa série, mas, conforme os episódios iam passando, me encontrava querendo que acabassem logo e, quando acabavam, não me sentia inclinado a ver os próximos. Até que desanimei, e esta não pretendo voltar a ver. 

Once Upon a Time



Eu já havia abandonado a série uma vez. Mas, depois de um tempo, voltei a ver e não me arrependi, porque ficou muito melhor. Mas chegou em uma época (no final da terceira temporada) em que eu já estava vários episódios atrasado. Resolvi voltar a ver porque sabia que uma coisa muito legal acontecia e quando isso, que deveria ser legal mas foi bem forçado e mal feito, aconteceu, me decepcionei de vez e larguei a série para sempre. 


Vi até a quinta temporada de Supernatural e é uma série boa, mas é aquele tipo que dura tanto que já deu o que tinha que dar e eles insistem em continuar. Já são dez temporadas e essa série não acaba nunca, desisti. 

Bem, essas são as séries que eu abandonei (algumas definitivamente) neste ano. Cada vez mais séries (e séries boas) são lançadas, e, para não ficar sobrecarregado, tenho que ir largando algumas pelo caminho. Ou, no caso de Once Upon a Time, só ficou ruim demais para o bom-senso. Estou bastante atrasado em The Blacklist e pensando em abandonar American Horror Story (Freak Show não está ruim, mas não está ótima como foi há muito tempo com Asylum e ando bem desanimado), e pode ser que esses nomes apareçam em um possível próximo post desse tipo. Mas são algumas para as quais darei mais uma chance e espero que me animem novamente!
E vocês, que séries abandonaram pelo caminho neste ano?

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Vamos falar sobre: Garota Exemplar (livro e filme)



Oi, como vai?
Hoje estou aqui para falar sobre um dos melhores livros que li no ano, mesmo tendo odiado o final (sobre o qual não darei detalhes, mas falarei mais tarde). 
A obra, de Gillian Flynn, conta a história do casal Amy e Nick, que se apaixonaram quase à primeira-vista, se casaram e viveram um lindo início de casamento. Sim, só o início. Com o passar do tempo, um se tornou estranho para o outro, e o relacionamento foi ruindo aos poucos. Tudo tem seu ápice quando, no aniversário de 5 anos de casamento, Amy simplesmente desaparece. Nick volta para casa e encontra toda a mobília revirada, indicando sinais de luta, porém nenhum sinal da mulher. Como não poderia deixar de ser, a polícia é envolvida e, com o andar das investigações, todas as suspeitas se voltam para Nick, e toda a mídia e população americana (sim, o caso tomou dimensões nacionais) se voltam contra o rapaz. 
O próprio protagonista é um tanto misterioso e conta ao leitor que mentiu diversas vezes para a polícia. Conforme o livro avança, nossa cabeça se enche com cada vez mais perguntas: Nick realmente matou Amy? Amy simplesmente desapareceu? Uma outra pessoa invadiu a casa e a sequestrou?
Essas perguntas fazem com que a leitura do livro seja muito rápida. Praticamente devorei para saber o que acontecera de fato, e é como se não quisesse mais fazer qualquer outra coisa enquanto não descobrisse. Até que tudo é revelado, e mais perguntas são implantadas em nossa cabeça. É um livro que te prende do início ao fim, e não há como simplesmente larga-lo de lado.
A maneira como a Gillian construiu a história e o relacionamento dos dois é sensacional. Primeiro, porque os capítulos são alternados: um narrado por Nick, e uma parte do diário de Amy. Segundo, porque podemos observar a relação de ambos os lados, e não sabemos quem é o verdadeiro culpado pela morte da relação e do amor dos dois. 
Passei o livro literalmente alternando meu "team", em cada momento acreditando e torcendo por um. E o desenrolar da história é incrível! 
A única reclamação que tenho sobre a obra é a maneira como termina. Isso porque é completamente o oposto de tudo aquilo que esperamos, e ocorre de uma maneira tão brusca que ao perceber que acabou resta uma sensação de "o que? Não pode ser só isso". 
Mesmo assim, é um thriller sensacional e altamente recomendado. A cada capítulo temos uma nova informação, uma nova reviravolta, e vale muito a pena.



Sobre a adaptação, que estreou neste ano, também tenho muitos elogios a fazer. Além de ser bastante fiel ao livro, foi muito bem feita em todos os sentidos. A atuação de Rosamund Pike, que interpreta Amy, é fenomenal, e agora entendo a indicação da atriz ao Globo de Ouro pelo papel. Com um só olhar, é como se ela transmitisse toda a profundidade da personagem, e, embora não a conhecesse antes, não consigo imaginar uma atriz melhor para o papel.
Ambos, livro e filme, são ótimos, aquele tipo de história que, ao terminar, há muito sobre o que pensar e discutir sobre, e que não te largará facilmente. Não preciso dizer novamente que recomendo, né?

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

PS. Foi o primeiro livro que li inteiramente por ebook, e acho que estou me tornando mais adepto dessa tecnologia (mas em poucos casos, a maioria dos livros continuarei lendo pelos insubstituíveis livros físicos). 

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

TAG NATALINA: Presentes de Natal

Oi, como vai?
Hoje estou aqui, neste lindo 25 de dezembro (aliás, feliz natal!), para responder a uma tag muito divertida que me foi passada pela Jessie do Fofocas Literárias. Nela, terei que citar livros de acordo com os "tipos" de presente que são dados nessa época. Vamos lá?

Presente indiferente - indique um livro que, no final da leitura, não te despertou qualquer tipo de emoção

Os elefantes não esquecem. Gosto muito de Agatha Christie, e quero ler cada vez mais obras suas, mas, quando terminei este, fiquei meio "ok... próximo". Não me deixou emocionado, nem nenhum tipo de impacto, embora seja muito bom e o desfecho seja bem desenvolvido. 

Presente devolvido - indique um livro que, no final da leitura, te deu vontade de devolver na livraria

Will & Will. Comprei este livro, entre vários outros, muito empolgado em meu aniversário do ano passado (ou retrasado, não me lembro bem), e quando terminei não conseguia acreditar que tinha realmente gastado dinheiro comprando-o. Quis devolver na hora, trocar por outros (bons, dessa vez), mas não era possível. O mesmo aconteceu com a obra-prima Quem é você, Alasca?. 

Presente indispensável - indique um livro da sua estante do qual é impossível se separar

Bem, muitos. Tirando os livros que não gosto (Will & Will, Quem é você, Alasca?, Crepúsculo, Heróis do Olimpo, Feios, etc.), de todos os outros eu não conseguiria me separar. Qualquer um que eu gosto faltando na estante já seria ruim.

Presente fantástico - indique um livro que seria um ótimo presente de natal

O Senhor dos Anéis (edição completa). Ganhei de natal e estou muito ansioso para começar a ler (mas só no ano que vem, o que nem está longe), e acho um ótimo presente de natal justamente por ser de uma trilogia espetacular (sinto que irei gostar muito) e algo mais caro e especial que você não compraria em qualquer época do ano. 

Presente carinhoso - indique um livro que te deixa com as emoções à flor da pele

A Menina que Roubava Livros. Nunca vou superar esse livro, e foi o que mais me emocionou. Então, a não ser que outro livro consega me deixar pior (o que é difícil, mas não impossível), essa sempre vai ser minha primeira resposta a perguntas como esta hahah

Bom, essas foram as minhas respostas para essa tag natalina bem elaborada e bastante divertida de responder (e um tanto curtinha). Espero que tenham gostado e sintam-se tagueados! Eu sei que poderia ficar um pouco "em cima da hora", mas, ainda assim, adoraria ver as suas respostas!

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Músicas perfeitas que descobri em trilhas sonoras: parte 2

Oi, como vai?
Hoje estou aqui para fazer uma "continuação" a um post que fiz há exatamente um ano, "Músicas perfeitas que descobri em trilhas sonoras". É um dos posts mais vistos de todos os tempos do blog e resolvi fazer uma parte 2 porque muitos filmes e séries foram lançados neste ano e, com eles, muitas músicas incríveis nas trilhas sonoras. Assim como esclareci no início do primeiro, não é um ranking ou qualquer coisa do tipo, apenas listarei as músicas por não me decidir sobre qual é a melhor.
Sem mais delongas, vamos lá?

Yellow Flicker Beat - Lorde



Não posso deixar de começar esta lista com Yellow Flicker Beat, da trilha sonora de "A Esperança: parte 1", que adoro. Lorde é incrível, e com essa música não poderia ser diferente.

All of the Stars - Ed Sheeran



Embora não consiga passar muito tempo ouvindo músicas de Ed Sheeran (com o passar do tempo acabo enjoando, não sei o porquê), esta música é a melhor que já ouvi dele e a única da qual não enjoo nunca. Ela está na trilha sonora de A Culpa é das Estrelas (que aparecerá várias vezes nesta lista, sua trilha sonora é ótima!).

Back to You - Twin Forks



Esta música encontrei na trilha sonora de Reign (série que abandonei por ver muitas outras séries, mas que ainda pretendo terminar futuramente), e é bem animada e gostosa de se ouvir (e que reflete muito bem o clima das festas da época retratada na série).

Everything is New - Slow Club



Nunca me interessei muito pelas músicas da trilha sonora de Faking It, mas esta, em especial, me chamou atenção ao tocar em um dos episódios, e gosto bastante. 

Let Me In - Grouplove



Esta banda tem músicas muito gostosas, e Let Me In, também da trilha sonora de A Culpa é das Estrelas, é minha favorita. Uma daquelas músicas que, quando começam a tocar no aleatório, nunca pulo.

Made of Stone - Matt Corby



Como qualquer um que assiste à série The Blacklist pode perceber, a trilha sonora é maravilhosa. Todos os episódios "terminam" com alguma música (adoro quando isso acontece em séries, a música tocando enquanto vão sendo mostradas consequências dos acontecimentos do episódio e tudo o mais), e todas essas músicas são realmente muito boas e muito bem encaixadas na série. Made of Stone toca em um episódio da primeira temporada.

Oblivion - M83



Embora nunca tenha assistido ao filme Oblivion, aquele com o Tom Cruise (não é muito específico, mas é o que sei sobre ele), essa música me foi indicada há muito tempo e desde então passei a gostar bastante. M83 (que já apareceu no primeiro post e voltará a aparecer neste) tem músicas incríveis em trilhas sonoras.

Oceans - Coasts



Esta música encontrei na (cancelada, infelizmente, porém muito legal) série Red Band Society (mais uma com episódios terminados em música que gosto bastante) e é muito boa, não há como parar de ouvir. Infelizmente, não encontrei mais nenhuma música da banda que goste, mas ao menos esta é maravilhosa.

Run Boy Run - Woodkid



Na trilha sonora de Divergente, Run Boy Run é uma música que não me atraiu muito quando foi divulgada e ouvi pela primeira vez, mas que, pela maneira como foi colocada no filme, não pude fazer outra coisa a não ser chegar em casa após a sessão e correr baixa-la. Hoje, gosto bastante. 

Silhouettes - Of Monsters and Men



Esta música está presente na trilha sonora de Em Chamas, e sinceramente não sei porque não a coloquei no primeiro post, no qual já coloquei algumas músicas desta trilha (que nem ouço mais, mas que são muito boas mesmo assim). De qualquer maneira, aqui está, uma das minhas músicas favoritas da trilha do segundo filme da série Jogos Vorazes.

Wait - M83



Viu, não falei? Aqui está mais uma de M83, que também está presente na trilha sonora de A Culpa é das Estrelas. É uma música triste, um tanto lenta, mas é espetacular, e sempre que toca (a não ser que esteja em um momento muito feliz do seu dia em que você precise de músicas alegres) não há como pula-la.

Warriors - Imagine Dragons



Não sei direito se posso encaixa-la aqui, afinal não faz parte da trilha sonora de filme ou série nenhuma, mas sim de um jogo. Esta música foi lançada por Imagine Dragons para algo relacionado ao jogo League of Legends (que também nunca joguei), mas que, de certa forma, faz parte de uma soundtrack, e é boa demais para deixar de fora. 

Who are You, Really? - Mikky Ekko



Também presente na trilha sonora de The Blacklist, essa música é incrível e uma daquelas "impuláveis". Mas, cuidado se você for ouvir sem os fones de ouvido e com a família em casa, porque, por algum motivo obscuro, uns gemidos aparecem no meio da música. Mas e daí? É incrível, vale o risco.

Bom, essas foram as músicas perfeitas que encontrei em trilhas sonoras no decorrer do ano desde aquele último post. Já foi uma enorme coincidência descobrir que poderia postar no mesmo dia que da última vez, e inconscientemente foram citados o mesmo número de músicas. Quem sabe isso não vire uma "tradição" e no dia 17 de dezembro do ano que vem aqui esteja eu, falando sobre mais músicas hahah

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

TAG: Dias da semana em livros



Oi, como vai?
Hoje estou aqui para responder a esta tag que está aqui marcada há muito, muito, tipo muito tempo mesmo, pra eu responder, e só hoje fui me lembrar e realmente animar para responde-la. Encontrei-a em abril no blog Amor em Ler, e consiste em relacionar determinados livros às características dos dias da semana.
Vamos lá?

Domingo - um livro que você não quer que termine ou não quis que terminasse

Insurgente, de Veronica Roth. Mesmo que todos os livros da trilogia tenham me deixado assim, o segundo foi o que mais enrolei para não terminar logo.

Segunda - um livro que você tem preguiça de começar

Persuasão, Jane Austen. Começar eu até comecei, mas li apenas o primeiro capítulo me arrastando e não consigo imaginar o que poderia me fazer ler aquele livro animadamente. É bom, sim, mas é muito diferente de Orgulho e Preconceito quanto à narrativa, e, por isso, desanimei um pouco. Mas ainda pretendo terminar.

Terça - um livro que você empurrou com a barriga ou leu por obrigação

Memórias de um Sargento de Milícias, de Manuel Antônio de Almeida. É um livro muito bom, e gostei bastante no final das contas, mas, pelo menos até quase o final, tive que ler meio empurrado para termina-lo logo e fazer provas no colégio.

Quarta - um livro que você deixou pela metade ou está lendo no momento

O Fantasma de Canterville, de Oscar Wilde. O primeiro conto, que dá nome ao livro, é incrível, mas do segundo não gostei, então acabei por deixa-lo de lado e começar outro. Mas também o terminarei, talvez ainda nessas férias!

Quinta - o livro de quinta, um livro que você não recomenda

Will & Will, de John Green e David Levithan. Escrito porcamente e com uma história que leva do nada a lugar nenhum, foi um dos piores livros que já li na minha vida. Esperava muito mais da união dos dois autores, mesmo já tendo provas de que John Green é muito bom em decepcionar.

Sexta - um livro que você quer que chegue logo (compra ou lançamento)

O Oceano no Fim do Caminho, de Neil Gaiman, que quero ler há muito tempo mas sempre passo outros na frente. Pretendo compra-lo neste natal!

Sábado - um livro que você quis começar novamente assim que terminou

O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry. É um livro maravilhoso, tocante e doce, além de ser muito curtinho e poder ser terminado em um dia. Quando terminei, já estava planejando a próxima vez que o releria.

Bem, essas foram as minhas respostas para a tag "Dias da semana em livros", que achei bem diferente e divertida de ser respondida. Se vocês acompanham o blog, já até sabem o que falarei agora, mas não custa repetir: se você gostou da tag, sinta-se automaticamente tagueado e à vontade para responder!

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Vamos falar sobre: Boyhood



Oi, como vai?
Hoje estou aqui para falar sobre este filme que estreou há não muito tempo nos cinemas, mas se destacou muito e recebeu até indicação ao Globo de Ouro, Boyhood. Sua premissa e o modo como foi produzido já tinham me atraído muito quando descobri, e finalmente pude assisti-lo. 
Boyhood narra toda a adolescência de Mason, interpretado por Ellar Coltrane, mas, o mais interessante é: o longa aborda um período de 12 anos, mas não foram usados efeitos visuais, maquiagem ou outros atores. O elenco permanece exatamente o mesmo. Começamos um filme com Mason criança brincando na rua e terminamos com um adulto de barba decidindo seu próprio futuro. 
Mason é um garoto comum, que não se destaca nas notas ou em esportes, mas que tem gostos um tanto diferentes da maioria dos outros garotos e desenvolve, ao longo do filme, um pensamento um tanto crítico e filosófico sobre a vida. Ele vive com a irmã Samantha e a mãe solteira Olivia, que se separara do marido e pai das crianças já algum tempo, com quem vive, pelo menos no início, em acaloradas discussões. 
Com o passar do tempo acompanhamos todas as mudanças típicas da adolescência, mas não somente na vida de Mason como na de sua mãe, que tenta se casar de novo e se tornar professora; na da irmã, que deixa de ser uma garotinha implicante com o irmão caçula; até mesmo na do pai, que vai deixando de lado aquele jeito de "garotão" e passa a assumir novas responsabilidades.



É um filme bem reflexivo, com um roteiro muito bem feito e sem diálogos desperdiçados. Percebemos o amadurecimento de todos o elenco junto com o amadurecimento dos personagens, e é como se toda a mudança do elenco de Harry Potter (a saga é bem presente no início do filme, algo que achei muito legal) ao logo dos oito filmes acontecesse um único longa. A passagem do tempo, além da clara mudança na aparência do elenco, é retratada por meio de referências a novos filmes, livros ou músicas que foram lançados nos últimos anos, algo bastante interessante. É como se o roteiro se atualizasse ao longo dos anos. 
Apesar da longa duração (tem cerca de 2h50), não chega a ser cansativo, mas, se você está esperando um filme com mistérios e um clímax, poderá se decepcionar. É um ótimo filme, porém um tanto... parado.  
Algo que eu esperava e que senti falta ao perceber que não aconteceria são as primeiras vezes do garoto, o que é esperado para um filme sobre adolescência. Primeiro beijo, primeira namorada, primeira vez, entre diversas outras descobertas que pensei que faríamos com o protagonista.
Mesmo assim, não é algo que tire a qualidade e a verossimilhança do filme, um dos poucos que já vi que retratam a adolescência sem exageros ou clichês. Sua gravação durou apenas 39 dias, mas ao longo de 12 anos, e é uma experiência única poder assisti-lo.
Ao terminar, resta uma sensação de que o tempo passa rápido demais, as coisas vêm e vão e que, ao menos para mim, que ainda estou no colegial, que a faculdade e as decisões sobre o futuro estão cada vez mais próximas.
Vale muito a pena, altamente recomendado!

Até a próxima ;D

domingo, 14 de dezembro de 2014

TAG: A música que...

Oi, como vai?
Hoje estou aqui para matar duas saudades: a de responder tags, e a de falar sobre música! Encontrei essa tag no blog Página 394 e achei muito legal, não tinha como não responder. Ela consiste em escolher músicas de acordo com algum sentimento, entre outras coisas, que elas nos trazem. Sem mais delongas, vamos lá?

A música que me faz rir


At Home - Crystal Fighters 

Essa música não me faz exatamente rir, mas sorrir. Isso por causa de seu ritmo muito gostoso e sua letra, que me lembra muito a trajetória das companions na série Doctor Who. Provavelmente não era isso que a banda tinha em mente ao escrever a música, mas desde a primeira vez que ouvi não consigo pensar em outra coisa, e isso me deixa meio criança feliz, me traz esse sentimento gostoso.

A música que me motiva 



Shake it Out - Florence and the Machine

Essa música, além do ritmo poderoso e da voz magnífica de Florence, tem uma letra incrível que fala sobre nos livrar dos "demônios" que estão em nossas costas ("It's hard to dance with the devil on your back, so shake him out!"), uma maneira de se referir aos problemas e todo o abatimento que podem causar. Um dos versos de músicas que mais me marcaram e que eu levarei para sempre pertence ao refrão: "It's always darkest before the dawn". É sempre mais escuro antes do amanhecer, não importa o quão escuro possa parecer agora, amanhecerá.

A música que me lembra alguém que eu amo



House of Gold - Twenty One Pilots

Essa música é como uma resposta do filho à pergunta da mãe: "When i grow old, will buy me a house of gold? And when your father turns to stone, will you take care of me?". A escolho por justamente lembrar minha mãe. 

A música que eu gostaria de ter escrito



Counting Stars - OneRepublic


Das várias atividades nas quais prefiro não me arriscar, compor músicas é uma forte representante, mas escolherei uma música cuja letra gosto muito e "gostaria de ter escrito" (embora........ não) por ser legal. Toca na rádio, e tocar na rádio é um pré-requisito pra eu não gostar da música (não me pergunte o porquê), mas Counting Stars é quase um hino.

A música que me lembra a infância



Rangatanga - Rouge

Dispensa apresentações.
Nada a dizer.
Apenas sentir.

A música que eu gosto da letra



Ghosts that We Knew - Mumford and Sons

Gosto da letra de muitas músicas, mas esta, em especial, acho linda, que já me ganha com os versos "so give me hope in the darkness, that I will see the light". Sem contar que sua melodia é ótima, e é de uma das bandas que mais gosto.

A música com a qual gosto de acordar



Crown on the Ground - Sleigh Bells 

Se meu despertador é suave, eu simplesmente não consigo acordar. Por isso, essa era a minha música do despertador, e eu adorava. E é uma música de despertador tão eficaz que não só me acordava como acordava a casa toda. A questão é que ela passou tempo demais nessa função e tive que apaga-la de todas as playlists, porque se ela começa a tocar em qualquer momento do meu dia, me assusto. Ouçam e vocês irão entender meu drama.

A música que me lembra a adolescência



It's Time - Imagine Dragons

Como estou na minha adolescência, qualquer música das que ouço hoje me lembrará essa fase no futuro. Mas escolhi It's Time por me remeter à ideia de adolescência. "It's time to begin, isn't it? I get a little bit bigger but then, I'll admit, I'm just the same as I was. Now don't you understand? I'm never changing who I am." 
O intuito da banda com essa letra pode não ter nada a ver, mas que me remete à adolescência é inegável.

A música que me faz chorar



Saturn - Sleeping at Last

Essa música não me faz chorar. Na verdade, nenhuma música jamais conseguiu (não falo isso para pagar de durão ou qualquer coisa do tipo, é só que nunca aconteceu mesmo), mas essa música envolve em um clima tão... triste.
Considero a letra um pouco desconexa, com versos aleatórios (ou eu não entendi a arte da coisa), mas vale a pena por todo o arranjo.

A música que adoro cantar



No Cars Go - Arcade Fire

Eu gosto de cantar praticamente todas as músicas que gosto, mas com essa realmente me empolgo. Simplesmente não dá para ficar parado ouvindo esta música.

A música que marcou algum momento da minha vida



Do or Die - 30 Seconds to Mars

Essa música marcou o final do ano passado, em que viajei com a turma (da qual já voltei a não gostar, mas, na época, tudo era lindo), me formei no fundamental e mudei de colégio. Foi uma fase muito importante, e esta era a "nossa música". 

A música que eu dançaria agora



Take a Walk - Passion Pit

Essa música é daquele tipo que dá muita vontade de sair dançando por aí, uma das mais empolgantes que ouço. Eu dançaria não só agora como em qualquer momento do dia, desde que em um ambiente livre de qualquer outro ser humano. 

Bem, essas foram as minhas respostas para a tag "A música que...", que foi muito gostosa de responder. Adoraria ver as respostas de vocês, e, como não sei quem já respondeu ou não, todos os que quiserem responder estão automaticamente tagueados!

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D 

sábado, 13 de dezembro de 2014

Algumas metas para as férias



Oi, como vai?
Estou de férias já há mais de uma semana e fico refletindo sobre o que irei fazer com todo o meu tempo livre. Como já cheguei a comentar (e ainda farei o prometido post só sobre ela), tenho uma lista de filmes para ver em 2014 que de início era para dar 50 filmes, de uma hora para a outra chegou a 80 e agora passou de 100. Também tenho algumas metas para séries e livros, e resolvi compartilha-las com vocês, até mesmo como um estímulo maior para cumpri-las nas férias. 
Vamos lá?

Filmes


A minha lista de 100 filmes para 2014 não foi cumprida com muuuuito êxito (até agora, sequer assisti a 20), mas nas férias pretendo assistir a mais e mais longas daquela lista, alguns que sempre quis assistir direito mas nunca me sobrou tempo.

- A Trilogia Batman

Como falei no penúltimo post, comprei os dvds da trilogia Batman: the Dark Knight na Black Friday e farei uma maratona com eles nas férias!

- Animações




Gosto muito de animações, mas vi pouquíssimas neste ano. Nessas férias, já vi A Origem dos Guardiões (só o início, porque não gostei nem um pouco) e Detona Ralph, e, até o final do meu período de nada-pra-fazer pretendo assistir: Universidade Monstros, Valente, Meu Malvado Favorito 2 e Madagascar 3

Séries


- How I Met Your Mother



Estou há pouco mais de um mês assistindo a essa divertida série, e estou na oitava temporada. Até o final da férias, quero finalizar suas nove temporadas, o que não é muito difícil, afinal os episódios são de cerca de 20 minutos. 

- Skins



Já assisti à primeira geração de Skins (as duas primeiras temporadas) e adorei. Agora me resta ver as duas últimas, mas não me sinto, ao menos agora, muito interessado pela terceira. Portanto, para as férias, pretendo assistir apenas à segunda geração da série (mas, quem sabe, se a terceira me animar...). 

Livros


- Sob a Redoma



Como também falei no penúltimo post, finalmente comprei esse livro, e estou muito animado com a leitura. Adoraria termina-lo ainda esse ano, mas, por se tratarem de mais de 900 páginas, estendo a meta para as férias inteiras. 

- Garota Exemplar



Não é um livro grande, e a leitura é bem fluida. É o primeiro livro que estou lendo 100% pelo ebook, e estou gostando bastante. Pretendo termina-lo também nessas férias. 

Bom, essa são só algumas das metas que tenho para as férias. São coisas que eu sinto que não posso deixar de fazer nesse grande período de tempo livre que me resta e que sinto que conseguirei cumprir até o dia 26 de janeiro, quando minhas aulas voltam. Mas também pretendo terminar várias outras séries, começar algumas outras e ver muito mais filmes. E vocês, que metas têm para as suas férias?

Até a próxima ;D

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Novo trailer de Insurgente!

Oi, como vai?
Hoje foi divulgado o primeiro trailer de Insurgente, segundo filme da trilogia Divergente! Eu poderia ficar falando e falando mas, sem mais delongas, confiram logo esse sensacional trailer!



O trailer nos mostra os testes de Jeanine com os Divergentes, a facção da Amizade, entre muitas outras cenas desse livro incrível e de tirar o fôlego. Já achei Divergente maravilhoso, e Insurgente promete ser ainda melhor! 
A única coisa que achei estranha foi a caracterização de Evelyn (interpretada por Naomi Watts), a líder dos sem-facção e mãe de Tobias. Ela é uma boa atriz, e acredito que fará um ótimo papel, mas parece nova demais para ser, bem, a mãe do Tobias. Mas pode ser que no filme fique uma impressão diferente e ela não pareça tão jovem assim. 
O filme tem estreia prevista para o dia 20 de março. 

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

PS. O trailer também foi divulgado no Snapchat do filme, @divergentseries. Esse snap acaba saindo como uma boa fonte de informações, vale a pena adicionar! 

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Minhas compras na Black Friday







Oi, como vai?
Hoje estou aqui para falar um pouco sobre o que eu comprei no dia abençoado que se chama Black Friday. A BF é a primeira sexta feira depois do dia de Ação de Graças nos Estados Unidos, e veio para o Brasil, mesmo que não comemoremos essa data. Nesse dia, praticamente todos os produtos (de tecnologia, livros, dvds, cds, pelúcias gigantes da Peppa Pig, etc) ficam muito mais baratos, e vira uma certa correria para poder comprar.
Neste ano, não planejava comprar nada de fato, mas aí, pouco antes da meia noite, comecei a observar alguns descontos que já apareciam e não consegui resistir. Fui comprando uma coisa de cada vez ao longo do dia, conforme a "descobria", e, no fim, gastei mais de R$80,00. Mas foi um dinheiro bem gasto, com o qual realizei vários sonhos de consumo hahah
Vamos lá?

Sob a Redoma



Há muito, muito tempo queria comprar esse livro, mas sempre o achei muito caro. Em todo lugar que eu via, a obra de Stephen King não custava menos de R$60,00. Eis que, nesse dia maravilhoso da Black Friday, encontrei-a por R$33,00! Não tinha como deixar passar.

Babel e My Head is an Animal


Mesmo que eu adore ganhar cds, nunca tinha comprado para mim mesmo, porque basicamente todo o dinheiro que eu junto é destinado a livros. Mas, como eu ainda tenho muitos dos que comprei na Bienal para ler, resolvi gastar um pouco com outras coisas. Babel, da banda Mumford and Sons (que adoro), foi a melhor promoção que já encontrei na minha vida: de R$27,90 por R$3,99. Sim, saiu mais barato do que comprar cd pirata na feira de domingo. My Head is an Animal, de Of Monsters and Men (que também adoro), saiu por R$13, 90. 

Box da trilogia Batman 



Se tem algo que me incomoda no ramo dos filmes é que eu nunca consegui assistir direito a essa trilogia do Batman. O primeiro filme mal vi, do segundo não lembro nada e o terceiro não pude nem assistir. Mas, sempre que vejo algumas cenas quando passa na TV, adoro, e agora surgiu minha oportunidade de fazer a maratona da trilogia que sempre quis. O box não foi uma promoção muito grande. Comprei na Submarino, por R$28,00, só para, depois, encontrar por R$23,00 em diversas outras lojas. Mas e daí? É o Batman. 

Bom, essas foram as minhas compras da Black Friday neste ano. Os meus dois cds comprei na Americanas, que me surpreendeu com uma entrega muito rápida e com os cds em perfeito estado. Eu comprei na sexta e segunda feira já estava em minha casa. Já meu box e Sob a Redoma comprei pela Submarino, que demorou um pouco mais para entregar, mas ainda não foi muito. A única reclamação que tenho é que aquele "pininho" que segura os dvds dentro da caixinha veio quebrado nas três caixas do meu box, e tive que trocar por outras. Tirando isso, tudo estava certo com os produtos e fico muito feliz por tê-los em minha coleção. Como falei no início do post, foram alguns sonhos de consumo realizados hahahah

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Fotografia: Eu, minha câmera e o mar



Oi, como vai?
Não sei se já comentei aqui, mas uma de minhas paixões é a fotografia. Não tenho câmera profissional nem nada, mas, munido da câmera do celular, adoro fotografar paisagens e objetos. Todas as fotos de livros ou outras coisinhas que ilustram meus posts eu que tiro, e, quando fui para praia, uma fonte inesgotável de belas paisagens e outras coisas, não pude deixar de tirar muitas fotos. 
Eu sempre (quase anualmente) vou para a cidade de Ubatuba, no litoral norte de São Paulo (uma viagem de quatro horas), mas só agora fui parar para notar toda a beleza das paisagens da cidade (que não é das mais legais, mas onde descobri muitas coisas novas). 
Algumas fotos tirei na serra, outras nas praias, e adoraria compartilha-las aqui, fazendo um post especial só sobre fotografia (os livros que me perdoem). 
Vamos lá?


terça-feira, 2 de dezembro de 2014

TAG: O que prefere?

Oi, como vai?
Hoje estou aqui para responder esta tag que encontrei no blog da Jessie, Fofocas Literárias. A tag consiste em escolher o que eu prefiro, entre duas coisas propostas em cada pergunta. 
Vamos lá?

1. Trilogias ou livros únicos?
Tudo depende do tamanho da história que o autor se propôs a contar e a maneira como ele guiará o livro, mas, mesmo gostando de muitas trilogias ou séries maiores, acabo preferindo livros únicos. 

2. Autores do sexo feminino ou masculino?
Sinceramente, isso é uma coisa que não levo em conta na hora de ler um livro (alguém leva?). De qualquer forma, olhando entre meus livros favoritos a maior parte foi escrita por mulheres.

3. Saraiva ou Submarino?
Mesmo adorando a loja física da Saraiva, para comprar pela internet prefiro mil vezes a Submarino. Os preços acabam saindo bem menores e a entrega é muito rápida. Me lembro de uma vez em que a entrega com a Saraiva demorou tanto que acabei desistindo e comprando mesmo pela Submarino, e meu livro chegou muito mais rápido. 

4. Quando adaptado, filmes ou séries?
Na maioria dos casos, filmes, mas tudo depende do tamanho da história. A maioria das adaptações que vejo são filmes, e a maioria das séries que vejo que são adaptadas de livros (com The 100 e pelo que ouvi muito falar, The Vampire Diares) acabam fugindo muito da história original. Mas, lógico, não podemos nos esquecer de uma de minhas séries favoritas, baseada em alguns dos meus livros favoritos, Game of Thrones (história que, se adaptada para um filme, ficaria ainda bem incompleta). 

5. Ler 5 páginas por dia ou 5 livros por semana?
Não tem um meio termo, não? Eu não sou dos leitores mais rápidos, mas também não sou tão lento assim. Nos últimos tempos, estou com uma grave crise para leitura, que estou superando agora com o tempo livre das férias, mas, nos meus tempos de inspiração, consigo ler no máximo três livros (e bem curtos) em uma semana. 

6. Ser um revisor profissional ou autor?
Autor, sem dúvidas. Mesmo que admire o trabalho de revisores (mesmo não sabendo o nome deles), é aquele profissional que, se executa seu trabalho perfeitamente, nem é notado, mas se deixa passar um errinho é crucificado. E, mesmo que fosse uma profissão de glória, tenho ideias demais para criar boas histórias para simplesmente me sentar e revisar as histórias dos outros. 

7. Ler apenas os livros favoritos ou ler livros novos?
Ler livros novos, sem dúvidas. Eu não costumo reler, por mais que goste dos livros, e, mesmo se relesse, é sempre bom descobrir histórias novas. 

8. Ser um bibliotecário ou vendedor de livraria?
Vendedor de livraria. Isso porque lá estaria cercado tanto de clássicos quanto de lançamentos, e poderia compartilhar os conhecimentos sobre livros e ajudar a vendê-los para muito mais pessoas do que o faria estando em uma biblioteca, que, querendo ou não, são bem menos visitadas nos dias de hoje. 

9. Só lê seu gênero favorito ou prefere variar?
Prefiro variar, afinal é muito bom sair da zona de conforto e descobrir obras novas e estilos novos.

10. Livros físicos ou eBooks?
Livros físicos, sempre. Mas, acreditem ou não, estou me tornando adepto (pelo menos um pouco) de eBooks. Isso porque fica muito mais prático para ler à noite ou em qualquer lugar fora de casa, já que estou sempre com o celular mas raramente com o livro em si (sem contar que levar de um lado para o outro pode danificar o livro). Além do mais, muitos livros cansei de esperar para comprar, então preferi baixar mesmo. E, sinceramente, não estou mais ligando tanto para o fato de não ter o livro em si. É desta forma que estou lendo Garota Exemplar, e já estou baixando outros epubs (melhor tipo de ebook) para ler no celular. Mesmo assim, continuo comprando livros, e nenhuma tecnologia irá substituir a experiência com o bom e velho livro. 

Bem, essas foram as minhas respostas para a tag "O que prefere?". Como sempre falo, se vocês gostaram, sintam-se tagueados, e se quiserem me mandem os links de suas respostas, vou adorar lê-las!

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

domingo, 30 de novembro de 2014

Vamos falar sobre: Princesa Mecânica



                                - Contém spoilers de Anjo Mecânico e Príncipe Mecânico - 

Oi, como vai?
Hoje estou aqui para falar sobre Princesa Mecânica, o volume que encerra a trilogia As Peças Infernais, de Cassandra Clare. 
Nele, continuamos acompanhando a vida dos Caçadores de Sombas do Instituto de Londres, que lutam contra Mortmain e seu exército de autômatos, que estão cada vez mais desenvolvidos.
No final do livro anterior, Príncipe Mecânico, Jem pede Tessa em casamento, justo quando Will descobre que sua maldição na verdade não existia, e que ele está livre para finalmente declarar seu amor à garota. Se a saia já era justa entre esses três, agora ficou ainda pior. E se o triângulo amoroso já incomodava, agora então... mas mais tarde falarei sobre isso.
No fim do volume anterior conhecemos também Cecily Herondale, irmã de Will, que foi até o Instituto para traze-lo de volta, "salva-lo dos Caçadores de Sombras maus" e leva-lo de volta para família. A questão é que a garota passa a ser treinada como uma Caçadora, e acaba se revelando uma boa lutadora, de grande utilidade nas missões, além de uma personagem muito legal.
Charlotte, que no último volume descobre estar grávida, sempre governou muito bem o Instituto, mas agora encontra um grande desafio: o Cônsul Wayland quer tira-la de sua posição e, para isso, usará de meios um tanto sujos.
Nesse livro conhecemos mais os irmãos Lighwood, Gabriel e Gideon, que se mudam para o Instituto depois de certos problemas com seu corrupto pai, que se envolveu nos planos de Mortmain.
O Príncipe Mecânico, obstinado em conseguir capturar Tessa para concluir seus planos (que ainda são um mistério), compra e confisca todos os estoques existentes de yin fen, a droga da qual Jem necessita para sobreviver, além de realizar ataques diretos e usar de artimanhas sobre as quais não darei mais detalhes para estragar a sua leitura.



No geral, é uma boa conclusão para a trilogia. Cassandra Clare conseguiu concluir aquilo que começou, não deixando pontos soltos. Tudo, no final, teve uma explicação, e os personagens ganharam um bom rumo. A escrita de Clare evoluiu muito desde Os Instrumentos Mortais, o que falo em todas as resenhas dos livros dessa trilogia.
Se tem uma coisa que já vinha percebendo em seus livros, mas neste ficou muito claro, é a divisão que ela faz em sua narrativa, o que dá à obra um ar de série de TV. É claramente perceptível a divisão por "plots" que a autora faz. Nós temos uma cena com determinados personagens acontecendo, e essa cena é concluída ou terminada com um leve cliffhanger para que se pule para outra, e é como se cada capítulo fosse um episódio, ou pelo menos parte de um, e, no geral, é como se o livro tivesse sido uma temporada. Isso já deixa claro que não haveria como esse livro ser adaptado para um filme, e é como se Cassie pedisse para que se tornasse uma série de televisão. Ou talvez uma novela.
Se fosse apenas como uma série de televisão não haveria reclamação alguma, mas a questão é que o livro tem ares de novela. E não uma novela qualquer, mas uma novela mexicana, dessas bem dramáticas. Os plots sobre os quais falei raramente são de cenas de ação. Tratam-se, em sua maioria, de casais em algum canto do Instituto, em diálogos que transbordam mel. Os personagens não são humanos, algo que sempre elogio quando percebo em um livro, mas sim adolescentes um tanto idealizados, típico cavalheiros de romances ingleses (se bem que até em Jane Austen esses cavalheiros são mais... reais).
Se antes a minha única reclamação sobre os livros da série era o triângulo amoroso Will-Jem-Tessa, agora temos romance por todo canto. Mesmo que ganhem uma história própria, é como se muitos dos personagens novos fossem acrescentados com o intuito de formar novos casais, e as cenas de ação, que eram muito mais presentes nos outros livros, ficam em segundo plano para dar espaço ao tão chato mimimi.



















Enquanto lia, me senti assistindo a um episódio de Malhação. A única diferença é que se trata dessas novas e imbecis temporadas, e se passa em outra época, em outro país. 
Cassandra Clare parece mais preocupada com os shippers (casais) do que com qualquer outra coisa, e para isso passa tempo demais focando nesses casais e desenvolvendo situações e diálogos forçados para que as leitoras passem a torcer por eles. Parece ser a única explicação plausível para as muitas e muitas páginas de mimimi e poucas páginas de ação de fato. 
Nos momentos em que resolve criar a ação, Cassandra o faz muito bem, e são momentos de tirar o fôlego. O único problema é que são poucos, e a animação é logo arrebatada por cenas melosas e anticlímax. 
Se o primeiro livro de uma série fosse assim eu sequer o terminaria, e se fosse o segundo eu dificilmente prosseguiria com a série, mas como é o último volume não poderia simplesmente abandona-lo. Essa foi a única coisa que me motivou a termina-lo, e, mesmo considerando um desfecho muito bom, não conseguiu tirar o gosto de novela mexicana. 
O que começou como uma série de aventura terminou como um meloso romance, no qual toda a aventura caiu para segundo plano, ou foi usada apenas como um instrumento para mais romance. 
Mesmo que eu não tenha demorado tanto para termina-lo, foi um grande desafio, e dificilmente voltarei a ler alguma novela obra de Cassandra Clare novamente.
Se você já começou a ler a trilogia, não há como fugir sem ficar com uma grande história incompleta, mas não recomendaria como um livro avulso de jeito nenhum (a não ser que você esteja procurando por um romance açucarado. Neste caso o livro não irá te desapontar). 

Até a próxima ;D