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sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Novo trailer de Insurgente!

Oi, como vai?
Hoje foi divulgado o primeiro trailer de Insurgente, segundo filme da trilogia Divergente! Eu poderia ficar falando e falando mas, sem mais delongas, confiram logo esse sensacional trailer!



O trailer nos mostra os testes de Jeanine com os Divergentes, a facção da Amizade, entre muitas outras cenas desse livro incrível e de tirar o fôlego. Já achei Divergente maravilhoso, e Insurgente promete ser ainda melhor! 
A única coisa que achei estranha foi a caracterização de Evelyn (interpretada por Naomi Watts), a líder dos sem-facção e mãe de Tobias. Ela é uma boa atriz, e acredito que fará um ótimo papel, mas parece nova demais para ser, bem, a mãe do Tobias. Mas pode ser que no filme fique uma impressão diferente e ela não pareça tão jovem assim. 
O filme tem estreia prevista para o dia 20 de março. 

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

PS. O trailer também foi divulgado no Snapchat do filme, @divergentseries. Esse snap acaba saindo como uma boa fonte de informações, vale a pena adicionar! 

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Vamos falar sobre: A Culpa é das Estrelas

Oi, como vai?
Hoje eu estou aqui para falar sobre A Culpa é das Estrelas, filme baseado no livro homônimo de John Green, que estreou ontem nos cinemas com todas as sessões lotadas! Comprar meu ingresso e ainda ter um bom lugar foi uma vitória, e cá estou eu, um dia depois, ainda pensando muito no filme e louco para voltar e assistir mais vezes. 
O livro de John Green conquistou tanto sucesso que se tornou uma espécie de referência dos livros YA (Young Adult), e já era de se esperar que o filme alcançasse sucesso parecido. Desde o início prometendo ser uma adaptação bem fiel (com John Green presente nos sets de gravação) e prometendo emocionar da mesma maneira que o livro fez, criei muitas expectativas para o filme. E todas elas foram superadas! 
A história, não há hoje em dia quem não conheça. Hazel Grace e Augustus Waters, dois jovens ligados pelo câncer (o dela, mais agressivo, e o dele já "adormecido"), se conhecem em um grupo de apoio para crianças que sofrem do mesmo problema, grupo este que a garota só frequenta por muita insistência dos pais. Desde que se trombam pela primeira vez, um certo clima surge, que vai culminar em uma das mais tocantes histórias de amor do século XXI.
Para resumir, o filme (e John Green, acima de tudo) nos conta a história de amor que todos queríamos ter, mas em uma situação que ninguém gostaria de estar. Todos (a não ser que a pessoa seja muito amarga, ou já tenha encontrado o que queria) desejam uma história de amor, cheia de particularidades, de química, aquela na qual você olha para a pessoa e sabe que é aquela com quem você quer ficar por muito e muito tempo. Nos faz nos identificar com os personagens, torcer pelo casal, e ao mesmo tempo querer e não querer uma história como aquela. Encontrar a pessoa amada, ser correspondido da mesma maneira, porém com a consciência de que nenhum dos dois terá muito tempo de vida (e que, a qualquer momento, "uma árvore de natal pode se acender").

No quesito adaptação, considero uma das melhores que vi nos últimos tempos, porque, bem, é perfeita! Não só todos os fatos mais importantes do livro estão lá, mas também do modo como estão na obra, algumas cenas inclusive com as mesmas falas. E uma coisa muito interessante que percebi é que, não importa a cena, algum elemento terá o tom de azul da capa do livro. 
A escolha do elenco dispensa comentários. É como se Hazel e Gus tivessem sido criados pensando em Shailene Woodley e Ansel Elgort, tamanho é o modo como combinam com os personagens, e a química entre os dois é incrível. Eu não conhecia o trabalho de Woodley até vê-la como Tris em Divergente, papel em que também deu um show, e a cada filme ela me surpreende mais. Também merecem destaque Nat Wolff, que interpreta Isaac (o amigo de Gus que perdeu os dois olhos para o câncer e sofre com o abandono da namorada, quem sempre dizia que ficariam juntos para sempre), Laura Dern, como a dedicada mãe de Hazel, e Willem Dafoe, ninguém menos que o escritor Peter Van Houten. 
Não cheguei a chorar, mas me lembro bem de um comentário de Markus Zusak (autor de A Menina que Roubava Livros) na capa de A Culpa é das Estrelas, que diz "Você vai rir, vai chorar e ainda vai querer mais". Pela reação do público é que vemos que o filme cumpriu sua promessa de tocar os espectadores assim como a obra de John Green tocou os leitores. Ao meu lado, pessoas soluçavam de chorar por cenas tristes, e não bem haviam parado de chorar começavam a rir por alguma cena engraçada ou alguma piadinha cheia de humor negro que se seguia. Logo estavam gargalhando, e não muitos momentos depois soluçando novamente. O filme oscila muito bem entre os momentos tristes e alegres, fazendo com que uma história sobre adolescentes com câncer não seja inteiramente depressiva, como muitos a contariam.



Algo que exerce um papel importante na hora de emocionar é a trilha sonora, que, cheia de músicas lindas e muito bem escolhidas (algum dia dedico um post inteiramente a ela), são também muito bem encaixadas e dão um toque de alegria ou melancolia às cenas. 
A maioria dos elogios que tenho à fazer ao filme são também à John Green, afinal é ele quem criou esta história que foi tão brilhantemente adaptada para o cinema, conseguindo passar tudo aquilo que o livro nos passa.
É clichê? Sim, como toda história de amor. E isso não tira em nenhum momento a emoção de descobrir cada novo passo dos dois, como quando se beijam pela primeira vez, ou quando tudo acaba. 
A quem já leu o livro, não preciso nem recomendar pois sei que ou já viram ou estão doidos de ansiedade para ver logo (a não ser que tenha odiado, há essa possibilidade). E a quem ainda não conhece a história, vale muito a pena, recomendadíssimo!

Okay?

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Então eu assisti... Divergente!



Oi, como vai?
Hoje estou aqui para falar sobre o tão aguardado (e incrível!) Divergente, que estreou ontem nos cinemas brasileiros. Dirigido por Neil Burger, o filme, em suas duas horas e meia, conseguiu ser uma adaptação sensacional e fez jus ao livro de Veronica Roth (que dá início a uma das minhas trilogias favoritas). 
Começamos com uma breve explicação sobre o sistema de facções que funciona na cidade de Chicago. A população é dividida em 5 facções, cada uma prezando por uma qualidade: Audácia, a bravura, Erudição, a inteligência, Franqueza, a honestidade, Amizade, a paz e Abnegação, o altruísmo. Beatrice Prior (interpretada por Shailene Woodley) é uma garota nascida na Abnegação, onde mora com os pais, e se aproxima de sua cerimônia de escolha, onde deverá escolher entre continuar vivendo com a família ou ir para outra facção e ser quem realmente é. Mas, em seu teste de aptidão (que indicaria em qual facção se encaixa), Beatrice descobre que é Divergente, ou seja, não se encaixa em uma única facção, e portanto não pode ser controlada (o que a torna perigosa aos olhos do governo).
Eis que o dia da Cerimônia da Escolha chega, e Beatrice, depois de muita dúvida, decide desertar de sua facção natal e ir para a Audácia, a facção dos corajosos.
O filme consegue nos prender desde o início, mas é quando Beatrice sai da Cerimônia com os membros de sua nova facção e tem que correr com eles e escalar os trilhos do trem para pular dentro dos vagões (que não diminuem a velocidade para que embarquem) que a ação começa. Tendo que pular depois para fora do trem, e ainda para dentro das instalações da Audácia, Beatrice vai tendo uma noção da adrenalina que enfrentará por lá e ainda ganha uma nova identidade: Tris. Passamos então por toda a sua iniciação, e de como se transformou de uma Careta em uma das melhores entre os iniciandos.



É em sua iniciação que também conhecemos Quatro (interpretado pro Theo James), um rapaz habilidoso mas um tanto ríspido, que desenvolve sentimentos por Tris e a ajuda tanto a sobreviver à iniciação quanto em momentos de perigo real. Descobrimos mais sobre sua história e seus segredos, e fica difícil não se tornar um Fourtris shipper (alguém que torce pelo casal). 
Se antes eu não conseguia aceitar Theo James como Quatro, depois de assistir ao filme não consigo imaginar outro ator para o papel. É como se ele tivesse nascido para ser Quatro, assim como Shailene nasceu para ser Tris, e a química dos dois é incrível! 



Houveram algumas mudanças do livro para o filme, afinal estamos falando de uma adaptação, mas não é nada que atrapalhe a história. Pelo contrário, algumas mudanças foram necessárias e extremamente bem-vindas. Por exemplo, no livro Peter lança uma faca contra o olho de Edward (ambos iniciandos), que estava no topo da classificação. Seria uma cena legal, sim, mas temos que levar certos aspectos em consideração: o público-alvo do filme são os adolescentes, e se essa cena fosse realmente feita provavelmente a censura aumentaria e excluiria boa parte desse público. E uma cena do final, que é surpreendente até mesmo para quem leu o livro, é sensacional e se encaixa bem melhor no filme do que se encaixaria um final exatamente igual ao do livro. Outra mudança bem-vinda é a participação maior de Jeanine Matthews, a vilã da história, que no livro é bem menor. Assim, a maravilhosa atuação de Kate Winslet foi melhor aproveitada, e ainda se tornou uma das vilãs mais legais das sagas que já li.  
A trilha sonora, que antes eu tinha achado "digital" demais, acabou por acompanhar muito bem as cenas em que são colocadas e dão uma emoção especial aos acontecimentos.
Sinceramente, mesmo querendo estar enganado, esperava um filme fraco, ou uma adaptação cheia de mudanças ridículas. Mas o filme me deu um grande tapa na cara e saí de lá estupefato, com todas as expectativas superadas, cheio de elogios para fazer e já com vontade de assistir novamente! 
Tudo bem, esse review não foi dos mais imparciais, mas é tudo o que penso sobre o filme, e mal posso esperar pelo lançamento do DVD para assistir mais e mais vezes, e por mais notícias de Insurgente, que já foi confirmado.
Altamente recomendável, tendo você lido a obra de Veronica Roth ou não!

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Not About Angels e nova cena de A Culpa é das Estrelas!

Oi, como vai?
Há poucos dias foi divulgada uma lista com as músicas da trilha sonora de A Culpa é das Estrelas, filme baseado no livro homônimo de John Green que tem sua data de estreia confirmada para o dia 5 de junho no Brasil. A lista conta com alguns dos jovens (porém incríveis) grandes nomes da música, como Birdy, Ed Sheeran e Jake Bugg,
Depois de um dos mais recentes trailers divulgados, descobrimos também que One Republic está na trilha sonora! A música se chama "What you wanted" e está presente no último álbum da banda.
Ouça:



Birdy é uma das cantoras mais presentes na soundtrack, com três músicas, e uma delas foi divulgada ontem! "Not about angels" é excelente, (como não podia deixar de ser vindo de Birdy) tanto na melodia quanto na letra em si. E sua voz é simplesmente... melhor parar de falar e mostrar logo a música hahah.
Ouçam:



Além do belo clipe lyric, que mostra algumas das frases mais marcantes do livro dentro dos tradicionais balõezinhos da capa, a música (não me canso de elogiar) é linda!
A divulgação do filme ainda está só começando, e mesmo que não precise se esforçar tanto para levar multidões ao cinema graças ao sucesso do livro, (não conheço nenhum adolescente que gosta de ler que ainda não leu ou ao menos não tem A Culpa é das Estrelas na wishlist) está fazendo um bom trabalho e aos pouquinhos iremos descobrindo mais e mais músicas dessa trilha sonora que parece ter sido selecionada à dedo (são músicas muito boas, quem quer que a tenha organizado conquistou meu respeito).
No último domingo, dia 13 de abril, aconteceu o MTV Movie Awards 2014, e no evento foi divulgada uma cena do filme, uma das mais esperadas pelos fãs: a primeira vez que Hazel e Gus realmente conversam, a famosa cena do "it's a metaphor"! 
Veja só:


Claro, não posso falar pelo geral com base apenas em uma cena, mas pelo visto o filme será muito fiel ao livro, mantendo até mesmo as falas inteligentes, que por si só dão um charme especial à história (que, no fundo, é um tanto simples).

Mal posso esperar para ver essa adaptação nas telonas!

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D