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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Divulgada a capa de City of Heavenly Fire!


Oi, como vai?
Ontem, dia 14 de janeiro, foi divulgada a capa do livro City of Heavenly Fire, sexto e último livro (the saddest happy endind) da série Os Instrumentos Mortais!
Veja só a linda capa:


Trazendo Clary e Sebastian, ela tem um ótimo contraste entre o fato de Clary ser celestial (porém irritante) e Sebastian ser o "irmão maligno". 
A verdade é que não lerei o livro em seu lançamento como gostaria, porque ainda nem li os dois volumes anteriores, Cidade dos Anjos Caídos e Cidade das Almas Perdidas (me disseram que não seria muito recomendável ler estes dois sem ler pelo menos o primeiro volume da série As Peças Infernais. Não que fariam muita falta, mas algumas piadas, alguns comentários e alguns personagens que aparecem só são captados melhor por quem já leu o prequel. Isso não é nenhum sacrifício, afinal adoro Cassandra Clare e acabaria lendo a serie mais cedo ou mais tarde, mas Anjo Mecânico praticamente desapareceu das livrarias) mas estou adorando acompanhar todo o hype pelo volume e mal posso esperar para te-lo em mãos, e mais ainda para lê-lo!
Por mais que tenha achado um plano de divulgação um tanto torturante divulgarem o fato de seis personagens conhecidos (e adorados, talvez) pelos leitores morrerem, isso só faz aumentar a ansiedade, e a pergunta que uma das primeiras prévias da capa sugeria fica no ar: who will survive?

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Músicas perfeitas que eu descobri em trilhas sonoras



Oi, como vai?
Hoje eu vim fazer uma lista (o que não faço há muito tempo, saudades) de músicas perfeitas que eu descobri em trilhas sonoras. Muitas porque foram feitas para o filme e muitas que foram selecionadas para aquela trilha sonora e que são tão perfeitas que não pude deixar de baixar e continuar ouvindo mesmo depois de o filme já ter passado há muito tempo.
Não vou fazer um top 7, como na maioria das vezes, porque não consigo escolher só sete músicas. E não vou numerá-las, apenas lista-las, pois não consigo me decidir sobre qual é a melhor entre elas. Por isso, mesmo que a música venha no final da lista, isso não significa que eu gosto menos dela do que de algumas que vieram no início.
Vamos lá:

It's Time - Imagine Dragons



Essa música eu descobri no trailer de The Perks of being a Wallflower. Nem chega a fazer parte da trilha sonora do filme, mas desde que ouvi no trailer adorei e não parei de ouvir. Além do mais, foi aí que descobri a incrível banda Imagine Dragons, da qual baixei praticamente toda a discografia.

Atlas - Coldplay



A música da banda Coldplay, que adoro, para a trilha sonora de Catching Fire é perfeita! A primeira vez que ouvi não gostei tanto, mas depois que ouvi mais vezes viciei. Essa música, aliás, está concorrendo ao Grammy por melhor música escrita para mídia visual.

All About Us - He is We


All About Us, de He is We (até agora não sei se é uma banda ou uma cantora, mas baixei muitas músicas, que são realmente fofinhas), estava na lista de músicas da trilha sonora de City of Bones (embora eu não tenha ouvido em nenhum momento no filme) e desde a primeira vez que ouvi foi uma espécie de amor à primeira... ouvida. E esse clipe é muito chorável lindo, vale à pena assistir.

Heroes - David Bowie


Eu sempre ouvi falar de Bowie, mas nunca tinha ouvido uma música de fato. E quanto ouvi a música em The Perks of Being a Wallflower (a música do túnel!) gostei tanto que... ah, vocês já sabem, né?

Come on Eileen - Dexys Midnight Runners


Mais uma música da trilha sonora de The Perks. A trilha sonora desse filme é uma das minhas favoritas, e o filme também é um dos meus filmes favoritos, e Emma Watson é uma das minhas atrizes favoritas, enfim...

When the Darkess Comes - Colbie Caillat


Mais uma de City of Bones, essa é a minha favorita da trilha sonora. Eu já gostava de Colbie Caillat antes. Não era fã, nem nada, mas sempre achei as músicas muito legais. Esta não pude deixar de baixar pra ouvir mais e mais vezes.

House of the Rising Sun - Lauren O'Connel


Desta vez não de um filme, mas de uma série, House of the Rising Sun é uma das músicas que mais ando ouvindo ultimamente. A versão original é muito boa, mas a versão de Lauren O'Connel, que tocou em algumas promos de American Horror Story Coven, é definitivamente a minha favorita!

Midnight City - M83


Essa música, da trilha sonora de Meu Namorado é um Zumbi, é sensacional! Eu já havia ouvido em algum lugar, mas não me lembrava bem de onde. Quando a ouvi no filme, pesquisei logo depois a lista de músicas e adorei. Aliás, toda a trilha sonora desse filme é muito boa, mas Midnight City é a minha favorita. 

Somewhere Only We Know - Keane


Voltando às séries, esta eu ouvi em Glee (quando eu assistia, há uns dois anos, mais ou menos) e logo procurei a versão original, que é simplesmente perfeita!

Total Eclipse of the Heart - Bonnie Tyler


Já que estou falando de músicas das trilhas sonoras de filmes e séries, por que não falar de... livros? Total Eclipse of the Heart é a música da dança de Pat e Tiffany em O Lado Bom da Vida, e durante a narrativa Pat coloca trechos da música, então optei por ler ouvindo. Foi o melhor jeito de se ler aquela cena! E a música é muito boa.

Winter Song - Sara Bareilles e Ingrid Michaelson



A primeira vez que ouvi essa música foi nos poucos segundos de uma promo de American Horror Story (como sempre doentias, mas que eu adoro) na qual uma cobra entra na boca de uma mulher. Mesmo sendo usada nesse contexto, a música tem uma melodia doce e uma letra bonitinha, toda romântica. Gosto muito de Winter Song, e Sara Bareilles é uma revelação da música, que despontou recentemente e está fazendo cada vez mais sucesso.

Young and Beautiful - Lana del Rey



Eu adoro Lana del Rey (sim, mesmo com todos aqueles que criticam e falam mal tendo ouvido metade de uma das músicas, ela é uma cantora sensacional) e quando ouvi sua música para a trilha sonora de O Grande Gatsby (que no fim acabou lançando também como single) não pude parar de ouvir. É uma letra maravilhosa, e um som que... bem, não há como explicar, mas a música é sensacional, vale a pena ser ouvida mais e mais vezes.

Over the Love - Florence Welch 



Como muitos dos que acompanham meu blog há mais tempo podem testemunhar, eu sou um grande fã da banda Florence and the Machine, e quando descobri que Florence Welch, a vocalista, faria uma música para a trilha sonora de O Grande Gatsby, fiquei muito ansioso. E eis que a música saiu e não me decepcionei nem um pouco: é perfeita!

Bem, essas são as minhas músicas favoritas que descobri em trilhas sonoras. Como eu falei antes, elas não estão em ordem de preferência. Se você gostou da ideia e quiser transformar em uma tag para falar sobre as suas músicas favoritas que descobriu em trilhas sonoras, sinta-se à vontade, mas não se esqueça de dar os créditos, ein?

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Recomeça a produção de City of Ashes!



Isso mesmo, você não leu errado, City of Ashes, que teve sua produção quase adiada pela Constantin por não ter ido muito bem nas bilheterias, foi confirmado para o ano que vem! 
City of Bones, estrelado por Lily Collins e Jamie Campbell Bower, teve em sua primeira semana R$ 14 milhões nas bilheterias, e chegou a alcançar R$ 31 milhões. E o problema não foi apenas a fraca bilheteria, o filme foi, bem... destruído pela crítica. 
"The Mortal Instruments: City of Bones é como uma paródia de um 'filme de terror'" - Peter Keough 
"Todos que forem assistir ao filme perceberão o momento em que The Mortal Instruments: City of Bones ultrapassa o mundo dos mundanos e entra no ridículo" - Peter Hartlaub
"Uma tentativa horrível, cara, demorada e maçante de iniciar uma nova franquia como Crepúsculo" - Jim Schembri
Essas são apenas algumas das críticas que podem ser encontradas na página do filme no site Rotten Tomatoes.
Segundo Martin Moszkowicz, diretor da Constantin, a grande base de fãs de Cassandra Clare foi a principal responsável pela decisão de continuar a franquia.
"A resposta dos fãs, por meio de blogs e dos milhares de emails que recebemos, nos encorajou a seguir em frente," disse Moszkowicz ao jornal The Hollywood Reporter. 
Moszkovicz disse que os resultados de outros países estão chegando agora a R$ 100 milhões, mas admite que a bilheteria não foi nada boa e que cometeu erros com o primeiro filme que serão consertados no segundo, como com o marketing e a data de estreia. Segundo ele, o pior erro foi ter criado a divulgação em cima apenas dos interesses dos adolescentes e não ter feito uma divulgação para pessoas de todas as idades. Por mais que os livros da série Os Instrumentos Mortais sejam classificados como Young Adults, são lidos por pessoas de diversas faixas etárias, e a divulgação apenas para os adolescentes foi um problema. 
"Os leitores de Os Instrumentos Mortais são mais velhos do que você possa imaginar," disse Martin. "Eles podem ter uma parte em nosso marketing, que nós focamos muito na audiência mais nova."
Será que dessa vez podemos esperar um filme menos Sessão da Tarde (já vi cenas em que um raio de alguma força é lançado para o céu de um prédio de Nova York para invocar forças estranhas e seres poderosos em muitos filmes que passam nas tardes da Globo, com aquelas vozes ridículas na dublagem) e mais Os Instrumentos Mortais?
Segundo Martin, os erros serão consertados, espero que não sejam apenas na área da divulgação. E que venha um filme para calar a boca dos críticos!

Espero que tenham gostado, até a próxima ;D

Fonte: The Hollywood Reporter

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Então eu assisti City of Bones...





Oi, como vai?
Hoje eu vim falar um pouco sobre o filme City of Bones, adaptação do livro homônimo escrito por Cassandra Clare. É engraçado falar que é uma adaptação, já que muita coisa foi mudada. De início as mudanças não me incomodaram muito, mas depois elas se tornaram tantas que começaram a me deixar levemente incomodado. Não conseguiria fazer um post desses sem acabar dando alguns spoilers, então se você ainda não viu sugiro que leia outra hora (ou continue lendo, se você é desses que não se incomoda com spoilers, mas não diga que não avisei). 
O filme começa realmente fiel ao livro, tanto que eu fiquei entusiasmado e pensei "que filme lindo" já nos primeiros minutos. As cenas podem não estar na mesma ordem que no livro, mas estão lá (já é exigir demais querer as cenas impecavelmente idênticas às do livro). Os atores escolhidos para o elenco não são tão diferentes do que eu imaginei enquanto lia, o que gostei bastante. As atuações não são das melhores, mas não decepcionam em nenhum momento. Não poderia haver um ator melhor para Jace do que Jamie Campbell Bower. Ele é o ideal, tanto em aparência quanto em personalidade. Em alguns momentos me incomodou a sua falta de expressão, mas foi somente no início. Depois Jamie se acomodou no personagem, se acostumou com ele, e conseguiu fazer um ótimo trabalho. Aliás, isso aconteceu com todos os atores. Lily Collins como Clary também estava um pouco estranha no início, mas logo depois se soltou no personagem e conseguiu ser Clary, não apenas interpretá-la. E por falar em elenco, fiquei muito feliz (muito mesmo, quase pulei na cadeira do cinema) quando percebi que Jocelyn, a mãe de Clary, era interpretada por Lena Headey. Lena interpreta Cersei Lannister, uma das minhas personagens favoritas em Game of Thrones. Quando eu vi o trailer eu ainda não assistia à série, então não vi nada de diferente na personagem. Mas quando ela entrou em cena no filme eu fiquei muito feliz. É um desperdício uma atriz como ela passar o filme todo em repouso, mas sua participação foi muito boa. Fiquei feliz também por ter terminado de ler o segundo livro, Cidade das Cinzas, antes de ver o filme do primeiro, pois ele contém alguns spoilers. Nada demais, mas no filme já sabemos porque Jocelyn está desmaiada sem chances de acordar e a principal consequência da visita de Simon ao Hotel Dumort. 
Jocelyn é levada por Caçadores de Sombras que trabalham para Valentim e Clary conhece o mundo do qual sua mãe o privou por toda a vida. A cena em que Clary, Simon e Jace chegam ao Instituto e a personagem consegue enxergar o que há por trás da igreja velha e caindo aos pedaços que é visível para os mundanos é uma das melhores.
Os efeitos especiais são muito bons também, conseguem tornar tudo muito crível.

O filme é realmente muito bom, por isso resolvi das duas notas separadas: uma para o filme em si e outra para a adaptação que ele é. Como filme eu dou nota 9,5. Pela falta de expressão de Jamie e por uma cena no início, que reúne Simon, Clary e Jace na cozinha destruída de sua casa que parece que foi feita sem nenhum preparo para uma apresentação de escola (em que todos falam ao mesmo tempo, param, falam e param, tudo meio embolado, para depois seguir normalmente), não dei 10. Mas em todos os outros momentos consegui ficar preso ao filme, que transmite tudo o que Cassandra Clare quis passar com seu livro.
Como adaptação receio que terei de dar nota 7,0. O início foi realmente muito fiel, mas de repente começou a se distanciar da obra em que se baseou. Algumas mudanças vieram para o bem, como por exemplo o fato de Simon não se transformar em um rato. No livro isso fica legal, mas no filme ficaria extremamente bobo, infantil, não se encaixaria bem, portanto foi uma mudança bem-vinda. Mas algumas mudanças não foram tão bem-vindas assim. Jocelyn, mãe de Clary, está no Instituto, e não em um hospital abandonado em uma ilha distante. Também não temos os Renegados, apenas alguns soldados invocados por Valentim em uma cena envolvendo muitos corvos e demônios que saem de um portal que me lembra muito alguns filmes super clichês que misturam fantasia e elementos reais (quase todo filme assim tem uma cena em que um portal é feito em cima de um prédio ou algo do tipo e vai até o céu. As nuvens começam girar em volta desse portal e muitos seres saem de lá e começam a atacar as pessoas). Algumas coisas como mudança da ordem de cenas e a mudança da cor do cabelo de Valentim são irrelevantes, não interferiram em nada. Mas a mudança nos atos de Valentim sim. No livro ele trata Jace um tanto quanto bem, para que o filho passe para o seu lado. No filme eles lutam na biblioteca do Instituto, com Jocelyn dormindo em um sofá. Hodge não entrega o Cálice Mortal a Valentim, ele o entrega a carta em que o objeto está escondido e faz com que Clary o tire de lá. Lógico que ela arranja um jeito de enganar o vilão e o entrega uma réplica. Assim, o filme acaba com Valentim sem o Cálice e Clary com um dos Instrumentos Mortais ainda na carta. Cidade das Cinzas, segundo livro da série, começa com Valentim em busca do segundo Instrumento Mortal, a Espada da Alma, pois já possui o primeiro. A sequência já foi confirmada e as gravações começam ainda esse ano, mas não consigo imaginar como vão conseguir colocar o Cálice nas mãos do vilão de maneira plausível e ainda seguir com a história. Além do mais, Hodge não termina como um traidor. Ele não foge para aproveitar a liberdade. Hodge continua no Instituto e ajuda Isabelle e Simon com o portal. Isso deu um pouco mais de humanidade ao personagem, mas no segundo livro ele não aparece em nenhum momento e não sei como poderão tirá-lo de cena no filme também de uma maneira plausível e seguir com a história, ou mesmo deixá-lo lá, mas com uma participação muito pequena. Pelo visto vão continuar realizando mudanças e mais mudanças. 
Como falei há pouco, a ideia principal que Cassandra Clare queria passar com o livro foi passada com o filme, sem problemas. Quando os créditos finais começam ficamos realmente em dúvida se Clary e Jace são mesmo irmãos, como a autora nos fez ficar quando viramos a última página do livro, mas essas outras coisinhas acabaram me incomodando. 
Além do mais, o filme não anda muito bem nos números. City of Bones não arrecadou muito dinheiro, mas mesmo assim foi confirmada uma continuação. Isso se deve ao fato de que o filme estreou em uma das piores datas para se estrear. Em plena quarta-feira em uma semana de agosto, quando as pessoas estão voltando às escolas e aos trabalhos e não estão muito no pique de sair para curtir um cinema com a família. Primeiramente o filme estrearia numa sexta-feira, o que poderia ter aumentado as chances de sucesso, mas essa data foi antecipada. Por que não estrearam em uma sexta-feira no meio das férias de julho? Seria uma ótima data, em que muitas pessoas estão sem nada para fazer em casa e têm tempo de sobra para ver algo da divulgação do filme e pensar "uau, que legal, quero assistir". Como já falei em um post, a divulgação foi muito boa, mas infelizmente para um dia errado de estreia. Nós, fãs, não nos importaríamos em ir ao cinema para assistir em qualquer dia que lançasse, mas como é o primeiro filme precisaria atrair ainda mais fãs, coisa que não está fazendo tão bem. 
Só espero que City of Ashes consiga levar muito mais pessoas às salas de cinema do que City of Bones levou, e que esse primeiro filme ainda leve muitas pessoas aos cinemas enquanto não sai de cartaz. Segundo a produtora, o que definirá mesmo se a série irá para frente nas telonas é o sucesso do segundo filme, já que para eles uma bilheteria fraca do primeiro já era esperada. Por mais que tenham estragado um pouco da magia do livro com mudanças que os roteiristas devem ter julgado bobas essa série ainda tem muito potencial e deve, sim, seguir em frente. Nos resta torcer (e obrigar os amigos a irem até o cinema mais próximo para assistir também).
Espero que tenham gostado, até a próxima ;D